Como introduzir o swing no casamento – Parte 1

Como introduzir o swing no casamento – Parte 1

Você está namorando há um tempão, ou então é casado ou casada, e tem o desejo de fazer um sexo diferente, variar o cardápio de vez em quando, ou explorar novas aventuras liberais com novos parceiros? Saiba que essa vontade é normal, tanto para homens quanto para mulheres.

O swing pode ser uma ótima ideia para temperar um relacionamento com um pouco de poligamia sexual. Como a falta de informação e de orientação pode prejudicar qualquer relação, confira algumas dicas para os casais que querem entrar no mundo do swing. Veja como introduzir a prática no seu casamento numa boa, para que os prazeres do sexo sejam compartilhados sem riscos e desentendimentos. Convide sua esposa ou seu marido para esta leitura.

Modalidades

Nos casamentos abertos, em que as pessoas têm relacionamentos sexuais extraconjugais, a maioria dos casais só permite o contato sexual não afetivo, e a prática do swing cabe exatamente nesta medida. O swing é basicamente a troca de casais para praticar sexo. Além da troca, o swing tem outras modalidades de sexo liberal, como ménage feminino e masculino, o gangbang, em que uma mulher faz sexo com vários homens, entre outras formas de compartilhamento de prazer.

Swing é bom para o casal

O swing pode ser a saída perfeita para quebrar a monotonia e reacender a chama do desejo numa relação. A prática pode tornar uma união estável mais leve e prazerosa e ainda ajudar o casal a superar algumas travas, vergonhas e limitações. Mas deve-se levar em conta que a iniciativa deve ser um prazer para os dois, por isso o diálogo a respeito é tão importante.

Vamos falar de swing?

O casal pode aproveitar bons momentos de bate-papo, ou até mesmo a hora do sexo, com o tesão a mil, para conversar sobre fantasias sexuais ou safadezas que gostaria de pôr em prática durante a relação sexual. Essa é uma boa deixa para introduzir a possibilidade do swing para o parceiro. Junto, o casal também pode buscar sites, blogs, filmes ou redes sociais de swing para ir se familiarizando aos poucos com a prática e nutrindo um desejo cada vez maior de iniciar novas parcerias sexuais.

Onde iniciar?

A melhor maneira é procurar as baladas liberais, conhecidas como casas de swing, encontradas facilmente numa rápida pesquisa na web. Há também as salas de bate-papo de swing, na internet. Fique tranquilo, você pode ir para um swing com seu parceiro ou sua parceira somente para observar, pois o sexo não é obrigatório e vocês não serão forçados a nada. Lembre-se que tudo deve ser decidido em conjunto com seu companheiro. Uma vez na balada, um drink pra relaxar, uns instantes na pista de dança e aparecem as oportunidades de conhecer pessoas praticantes e os ambientes próprios para o sexo, como quartos coletivos, as cabines de toque, etc. Existem boates e casas de swing para todos os tipos de público, e muitas se diferem pelo preço ou pela faixa etária dos frequentadores.

Pratique swing sem receios

Aqui, algumas dicas importantes para que o swing seja introduzido e praticado de forma consensual pelo casal. Confira:

  •       Não vá na onda dos outros e realize você suas próprias experiências, porque no swing há acertos e erros. Aprenda com eles;
  •       Amar e respeitar o companheiro e seus limites. Converse sobre os limites de cada um;
  •       O casal deve criar e respeitar suas próprias regras;
  •       Organize seu orçamento para gastos com swing para festinhas, bebidas e baladas;
  •       Seja discreto, pois a palavra swing espanta algumas pessoas e até casais que gostam de privacidade;
  •       Dê pouca importância para o belo. Há surpresas boas e ruins em todos os tipos físicos;
  •       Tenha cuidado com pessoas desconhecidas e marque encontros em casas especializadas em swing;

Regras básicas do swing

Não há lei que regulamente essa prática e nenhum livro de regras nas casas de swing, mas usar o bom senso é fundamental para uma convivência legal entre os adeptos da prática. Então, consideram-se regras básicas aquelas que garantem um comportamento aceitável por parte de todos os frequentadores de uma casa ou boate de swing. Vamos a elas:

1 – Abordar com respeito, sempre. De preferência aguarde algum sinal da parte feminina do casal. Em geral, em ambientes de swing, é a mulher que estabelece limites e liberdades.

2 – Não insistir quando sua abordagem não for bem-vinda.

3 – Não usar máquina fotográfica, nunca! Deve-se preservar a identidade dos frequentadores.

4 – Vá acompanhado. A grande maioria das casas de swing não permitem a entrada de clientes sozinhos.

5 – Use camisinha, sempre!

Não esqueça que esses lugares são frequentados por casais comuns que têm filhos, trabalham, se amam, e a discrição é bem-vinda. Chegar junto de alguém na pista de dança e fazer um elogio pode ser um bom começo de aproximação. Na sala de sexo coletivo, um toque sutil no corpo do seu alvo é positivo, e se a pessoa permitir, ótimo, você pode continuar avançando.

Mas se seu alvo protestar ou tirar a sua mão e pedir para parar, busque outro parceiro imediatamente. Não insista! Muitas vezes, alguns só querem conhecer o local antes de iniciarem-se no swing. Se esse é o seu caso, bata um papo com os praticantes. Isso pode fazer o clima esquentar e quem sabe você já começa a se soltar e compartilhar os prazeres do sexo com novos parceiros. Vamos lá, anime-se! Saiba mais sobre este universo e comece logo a botar em prática suas fantasias!

Ficou com dúvidas? Então assista o vídeo que preparamos sobre o tema Sexlog.tv no youtube e vamos conversar!