Minha família é bem numerosa. Costumamos passar as festas de final de ano sempre juntos na praia. Alugamos uma casa e dividimos os espaços e as despesas. No ano passado não foi diferente. Fomos para o litoral sul de São Paulo em uma casa pequena, mas perfeitamente confortável. Regina é minha cunhada. Mulher de baixa estatura, seios grandes e bumbum também grande. Por ter dado à luz recentemente, Regina tinha os seios mais volumosos ainda, o que chamava muito a minha atenção. Entretanto, sempre mantive com Regina um relacionamento distante, ou seja, achava Regina uma bela mulher, mas só. Nunca havia olhado para minha cunhada de forma mais sensual.
Desta vez, estávamos com mais gente na casa do que o normal. O clima também não ajudava, pois estava muito calor. Por conta disto, não consegui dormir. Peguei um livro e fui para fora da casa. Passei pela cozinha, arrastei uma cadeira para o quintal e fiquei sentado tentando relaxar um pouco.

Percebi que Regina também saiu da casa.
Tive a sensação que ela havia me visto também. Não falei nada com ela, entretanto a acompanhei com o olhar. Ela sentou-se em um banco do quintal, afastada de mim, porém eu podia enxerga-la perfeitamente.
Regina então abaixou delicadamente a camisola, deixando seus seios quase expostos. Fiquei um pouco encabulado, mas disfarçadamente continuava olhando para minha cunhada. Pude perceber como seu seio estava volumoso e isso me deixou inquieto. Pouco tempo depois, Regina, abaixou mais o decote da camisola, deixando bem mais visível o contorno dos seus seios. Ela mostrava que estava com bastante calor, abanando-se frequentemente. Depois de alguns instantes ela se levanta e entra na casa. Fiquei com uma visão na minha mente: como eram deliciosos aqueles seios, como pude nunca observar antes? Devo reconhecer que aquela visão me deixou excitado. Meu pau cresceu de forma a aparentar um volume a mais na minha bermuda. De olhos fechados, passei a mão no meu pau, imaginando minha cunhada novamente por ali.
Alguns segundos depois Regina volta e agora vem em minha direção. Disfarcei o olhar e coloquei o livro sobre a minha bermuda, pois meu pau estava duro pela visão e pelo meu pensamento.
Ela chega bem perto e me diz:
– Calor aqui né? Não consigo ficar na casa. Não sei como todos conseguem dormir…e você o que faz aqui fora?
– Também estou com calor. Vim para fora me refrescar e ler um pouco.

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Sem muito pensar, Regina se abaixa e tira o livro que estava em meu colo. É claro que ela percebeu que eu estava de pau duro…então ela me diz:
– Imagino que a leitura esteja bem interessante…ou foi algo diferente que aconteceu?
Não pude me fazer de desinteressado. Fui direto ao assunto:
– Tive uma visão maravilhosa a alguns minutos. E dei uma pequena risada pelo canto da boca, como se tentasse disfarçar meu nervosismo.
Regina entendeu minha resposta. Ela se aproxima bastante do meu ouvido e me diz:
– Sei que me observa…e eu sei que seu pau está duro por mim…eu estou com bastante desejo por você! Meu marido não está mais dando conta do meu tesão…eu quero você!
Eu imediatamente respondi em voz baixa:
– Quero te comer…tem razão, eu quero muito te comer!
Regina então me diz:
– Amanhã a noite eu quero que você coma meu cuzinho…você entendeu? Eu vou dar meu cu virgem pra você! Se você quiser, compre um lubrificante e me espere nessa mesma hora. Eu vou estar por aqui, com certeza.
Falando isso, Regina se afasta. Eu fico com a sensação que ela estava sem calcinha, isso só me deu mais tesão.

No dia seguinte, falei para minha esposa que ia até a cidade procurar uma farmácia para comprar um shampoo. A desculpa que eu dei era de que o meu havia acabado e o sal estava deixando meu cabelo bem difícil de pentear. Minha esposa então pergunta para a Regina:
– Você precisa de algo da farmácia? O Cláudio vai até a cidade!
Ela sorri, mas diz que não precisava de nada. Tive a certeza que ela havia entendido a mensagem.
Comprei o lubrificante e alguns preservativos…eu queria muito comer o cuzinho da minha cunhada. Sua bunda é bem grande, imagino como seu cu deve ser apertadinho…
Quase não me contive. Fique ansioso por todo o dia e quando todos foram dormir fiquei mais aliviado.
Na mesma hora de ontem, fui para o quintal. O lubrificante estava no carro e eu corri para pegá-lo. Fui de bermuda, mas estava sem a cueca, imaginando o que poderia acontecer.
Percebo que a porta da casa se abre e Regina aparece. Ela fecha a porta levemente para que ninguém acorde ou perceba que estava saindo.
Ela vem na minha direção e de forma provocativa, abaixa sua camisola, mostrando-me seus seios. Eles estavam enormes…eu adorei!
Assim que se aproximou ela me cochichou:
– Não fale nada. Eu faço o que quero com você.
Só balancei a cabeça, fechando os olhos.
Ela então se abaixa e tira meu pau para fora da bermuda. Ela tinha muita habilidade no sexo oral. Prontamente deixou meu pau duro, com a cabecinha latejando de tesão. Ela chupava a cabeça do meu pau e engolia tudo o que podia. Sugava de forma maravilhosa, massageando minhas bolas ao mesmo tempo. Quando tirava meu pau da sua boca, ela cuspia na cabecinha, engolindo tudo novamente. Eu já não estava suportando…queria fuder aquele cuzinho, era incontrolável!
Ela então sussurra:
– Cadê o lubrificante?
Mostrei a bisnaga e as camisinhas. Ela prontamente tirou a tampa e despejou muito na cabeça do meu pau. Quase meia bisnaga…escorria pela cabeça do meu pau e chegava até as bolas. Ameacei pegar o preservativo, mas ela segurou minha mão e despejou mais lubrificante ainda no meu pau.
Regina então se vira de costas para mim, abrindo minhas pernas e se colocando na frente do meu pau.
Ela então levanta a camisola, e me mostra que estava sem calcinha! Eu tinha uma visão maravilhosa! Queria muito fuder aquela mulher.
Regina pega meu pau e começa a esfregar a cabeça na porta do cuzinho, como se quisesse que eu começasse a arrombar aquele buraquinho. Eu estava alucinado. Meu pau latejava e ao mesmo tempo estava totalmente lambuzado de lubrificante. Ela então começa a sentar em direção ao meu pau. A cabecinha entrou e eu comecei a sentir aquele buraquinho muito apertado.
Eu sentia a cabeça do meu pau arrombar aquele rabinho virgem. Eu estava adorando aquilo tudo…De uma vez ela se levanta, se vira pra mim e diz:
– Está doendo, mas eu quero que soque até o fundo. Sem dó!
Cumpri o que ela pediu. Abaixei o quadril dela com força em direção ao meu pau. Pude sentir que ela gemeu baixinho. Comecei então a levantar seu quadril e a sentir o vai e vem do meu pau no seu cuzinho. Ela delirava. Eu observava aquela bunda grande com meu pau entrando e saindo…era delicioso!
Ficamos assim…eu bombava no cu da minha cunhada e ela estava adorando!

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– Quero que você goze no meu cu. Quero sentir sua porra quente no meu rabo!
Eu já não aguentava mais. Quando percebi que ela desejava meu leitinho, deixei os músculos mais soltos. Em pouco tempo, gozei deixando minha porra encharcar aquele rabo delicioso.
Regina engoliu meu pau e agora minha porra quente. Mesmo depois de gozar, ela ainda continuou bombando por alguns instantes, até sentir que meu pau começava a amolecer por conta da gozada maravilhosa que eu havia dado.
Ela então se levanta, vira de frente pra mim e pede:
– Quero que você me dê um beijo de porra! Vou passar seu leitinho na sua boca e quero que você me beije! Eu nunca havia colocado minha porra na boca…mas estávamos com muito tesão. Eu não podia negar.
Então ela se abaixa a mão e passa no seu cuzinho. Um pouco da minha porra veio nos seus dedos. Ela então passa aquele leitinho nos meus lábios e imediatamente me beija. Lentamente no início, mas forte logo depois!
Nos beijamos muito gostoso. Ela tinha uma boca simplesmente maravilhosa!
Nossa respiração estava ofegante e rápida. Por um momento achamos que alguém pudesse ter nos ouvido.

Regina então se fasta saindo do meio das minhas pernas. Arruma a camisola e nada fala, como se estivesse sem palavras para o momento.
Eu fiquei paralisado. Nunca tinha presenciado uma experiência tão quente e perigosa.
Nos outros dias nos tratamos de maneira formal. Entendi que ela desejava que isso ficasse desta forma. E eu também…afinal, somos casados…

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