Eu trabalhava em uma cidade e meus pais moravam em outra. Por dois anos, toda semana, eu encarava duas horas de estrada até minha cidade-dormitório na segunda-feira bem cedo e voltava na sexta-feira logo após o expediente, pois estava fazendo um curso de pós-graduação de fim de semana. Aquela sexta estava especialmente entediante. Tinha sido um dia de cão na empresa e o pessoal havia marcado um happy hour, mas quando liguei para casa avisando que não iria, minha mãe reclamou de dores e resolvi voltar para casa, como um bom filho que sou.

No marasmo da estrada que eu conhecia de cor, eu amargava meu mau-humor e, a cada retorno, minha mão coçava para voltar e afogar as mágoas no bar com os amigos. Ultimamente, minha vida amorosa estava uma chatisse. Eu saía com uma menina do meu bairro que estava no meu pé querendo namorar e eu queria fugir disso… Tinha meus rolos na cidade onde trabalhava, mas nada muito empolgante também. Andava preferindo bar e churrasco com a rapazeada do que gastar a noite numa saída aleatória.

Naquela noite, eu estava desanimado escutando um rock no carro, quando algo chamou minha atenção. Numa reta, lá de longe meu farol iluminou pernas, cintura e cabelos loiros de uma mulher. Olhei no retrovisor e não vinha carro, como de costume na estrada secundária que eu utilizava para fugir dos pedágios. Reduzi. Vi a mala e o dedo levantado, no clássico sinal de viajantes pedindo carona.

Depois de um milésimo de segundo de dúvida, resolvi parar. Sabia dos perigos, mas eu estava com um bom pressentimento.

– Oi, moça… Para onde você está indo? – perguntei, tímido.

– Ah, preciso parar na próxima cidade – ela falou. também sem muita confiança.

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– Bom, estou indo pra lá, se você quiser eu posso te dar uma carona.

Ela me olhou, avaliando suas chances por alguns segundos. Viu meu crachá no console, minha roupa de escritório e deve ter decidido que corria menos perigo comigo do que sozinha na estrada, porque de repente ela abriu a porta, jogou a mala no banco de trás e sentou, olhando pra mim e agradecendo.

Ainda faltava hora e meia de viagem e puxei papo. Dez minutos depois, ela estava rindo da própria vida, após me contar que viajava com amigos bêbados, discutiu com eles e acabou expulsa do carro. Um absurdo, como ela mesma definia, mal podendo acreditar no azar.

– A sorte foi você ter me resgatado, sabe lá o que poderia acontecer comigo nesse breu – disse, sorrindo pra mim. Depois de um momento de silêncio um pouco constrangedor, ela abriu a bolsa e tirou uma whiskeira, deu um gole demorado e me ofereceu. Não aceitei, mas gostei da ideia de ela beber… Precisou de pouco tempo para as risadas ficarem mais altas, o papo ficar mais picante e ela fazer contato físico comigo, colocando a mão na minha perna, nos braços e puxando minha mão para sentir como o coração dela estava disparado.

Uma meia hora depois, quando faltavam poucos quilômetros para chegarmos ao perímetro urbano, ela pediu para fazer xixi. Encostei, ela desceu e eu fiquei esperando no carro. Quando ela terminou, colocou a cabeça na porta aberta e disse:

– Cara, você precisa ver isso – desaparecendo de novo em seguida.

Sem entender muito, tirei o cinto e desci do carro.

– Ver o quê? – questionei, olhando para cima, procurando algo no céu, já que era impossível ver outra coisa. Quando minha vista acostumou com a escuridão, virei para ela e paralisei de surpresa ao vê-la sem a blusa, com dois peitos deliciosos iluminados pela luz indireta do farol do carro.

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– Achei que esse podia ser um bom jeito de agradecer pela carona e pelo papo… – Ela falou, enquanto chegava perto de mim e me tascava um beijo que, caramba, nem consigo descrever. Eu ainda estava meio sem reação, então ela pegou minha mão e colocou uma em seus peitos, outra em sua perna. Finalmente percebi que não estava sonhando e liguei o modo animal, acariciando os seios enrijecidos daquela estranha deliciosa ao mesmo tempo que passava a mão na buceta dela, que já estava pulsando de desejo.

Ela me arrastou de volta pro carro e me fez sentar no banco de trás, ajoelhando em cima dele e tirando o meu pau pra fora, que ela imediatamente começou a chupar. Chupou gostoso e me deixou louco de tesão. A possibilidade de algum carro aparecer deixava tudo ainda mais excitante. Olhei pra ela naquela posição e não tive dúvida: levantei e dei a volta no carro, ficando de pé do lado de fora para chupar a xaninha gostosa dela. Ela gemia e pedia pica de um jeito que me deixava louco. Apontei meu pau e enterrei inteiro na buceta dela, que gritou de prazer.

– Uau, mete forte em mim, vai, sou sua putinha da estrada… – ela falava e eu nem escutava, socando firme nela até quase não aguentar mais. Desencaixei dela e sentei na frente, no banco do passageiro. Ela entendeu e veio junto, deu um beijinho no meu pau e me olhou com cara de safada enquanto sentava sem nenhum esforço nele.

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Ela rebolava e o carro mexia junto, sabia cavalgar aquela safada… Subia, descia e empinava o peito pra mim. Com um movimento, ela mexeu na alavanca e colocou o banco todo para trás e conseguiu se posicionar de maneira a ficar com a buceta inteira na minha cara.

– Lambe tudo, mela tudo que hoje eu quero que você tire a virgindade do meu último buraco intocado…

Meu coração disparado não me deixava raciocinar, eu só obedecia, lambendo o cuzinho dela e ia colocando o dedo pra ela acostumar. A safada nem reclamava, pedia mais, queria mais e quando não aguentou de tesão, foi descendo a bunda e encaixando o cu na minha rola bem devagar, enfiando aos poucos até sentar completamente em cima dele. Ela gemeu e esperou um pouco, acostumando-se com a minha pica dura dentro do cu dela, antes de começar a controlar a foda, levantando e descendo aquele traseiro lindo, deixando minha vista ainda mais privilegiada.

Ela levantou e saiu do carro, indo para a frente do capô, eu logo atrás. Apoiou as mãos e empinou a bunda e olhou pra trás:

– Vem… – ela pediu, e eu obedeci na hora.

Segurei bem firme a cintura, soquei o pau no cuzinho dela e fodi gostoso, ela gemendo para a noite e os faróis iluminando tudo.

Nooossa, você mete gostoso demais, eu vou gozar, vem comigo, mela meu cu…

E eu também gemi e esporrei minha caronista toda por dentro do cuzinho apertado dela.

Recuperamos o fôlego, nos recompusemos e seguimos estrada, ela calada e eu mal podendo acreditar na minha sorte. Deixei a estranha na rodoviária e nunca mais a vi…

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