Trabalho numa repartição pública federal, na avenida Paulista, onde desempenho a função de assistente jurídica. Atendo muitas pessoas durante o expediente, que começa às dez horas e termina às dezoito. Durante o dia, meu contato se dá com homens e mulheres e, às vezes, me deparo com homens sedutores, conquistadores natos, homens que exalam feromônios!Me sinto atraída por alguns e, não raro, tenho vontade de voar pra cima deles. Fui casada durante onze anos e, por falta de sexo, resolvi me separar. Meu ex-marido não dava conta de minha insaciedade sexual, eu queria vara todos os dias!
Com doze anos, meus seios já eram fora da média para meninas da minha idade. Prenunciavam ser grandes… e  foi o que aconteceu! Aos dezesseis, eu já usava sutiã 48! Com aréolas distendidas, cor de chocolate, mediam quase dez centímetros de diâmetro! Aos quatorze, “ficava” com um colega da oitava série e, com ele, comecei a sentir que meu tesão estava nos seios. Embora nunca tivesse transado com o Michel, muitas vezes cheguei em casa com a calcinha molhada. Ele passava a mão nos meus seios e eu ficava possuída por um tesão maluco.

Numa sexta-feira, saí, como de costume, às dezoito horas e fui para a estação MASP do metrô; deveria ir até a estação Ana Rosa para pegar a linha norte-sul e ir para a zona norte, onde moro. Preciso confessar que o Capeta tinha tomado conta de mim desde a hora do almoço – estava com o tesão saindo pelas orelhas! Eu fui trabalhar sem sutiã, com uma blusa de malha branca e um terninho preto, os bicos ficavam salientes!
O trem chegou lotado e fui me postar junto ao primeiro balaústre logo após ter entrado no vagão. Na estação seguinte, mais pessoas adentraram, dentre elas, um senhor de aproximadamente sessenta anos, terno, gravata, tipo executivo. Para se segurar, ele também usou o mesmo balaústre em que eu me segurava. Como sou baixinha, 1,55m, o cotovelo dele ficou na altura dos meus seios. No solavanco natural do trem em movimento, inevitável foi ele roçar em mim. Com a febre por sexo em que eu estava naquele dia, abri meu casaquinho e fui de encontro ao seu braço e iniciei um roça-roça em seu cotovelo. Ele, percebendo que eu estava a fim, não se fez de rogado: apertou-me os seios e, num relance, passou a mão em meu seio direito..Isso persistiu por mais uma estação.  Quando chegou na Sé, ele, já de pau duro, pincelou minhas coxas e senti um calor úmido em sua calça – acho que ele já tinha gozado..
Eu também !

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Enviado por Carlos Sampaio

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