{"id":9939,"date":"2020-03-04T17:32:47","date_gmt":"2020-03-04T20:32:47","guid":{"rendered":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/revista\/?p=9939"},"modified":"2020-03-04T17:32:47","modified_gmt":"2020-03-04T20:32:47","slug":"contos-eroticos-a-foda-de-carnaval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt-br.sexlog.com\/contos-eroticos\/contos-eroticos-a-foda-de-carnaval\/","title":{"rendered":"Contos er\u00f3ticos: A foda de carnaval"},"content":{"rendered":"<p>Na sexta-feira que precedeu o Carnaval, meu cunhado (irm\u00e3o de meu marido) e mulher vieram \u00e0 nossa casa, para assistirmos pela TV os primeiros desfiles das escolas de samba de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Chegaram por volta de oito horas da noite, trazendo, como j\u00e1 combinado, bebidas e carne. A gente ia \u201cqueimar uma carne\u201d e beber. Assim que chegaram, come\u00e7ou um \u201cesquenta\u201d. \u00a0E como \u201cesquentou\u201d!<\/p>\n<p>Meu marido, uma hora antes, j\u00e1 tinha providenciado acender a churrasqueira e dispor um balde com gelo. Ele j\u00e1 tinha passado no supermercado, tendo trazido algumas cervejas, refrigerante e algumas vodkas e ia ser um prato cheio, est\u00e1vamos planejando fazer algumas caipirinhas.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, eu n\u00e3o sabia que minha cunhada tinha convidado: um de seus irm\u00e3os e a respectiva esposa. Eles chegaram por volta de dez horas e, para minha surpresa, sem os filhos: era uma noite s\u00f3 de adultos.<\/p>\n<p>Como estava calor, resolvemos ligar uma TV no espa\u00e7o de fora da casa, pr\u00f3ximo \u00e0 churrasqueira, perto da piscina. J\u00e1 t\u00ednhamos \u201cengatado a segunda\u201d no churrasco e na bebida! Os irm\u00e3os, muito \u201calegres\u201d, fantasiados de mulher, davam o tom da reuni\u00e3o \u2013 um carnaval para poucos.<\/p>\n<p>Minha cunhada e eu pusemos biqu\u00edni, do estilo cortininha, com shortinho, ambos brancos. Antes de mais nada, preciso falar a respeito do Alberto, ou Bertinho, irm\u00e3o de minha cunhada, e da C\u00edntia, sua mulher. Ambos de estatura mediana, morenos de sol, olhos \u2013 ele castanhos, ela verdes. Minha cunhada \u00e9 bonita, mas, ele&#8230; linda\u00e7o! Gat\u00e3o mesmo!<\/p>\n<p>Como n\u00e3o bebo, fui testemunha de que meu marido, o irm\u00e3o, sua mulher e a C\u00edntia estavam afundando o p\u00e9 na jaca no que se refere a bebidas&#8230; Por volta de meia-noite, j\u00e1 estavam meio embriagados.<\/p>\n<p>Como estavam dan\u00e7ando, a movimenta\u00e7\u00e3o f\u00edsica estava dando conta de eliminar parte do \u00e1lcool ingerido. Mesmo assim, eu sabia que, no decorrer da noite, chegariam \u00a0a um ponto em que, ou perderiam o controle sobre si mesmos, ou \u201capagariam\u201d.<\/p>\n<p>A C\u00edntia foi a primeira que perdeu o controle. Me pediu um biqu\u00edni \u2013 falou-me no ouvido: bem cavado! Porque queria despertar ci\u00fame no marid\u00e3o. Como \u00e9 possuidora de um bumbum avantajado, com o biqu\u00edni do tipo cavad\u00e3o, proporcionou a todos n\u00f3s um vislumbre do que seria nua. Um corpo sensual \u00a0e provocante demais.<\/p>\n<p>Ele, que bebeu pouco, dan\u00e7ou muito com ela, especialmente depois que a mesma passou a trajar um de meus biqu\u00ednis; entraram na piscina v\u00e1rias vezes para \u201cacalmar\u201d a bebedeira dela e, provavelmente, seu tes\u00e3o. Percebia, de longe, que, dentro da piscina, eles se \u201cpegavam\u201d. Numa dessas sa\u00eddas, ele chegou perto da churrasqueira com o pau duro.<\/p>\n<p>Os homens perceberam e come\u00e7aram a zoar com ele, dizendo que precisava de cacha\u00e7a pra levantar o pau, de Viagra. E a esposa? Ela n\u00e3o se fazia de constrangida e ia pra cima dele. Ele, um tanto contido, e nada embriagado, \u201cfugia\u201d da f\u00faria uterina dela.<\/p>\n<p>Mas &#8230; como a ingest\u00e3o de \u00e1lcool n\u00e3o cessava, ela \u201capagou\u201d primeiro. Por volta de uma e meia da madrugada, precisaram lev\u00e1-la amparada para o dormit\u00f3rio em que passariam a noite.<\/p>\n<p>Ele voltou para onde est\u00e1vamos para continuar com a zoeira. Todos continuavam bebendo e comendo, dan\u00e7ando e cantando m\u00fasicas de outros carnavais.<\/p>\n<p>Meu marido, que n\u00e3o parava de beber, mas que sabe se controlar, de vez em quando vinha me beijar e falar besteiras no meu ouvido. Queria me ver nua assim que cheg\u00e1ssemos ao quarto quando a reuni\u00e3o chegasse ao fim. Essas atitudes dele n\u00e3o me empolgavam porque eu sabia que, ao ir pro dormit\u00f3rio, ele tamb\u00e9m \u201capagaria\u201d. Ent\u00e3o, nem adiantaria eu ficar com a libido ligada.<\/p>\n<p>O rel\u00f3gio pontuava tr\u00eas horas do s\u00e1bado quando, exaustos, meu marido e o irm\u00e3o resolveram encerrar o churrasco e tratar de, ap\u00f3s outro banho de piscina, coroar a noite com uma saideira de u\u00edsque com gelo.<\/p>\n<p>Deixei \u00a0as coisas caminharem com naturalidade \u2013 todos (os que estavam despertos) passaram a procurar seus aposentos. Meu marido foi o \u00faltimo a deixar o ambiente em que passamos a noite.<br \/>\nPercebi que o g\u00e1s dele estava por um fio.<\/p>\n<p>Assim, sabia que era quest\u00e3o de tempo ele cair na cama e desmaiar. Permaneci na cozinha arrumando os utens\u00edlio,s porque n\u00e3o queria acordar com lou\u00e7a para lavar, n\u00e9?<\/p>\n<p>Quando fui ao nosso quarto ver como estava meu marido, me deparei com a cena esperada: ele dormindo profundamente e roncando! N\u00e3o haviam ru\u00eddos de outros preparando-se para o sono. Supus que todos j\u00e1 estavam em seus respectivos dormit\u00f3rios, ou dormindo, ou quietos para pegar no sono.<\/p>\n<p>Voltei para a cozinha para dar conta daquilo a que estava me propondo: lavar tudo e arrumar a mesa de caf\u00e9 da pr\u00f3xima manh\u00e3. Tive o cuidado de fechar a porta que dava acesso \u00e0 ala de dormit\u00f3rios para que poss\u00edveis ru\u00eddos de panelas, lou\u00e7as e copos n\u00e3o perturbassem quem j\u00e1 havia deitado.<\/p>\n<p>Por volta de tr\u00eas e meia&#8230; um susto! E um tremor \u00edntimo: o Bertinho entra na cozinha&#8230;<\/p>\n<p><em>Ai, Jesus!<\/em> &#8211; assustada, disse-lhe: &#8211; <em>Ai! Que susto! Achei que voc\u00ea j\u00e1 estivesse dormindo!<\/em><\/p>\n<p>Ele, com a maior cara de safado do mundo, respondeu: &#8211;<em> Como iria dormir se meu dia ainda n\u00e3o terminou?!<\/em> Acho que fiz a maior cara de interroga\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p><em>&#8211; Bom! Se est\u00e1 acordado, n\u00e3o terminou mesmo!<\/em> \u2013 disse-lhe, j\u00e1 tr\u00eamula porque, imediatamente, conjecturei que ele viria me assediar.<\/p>\n<p>Embora tivesse convic\u00e7\u00e3o de que meu marido, a mulher de Bertinho e outros n\u00e3o voltariam \u00e0 cozinha, o medo de que algu\u00e9m nos encontrasse a s\u00f3s, \u00e0quela hora, longe de nossas camas era para mim amedrontador.<\/p>\n<p>Ele foi se aproximando e pousou as m\u00e3os sobre meus ombros. De frente, firmemente, olhou nos meus olhos e me disse: <em>&#8211; Como ir dormir sem beijar voc\u00ea?! <\/em>Quase desmaiei!<\/p>\n<p>Tentei me desvencilhar de suas m\u00e3os e bra\u00e7os, mas era tarde. Ele juntou-me ao seu t\u00f3rax e me beijou. Num abra\u00e7o apertado, quase engole minha boca!<\/p>\n<p>Fazia tempo que n\u00e3o era beijada como naquele instante&#8230; Meu marido, nem de longe, saberia me fazer entrar num transe sexual como o que o Bertinho me proporcionou! Fiquei molhada na hora!<\/p>\n<p>Procurei escapar dos seus bra\u00e7os, mas ele, muito forte e possu\u00eddo por Eros, ao mesmo tempo que me segurava pela cintura, apertava vigorosamente minha bunda.<\/p>\n<p>Me entreguei quando ele, enla\u00e7ado em meu corpo com a m\u00e3o esquerda, tocou meus seios com a direita (meu ponto fraco s\u00e3o meus seios).<\/p>\n<p>Segurando-me pela cintura, foi me empurrando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 porta da cozinha para o corredor e passou a chave &#8230; Se algu\u00e9m aparecesse, n\u00e3o teria acesso ao lugar onde est\u00e1vamos.<\/p>\n<p>Da\u00ed em diante, virei Eva num para\u00edso que eu tinha como cozinha&#8230; Parti, ent\u00e3o, pra cima dele como uma loba no cio&#8230;<\/p>\n<p>Me ajoelhei sobre o piso e baixei violentamente a bermuda e a sunga dele &#8230; caindo de boca naquele mastro enorme e duro! \u00a0Ele delirou!<\/p>\n<p>Mamei com voluptuosidade, lambi seu saco, sua virilha, suas coxas, voltei a mamar-lhe o cacet\u00e3o \u2013 por volta de 20cm! Grosso, rijo, melado&#8230;<\/p>\n<p>Pediu-me que parasse&#8230; caso contr\u00e1rio gozaria imediatamente. Ainda que estivesse possu\u00edda por um desejo sexual intenso, controlei-me e fiquei em p\u00e9, junto dele, colada mesmo, para beij\u00e1-lo com todas as minhas for\u00e7as (que eram muitas desde que me dispus a ceder ao ass\u00e9dio de que era \u201cv\u00edtima\u201d).<\/p>\n<p>Ele prop\u00f4s tirarmos o que havia sobre a mesa e sobre ela deitarmos. Foi tirando o meu shortinho, meu biqu\u00edni enquanto eu o despia. Que corpo surgiu aos meus olhos!<\/p>\n<p>Bunda durinha, alguns pelos no peito, pelos pubianos aparados. E um pinto&#8230; um p\u00eanis&#8230; uma jiboia&#8230; uma sucuri&#8230; uma anaconda que multiplicou por mil meu tes\u00e3o! Ca\u00ed de boca novamente naquele mastro! Suguei, lambi, suguei, lambi &#8230; ele pedia por favor para que eu parasse.<\/p>\n<p>Cedi e pedi para que ele passasse a ser o ativo da transa.\u00a0 Ele come\u00e7ou pela minha boca, beijando-me intensamente e, com o furor de um bis\u00e3o, desceu aos meus seios &#8230; enlouqueci! Quase arrancou os bicos! Mamava, chupava, mordia, voltava a mamar!<\/p>\n<p>Virou-me de bru\u00e7os e, a partir da minha nuca, foi lambendo e chupando pesco\u00e7o, costas, n\u00e1degas, coxas, pernas, voltou a percorrer o caminho de volta at\u00e9 minha bunda e nela, deteve-se!<\/p>\n<p>Ora lambia, ora mordia, ora dava palmadas, ora sei l\u00e1!<\/p>\n<p>Perdi o controle e a no\u00e7\u00e3o do que estava acontecendo tais eram as sensa\u00e7\u00f5es que passei a sentir a partir do momento em que ele passou a linguar meu bot\u00e3o cor de rosa. Em sete anos de casada, nunca meu marido tinha me proporcionado prazer igual, t\u00e3o intenso!<\/p>\n<p>Com a ponta da l\u00edngua endurecida, penetrava meu cuzinho virgem&#8230; lambia, enfiava a l\u00edngua, mordia as n\u00e1degas, voltava a linguar, lambia &#8230; Que loucura!<\/p>\n<p>Virou-me de costas sobre a mesa e atacou minha xana com a voracidade de um le\u00e3o que tem o dom\u00ednio sobre sua presa.<\/p>\n<p>Aquela mesma l\u00edngua \u2013 quente! \u2013 que penetrou-me por tr\u00e1s, agora sorvia todo o mel que foi produzido por orgasmos m\u00faltiplos e cont\u00ednuos. Meu clit\u00f3ris estava t\u00e3o endurecido que do\u00eda! Um misto de dor e prazer, muito mais prazer que dor.<\/p>\n<p>Com ele por cima de mim, pude, ent\u00e3o, sentir a rigidez de seu cacete que j\u00e1 pincelava minha gruta. Sabia que estava por segundos ser penetrada na minha mais esperada sensa\u00e7\u00e3o \u2013 gozar com o pau dele dentro de meu canal vaginal.<\/p>\n<p>E n\u00e3o deu outra! Aquela piroca deliciosa tocou o fundo do meu \u00fatero, o que me proporcionou o mais longo e prazeroso gozo! Desde que seu p\u00eanis entrou em mim, n\u00e3o parei mais de ter orgasmos &#8211; cont\u00ednuos, intensos. Estive \u00e0 beira de desmaiar. Ele, ao mesmo tempo, desabou seu corpo sobre o meu, exausto, mole, exaurido.<\/p>\n<p>Quando voltamos a nos dar conta do que ocorria \u00e0 nossa volta, nos deparamos com o dia que come\u00e7ava a clarear&#8230; eram pouco mais de cinco horas da manh\u00e3. Tinha sido uma maratona de sexo intenso.<\/p>\n<p>P\u00e9 ante p\u00e9, para que ningu\u00e9m nos percebesse, cada um foi para um dos banheiros a fim de tomar o derradeiro banho da sexta-feira gorda de Carnaval &#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enviado por: CARLOS SAMPAIO<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na sexta-feira que precedeu o Carnaval, meu cunhado (irm\u00e3o de meu marido) e mulher vieram \u00e0 nossa casa, para assistirmos pela TV os primeiros desfiles das escolas de samba de S\u00e3o Paulo. Chegaram por volta de oito horas da noite, trazendo, como j\u00e1 combinado, bebidas e carne. A gente ia \u201cqueimar uma carne\u201d e beber. 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