Era já outono, o tempo estava esfriando, mas a previsão do tempo era de sol. Para aproveitar o fim de semana, eu e meu marido resolvemos convidar minha irmã e meu cunhado para irmos para a praia e ficar num apartamento que temos no Guarujá-SP.
Combinamos de sair na sexta-feira à noite, depois de vinte horas. Para nossa surpresa, minha irmã, por volta de dezenove e trinta me chama no whatsapp, perguntando se poderia levar uma amiga. Como o apê tem três dormitórios, concordei. Na hora combinada, ela chegou na frente do prédio em que moro e interfonou. Sugeri que ela subisse com o marido e a amiga. . . Tínhamos preparado um breve jantar – pizza e vinho. Quando tocaram a campainha, meu marido se adiantou para abrir-lhes a porta enquanto eu terminava de arrumar a mesa. Ao me deparar com a amiga convidada, tive um arrepio . . . Uma mulata jambo, com altura de aproximadamente um metro e oitenta, corpo esguio, falsa magra, seios médios, usando legging branco e camiseta colada, na cor verde-água. Uma escultura de ébano!

Ela me confessaria no domingo que sentiu meus olhos brilharem intensamente quando fomos apresentadas. A recíproca também era verdadeira. O sábado passou sem nenhum fato a ser destacado – café da manhã por volta de dez horas, praia, volta da praia perto de dezesseis horas, preparação do almoço, os homens preparando batidas de carambola com vodka, enquanto que nós, mulheres, fomos ajeitando o cardápio para o almoço/jantar. Contudo, o desejo de saber mais e mais sobre Neila, a amiga de minha irmã, ia aumentando com o passar do tempo e da proximidade.
Neila, sempre perto de mim, me ajudando no que era necessário.

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Essa proximidade começou a me deixar excitada! Sentia-me molhadinha. E nunca antes tinha sentido qualquer atração por uma mulher! Acabamos de comer perto de dezoito horas. Por volta de vinte horas, começamos a jogar baralho; no primeiro momento, fiz dupla com meu marido, mas na segunda partida, passei a fazer dupla com a Neila e começamos a trocar mensagens com os pés, por debaixo da mesa. O tesão me subiu à cabeça!Enlouqueci com os toques que ela me dava com os dedos dos pés, nas minhas pernas, tendo chegado a tocar minha xana! Nossos olhares nos denunciavam! Conversávamos com os olhos!

Jogamos até quase uma hora da manhã. Fui para a cama com a xana completamente encharcada. Meu marido me tocou e me perguntou o que estava havendo. Disse-lhe que as batidas e o vinho do jantar haviam mexido com minha libido. Trepei muito com ele! Contudo, metia pensando sempre nela! No domingo, encurtamos o tempo de praia visto que o tempo ficou nublado perto do meio-dia. O almoço estava já adiantado e rapidamente estava na mesa. Naturalmente, os homens voltaram a preparar batidas, desta vez de abacaxi (que adoro!). Falei que iria dar uma cochilada, eles queriam jogar boliche.
Neila disse a eles que não curtia aquilo e que ficaria em casa. Ela também tinha um plano a ser consumado. Quando percebi que eles saíram, logo me levantei e fui para a sala, perguntando-lhe:- Você trancou a porta? Ela balançou a cabeça negativamente e, ato contínuo, passou a chave. Como havia esfriado, sugeriu-me que ficássemos de pijama a fim de, sob um edredom, ver um vídeo que ela tinha na mala. Fechei a cortina e liguei a TV. O filme que ela havia trazido tinha um título que me deixou intrigada – Berlin Affair, ou seja, Um Caso em Berlim. Que caso? – cogitei . . .

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Iniciado o vídeo, logo me dei conta de que o enredo era altamente erótico. De repente, senti a mão direita de Neila procurar minhas mãos . . . Estremeci! Começou por acariciá-las . . . Como não refutei a investida, ela tocou meu seio esquerdo, bicos endurecidos, comecei a ficar molhada. Molhada e trêmula! O desenrolar do vídeo conduzia-nos para aumentar ainda mais os nossos tesões. Fui, passivamente, deixando que ela tomasse o comando. Já tocava meus seios com um carinho e delicadeza extremos. Foi ao meu umbigo, circundando-o com os dedos. Mais alguns segundos, meu tesão foi a mil quando ela enfiou a mão sob a minha tanguinha . . . Chegou ao meu Monte de Vênus, acariciando meus pelos pubianos (tenho só uma trilha vertical; meu marido me depila semanalmente). Passei-lhe a mão pelo pescoço e trouxe sua cabeça para junto de mim, oferecendo-lhe meus seios a serem chupados, o que ela fez com muitos beijos e muita delicadeza . . . Gemi de tesão . . .Gozei porque ela demorou-se em ambos os seios . . . Tenho muito tesão quando sou tocada ou tenho os seios chupados (uma vez, no metrô, um homem maduro tocou nos meus seios e gozei!). Porque não aguentava mais de tesão – minha xana por inteiro e meu grelo pulsavam, supliquei-lhe que me masturbasse. Ela tocou-me já com dois dedos, pois sabia que eu deveria estar absolutamente molhada.
Nunca tinha imaginado sentir tanto tesão com uma mulher! Já não assistíamos mais ao vídeo, nós éramos o vídeo! Com um dedo, ela massageava meu clitóris; com outro, penetrou-me, buscando meu ponto G. Que delírio! Gemia descontroladamente, com orgasmos contínuos! Supliquei-lhe que me chupasse! Mas ela retardava esse desfecho. Continuou a me masturbar, chupando meus seios e me beijando loucamente. Virou-me de bruços e, deitada sobre mim, passou a lamber meu pescoço, costas, beijando, beijando, mordiscando . . . descendo . . . descendo . . . Mordeu levemente minha bunda, foi para minhas coxas . . . pernas . . . pés . . . Ai! Meu Deus!
Fui ao céu quando ela lambeu meus pés e mordeu de leve o peito do pé esquerdo! Gozei!

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Neila descobriu um ponto erógeno que eu, agora, aos quarenta e quatro anos, desconhecia! Foi ao pé direito e repetiu a dose!Virei-me e ficamos frente a frente, ela por cima, olhando-nos fixamente, seus olhos eram um vulcão de tesão e desejo insaciáveis! Não falava nada! Só agia! Beijou-me com volúpia e, finalmente,  falou:- Quero você pra mim! Quero chupar sua buceta!Foi a “ela” e iniciou a maior, mais longa e melhor chupada que já “sofri” (se é que isso se constitui num sofrimento!), gozando continuamente, gritava de tesão! Ela não parava! Não sei o tempo que durou!O que sei (se é que sei!) é que gozei tanto que, a certa altura, pedi-lhe que parasse tanta era a dor que sentia no meu grelo . . . duro! Duro! Duro!Ela ainda continuou me chupando levemente, me desligando pausadamente daqueles orgasmos infinitamente deliciosos . . .Abraçamo-nos e, com muitos beijos, disse-lhe:- Quero ser sua pra sempre!

Enviado por Carlos Sampaio

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