Vamos começar aqui na Revista Sexlog um desafio delicioso: convidamos os usuários de nosso parceiro, Sexlog, para colaborar com nosso portal em nosso espaço dedicado para contos eróticos.

Quem estreia essa coluna é a usuária fepaes que nos ensina como cavalgar naquele garanhão com graça e estilo… vem ler!

Aprendendo a cavalgar

Da usuária do Sexlog fepaes

Lembro, como se fosse hoje, e com a mesma intensidade do desejo do proibido, quando na minha juventude, comecei a olhar meu primo de um jeito diferente…

Exalando safadeza sempre, Vitor, com seus 19 anos na época, não perdia uma oportunidade de exibir seu corpo maravilhoso realizando os trabalhos braçais ajudando meu tio em sua chácara. Onde se olhasse encontrava-se Vitor sem camisa com aquela sua calça de moletom cinza, surrada, suja de barro, suada, e que marcava seu pinto enorme, o qual ele fazia questão de deixar livre sem cueca…

Vitor é um rapaz moreno claro, forte (mas não malhado), com uma voz grossa, sorriso iluminado, inteligência daquelas que dá gosto de conversar e um ar de safado que se percebe de longe. Um rapaz bonito, bem apessoado, um pouco rude, daqueles que querem mostrar o tempo todo que são muito ‘homens’ e que poderiam jogar sobre a mesa e devorar toda e qualquer mulher que ele escolhesse… com isso, brincadeiras que evidenciassem a sexualidade faziam parte do cotidiano quando se convivia com ele.

Naquela época a alegria da primaiada era quando Julho se aproximava, pois chegávamos à tão esperada época de férias escolares e íamos em caravana passar dias na chácara da tia M.

Entrávamos nos carros, levados por nossos pais, que passavam o fim de semana lá conosco e depois voltavam à cidade, enquanto nós nos divertíamos durante um período de 10 a 15 dias.

O combinado era que todos ajudassem tia M. e tio C. nos afazeres, cuidando da horta, da limpeza e dos animais.

Vitor com seu espírito aventureiro, desde menino era apaixonado por cavalos. Iluminava-lhe a face quando chegava a hora de ir ao mini estábulo da chácara conversar com Estrela, a égua, e com seu potro Jhonny. Passava horas a cuidar deles, passeando com eles sentindo o vento batendo em seu rosto e depois lhes dava banho e os alimentava antes de voltar à casa da chácara para almoçar conosco.

Certo dia, depois de ter reparado muito no volume que o pau de Vitor fazia naquela calça, senti vontade de me masturbar pensando em como devia ser experimentar aquilo tudo. Ficava molhada de imaginar as loucuras que podíamos fazer e como ele deveria ser um amante fenomenal. Foi a primeira vez que me masturbei, foi pensando nele, no homem dos meus sonhos,meu primo… O medo de alguém sonhar que isso estava acontecendo me deixava mais incendiada de tesão.

Fui, me toquei imaginando aquele homem pelado segurando o pau na minha frente e me oferecendo para chupar. Quando comecei a me aproximar dele para pegar no pau, delirei de tesão com a cena imaginada e gozei.

Queria mais, queria chamá-lo para estar ali comigo e matar minha curiosidade de como era ter seu pinto em minhas mãos, mas tive medo.

O dia correu normal, fomos nadar no rio a tarde e depois Vitor foi dar uma volta na Estrela. Quando ele voltou, estava todo suado, com aquele cheiro que depois vim a descobrir que era o cheiro maravilhoso de um macho cansado, suado e que só queria relaxar após ter feito muito algo que gosta.

Perguntei a ele se ele não tinha medo de andar na égua sem cela, sem nenhuma segurança e ele riu da minha cara e disse: Você é muito medrosa. Eu confio na Estrela e eu sou bom no que faço, jamais cairia. Você nunca andou à cavalo?

Eu respondi prontamente que não, mas que achava bonito as pessoas em seus cavalos, e fiquei sem graça… ele riu e perguntou se eu queria aprender e eu disse que sim.

Como Estrela estava cansada da corrida, ele disse que no dia seguinte poderia me ensinar a cavalgar e deu um sorrisinho que fiz de conta não entender. Corri para o banheiro, estava encharcada.

Vitor foi se banhar e eu fui ler e fazer palavras cruzadas. Não conseguia me concentrar pensando que a poucos metros de mim, no banheiro estava Vitor pelado, ensaboando seu corpo, lavando seu pau e que eu poderia fazer isso para ele com prazer, bastaria que ele pedisse.

Aguardei ele sair, entrei no banheiro disfarçando o olhar e me masturbei sentindo o cheiro de seu banho no ar.

Eu já estava sem controle… não conseguia pensar em mais nada a não ser no pinto do meu primo.

Decidi ir dormir cedo, após ver um pouco de TV depois do jantar para ver se o dia seguinte chegava logo, onde eu poderia sair para cavalgar com Vitor na estrada de terra e talvez desse a sorte de vê-lo por o pau pra fora pra mijar em algum ponto do passeio.

A noite, entrei escondida no quarto dos meninos, fiquei observando de cima o corpo de Vitor sem camisa e só de cueca branca. Um volume imenso, era só isso que eu via… estava hipnotizada… Não conseguiria dormir depois disso… desci para beber água e na volta decidi me arriscar… derrubei um livro no chão para ver se Vitor e meu irmão acordavam ou se tinham sono pesado… ele se mexeu, virou de lado mas continuou ‘dormindo’.

Eu fui ao lado da cama dele e tremendo, coloquei a mão por cima do pau dele naquela cueca e pude sentir pela primeira vez na vida meu corpo estremecer com a felicidade de pegar num pinto que eu tanto desejava (eu nem sabia o que faria com um mais pra frente e até hoje rs)

Vitor se mexeu, eu tirei a mão, saí ‘correndo’ fui pro quarto das meninas e subi na minha beliche e finji dormir…

No dia seguinte não conseguia olhar para ele de manhã com medo dele ter percebido algo, e então ele me chamou: Pronta para sua aula? Vai aprender a cavalgar hoje? E sorriu…

Tio C. olhou com cara de espanto e com um sorriso nos lábios e eu disse que já tinha até esquecido da aula…

Fomos até onde os cavalos estavam e para minha surpresa ele não quis que eu fosse no Jhonny e ele na Estrela. Disse que seria mais perigoso, já que eu estava aprendendo, precisava de segurança e que como ele era forte, se eu tombasse, ele poderia me segurar estando no mesmo animal que eu.

Não sabia o que fazer… como ia me controlar para não ficar molhada a hora que colasse meu corpo no dele em cima da égua? Pensava rapidamente se dava uma desculpa e desistia ou não, daí lembrei do calor em minha mão quando peguei naquele pinto e resolvi enfrentar…

Sem cela e sem segurança, não tinha como me proteger a não ser segurando na cintura de Vitor enquanto Estrela andava e as vezes ele fazia ela correr um pouco para me assustar (e aí eu o abraçava mais forte).

Ele estava sem camiseta, só de bermuda (sem cueca, sempre) e as vezes com os trotes minhas mãos escorregavam e passavam próximo ao seu pau, mas eu rapidamente tirava fingindo que isso nem estava acontecendo.

Quando nos afastamos bastante da chácara, na estrada, e chegamos próximo à uma plantação de cana que fechava a visão da estrada da chácara, sinto a mão dele puxar a minha mão para cima de seu pau por cima da bermuda. Gelei e tirei a mão mas não falei nada. Segundos depois ele colocou de novo a minha mão em cima de seu pinto. Deixei um tempinho e tirei sem falar nada, mas dei uma risadinha… Ele olhou pra trás e sorriu. Seu pau estava uma pedra de tão duro já e eu estava a ponto de implorar para que ele me deixasse chupá-lo…

Ele então parou a Estrela e disse que eu tinha que aprender a guiar, então que teríamos que trocar de lugar. Ele ia atrás de mim e eu ia aprendendo a cavalgar guiando a Estrela. Quase morri de felicidade quando me dei conta que ele queria esfregar a pica dele na minha bunda enquanto passeávamos. Na hora aceitei e troquei de lugar com ele. Depois de um tempinho se esfregando e passeando ele pediu que eu parasse o animal e descesse dele.

Fiz o que ele pediu e ele desceu também. A visão era maravilhosa. A cabeça enorme e rosada da vara dele estava apontando pra fora da bermuda, como se tivesse vida própria. Linda, grande, suculenta, como vi poucas depois na minha vida. Vitor exalava um tesão incrível e seus olhos devoravam minha bundinha, enquanto eu só imaginava o que aconteceria dali em diante…

Sem falar nada, Vitor olhou para minha bunda e empurrou meu ombro pra baixo, me forçando a me ajoelhar… eu obedeci e ele abriu minha boca. Meteu aquela rola enorme, me fazendo engasgar… Quando engasguei, puxou meu cabelo e disse pra eu tomar cuidado para não machucar seu pau com o dente.

– Presta atenção como faz! Levanta!

Ele se ajoelhou, abaixou meu shorts e começou a chupar minha bucetinha de de um jeito que eu nunca imaginei que pudesse acontecer.

Chupou, chupou e eu urrava de tesão.

Quando eu estava louca, querendo ser sua vagabunda, ele se levantou e mandou que eu virasse:

– Você está bem obediente, merece ganhar pica no cuzinho. Já deu a bunda antes, sua safada?

– Não, nunca!

– Caralho! Vou estreiar esse seu rabinho hoje então… se prepara!

– E se doer?

– Você aguenta. Você vai gostar e vai querer mais que eu sei!

– Tá bom Vi, respondi já quase implorando para que me comesse logo.

Apoiei num monte de terra, que formava uma elevação na lateral de onde estávamos, ele tirou minha bermuda, deu um tapa na minha bunda, eu ri, estava nervosa, e ele riu também e falou:

– Não tenha medo, nem nojo, nem nada. Vai doer mas você vai gostar!

Abriu meu cu, cuspiu e enfiou um pouco do pau. Eu achei que ia morrer de dor… Aquele pinto enorme estava arrombando meu cuzinho, me fazendo ver estrelas (não, não eram 2 éguas rs) mas eu sentia algo bom… aquele homem lindo, aquele menino que eu admirava desde pequena me queria, havia me escolhido para lhe satisfazer. Um sensação boa tomou conta de mim e eu aguentei a dor. Ele não colocou inteiro porque ele é bem dotado e eu não aguentaria ou não ia querer mais depois e os planos dele era me ter e meter rs sempre que desse.

De repente, meu homem se retirou de dentro de mim me fez abaixar de novo. Chupei pela primeira vez um pau que havia saído de um rabo.

Depois disso, tirou minha blusinha, forrou no chão, sentou-se com aquele pauzão apontando pro céu e mandou que eu me sentasse nele:

– Vem! Eu falei que você ia aprender a cavalgar hoje… mostra pra mim o que você sabe fazer…

Sentei, mas não consegui ir até o final… brinquei um pouquinho, subindo e descendo, mas ele não quis forçar demais… (não se preocupem, depois eu recompensei ele bem em todos os anos seguintes) senti aquele vazio do pau dele deixando minha bundinha vazia e ele se levantou. Ele me fez ajoelhar de novo e de repente estava com o rosto todo lambuzado de porra, quentinha, grossa, com aquele cheiro maravilhoso que chega a fazer a gente ter sonhos quando lembramos…

Ele mandou eu me limpar com a minha blusa e eu obedeci.  

Subimos na Estrela e voltamos. Ele fez várias perguntas, do tipo se eu tinha vontade antes, se fazia tempo que eu queria dar para ele e me avisou que sentiu eu pegando no pau dele a noite e que quando todos dormissem era pra eu descer pro quarto dos meninos de novo que ele já tinha combinado com meu irmão pra ele dormir no outro quarto para eu ir para a cama dele pra os divertirmos mais.

Chegando lá, eu fui direto pro banho pra trocar de blusa e ele me pediu a blusa de presente. Fez eu passar ela na minha bucetinha e dar de presente para ele. Fiquei com mais vontade que a noite chegasse depois desse pedido tão gostoso.  

Nos 5 dias que se seguiram na chácara eu ficava de 4 pro Vitor de manhã e de noite, ou de tarde e de noite ou de manhã e de noite. Sempre que podíamos ou saíamos à cavalo pra meter no mato, ou brincávamos no mini-estábulo, ou no bananal ou no rio.

Foi assim que eu virei a puta dele e isso durou uns 5 anos, até perdermos contato porque ele se casou e a mulher dele sabe o macho que tem e não deixa ele fazer nada nem ter muito contato com as pessoas de fora do círculo dela…

Outro dia conto mais fodas com ele. Tivemos muitas noites do pijama na casa dele e na minha em outras férias. Depois ele colocou o primo dele na brincadeira e eu comecei a dar pros 2.

Muitas lembranças boas…

Sempre que der compartilharei com vocês.

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