Sexo em Público ou Dogging em Jarinu
Busca avançadaMulher
35 anos - Bi
Jarinu, São Paulo
Sou simples. Gosto de pessoas com atitudes, odeio ladainha que só fala, chega na hr nem era aquilo que desenho
Homem
48 anos - Hetero
Campo Limpo Paulista, São Paulo
Sou Homem gosto de mulheres, casais pra fazer menage ou gangbang e dogging.
Homem
33 anos - Hetero
Itatiba, São Paulo
Somo o casal Ruby . O perfil era de solteiro Mais agora somos um casal, cheio de tesao e muita cumplicidade com sigilo regado de tesao
Homem
40 anos - Hetero
Itatiba, São Paulo
Olá, sou solteiro em busca de aventuras!!! Gostaria de conhecer pessoas de boa índole, respeitadoras, mas que curtam dar e receber prazer Estou no meio desde 2004 Sexo apenas com CAMISINHA!!!! NO VÍDEO, ESTOU SEM CAMISINHA, POIS ESTAVA COM A MINHA EAPOSA, NA ÉPOCA HOJE SOU SOLTEIRO, ALGUMAS PESSOAS ME CRITICAM POR ESTAR SEM CAMISINHA, MAS ELA ERA MINHA ESPOSA!!!! As fotos e vídeos são meus, não sou fake
ver maisHomem
31 anos - Hetero
Itatiba, São Paulo
Sou um homem simples, nao muito experiente, educado e respeitador. Não curto Drogas,não Fumo, bebidas alcoólicas sem excesso, sou do interior de São Paulo. Tenho 27 anos ,branco,alto,dote normal,honesto,educado,simpático,boa aparência,cheiroso e muito higiênico e sigiloso. Apenas uma fantasia onde todos sintam prazer. SEXO SEGURO SEMPRE.
Casal Ele/Ela
Ele: 33 - Hetero • Ela: Hetero
Atibaia, São Paulo
Olhem a cidade que estamos no momento, esposa totalmente liberada, marido só assiste.
Homem
38 anos - Hetero
Atibaia, São Paulo
Procuro mulheres para curtir o momento… chama Onze 9.9190.1779
Homem
37 anos - Hetero
Atibaia, São Paulo
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações...
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