Começamos no mundo liberal um tempo antes desta história, que é minha favorita, acontecer. Meu nome é Denis, tenho 32 anos, e me casei há 6 anos com a Rute, de 38. No começo éramos um casal bem ciumento um com o outro (ela ainda é, na verdade), mas eu sempre adorei ver filmes pornográficos e me masturbo pelo menos uma vez por dia, quando nós dois não transamos. Alguns anos depois de casado, comecei a ter um certo tesão em ver minha esposa com outro, por causa de cenas de sexo amador que via nos sites. Principalmente cenas com temáticas cuckold. Ainda mais quando o comedor em questão era um homem negro. Era minha enorme fantasia ver minha esposa com um negão da piroca bem grande, ainda mais que ela é branca, eu adoro o contraste (eu sou mulato, e sempre formamos um casal bonito).
A primeira vez que falei da minha fantasia ela desconfiou, como era de se esperar. Fui convencendo-a aos poucos, sempre no meio da transa, mas às vezes fora dela, dando aquela encoxada pela casa e sussurrando em seu ouvido que queria vê-la fodendo gostoso com um negão.

Comecei procurando pela internet, sempre tem de tudo. Mas tinha um porém; ela é gordinha. Eu sempre me atraí pelo tipo, me apaixonei por ela e pelo corpo, mas tenho noção que existe muito preconceito e gordofobia por aí, não é todo homem que gosta e não é todo homem que tem capacidade de dar conta de uma bela BBW como ela, de peitos enormes e rosados e bunda gigantesca. O primeiro homem que achamos foi horrível, eu fiquei com tesão mas a experiência foi ruim que eu sinceramente desconsidero. Era um moleque branquelo. O segundo, esse sim foi uma experiência digna de nota, tanto que filmei e tirei fotos. O conhecemos no sexlog.com, inclusive. E depois da foda maravilhosa (mas meio rápida) que ele proporcionou para ela, o mesmo nos disse que havia uma mulher que organizava festas liberais particulares na cidade. Como moramos no interior de Minas Gerais, não existem boates de Swing aos montes, como no Rio e em São Paulo, então essas festas poderiam ser nossa opção de liberar nossas fantasias.

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Pois bem, conseguimos entrar em contato com a Ju, organizadora, e começamos a nos preparar para nossa primeira festa liberal. Ela nos adicionou no grupo de WhatsApp do evento, e lá eu comecei a soltar fotos da minha Rute, principalmente de sua bunda, para que os homens ficassem loucos, o que de fato ocorreu. Um deles demonstrou um enorme interesse, Valter, um moreno magro mas que mostrou ser educado e ter um pau bem grande, e praticamente já marcamos com ele que a Rute seria dele. O dia da festa chegou e lá fomos nós, a minha esposa com um vestido curtinho que fiz questão de presenteá-la. Sentamos em uma mesa, bebemos, conversamos e rimos. Valter chegou depois da gente, mas os dois pareciam tímidos demais para tomar alguma iniciativa, então vi que caberia a mim agir.

Vale salientar que um outro homem me chamou a atenção, esse sim um negão grande, forte e provavelmente com uma piroca enorme, o Jorge. Mas voltando ao Valter, em uma ida ao banheiro, vi que outra mulher que lá estava, também gordinha mas não tão peituda, havia colocado as tetas para fora para que ele chupasse. Imediatamente fui até minha esposa e disse; “é melhor você agir rápido, ou ele vai comer aquela fulana”. Como a bebida já havia batido, imediatamente ela se levantou, foi até o Valter quando ele estava sozinho e o puxou para o quarto. Na casa haviam quartos abertos com luz negra, onde o pessoal podia foder à vontade, mas sempre abertos para quem quisesse assistir. E então começou a ação.

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Ela sentou na cama e já colocou o pau dele para fora, uma rola negra e comprida. O boquete da minha Rute é o melhor do mundo, isso não tem como negar, e o cara já foi a loucura, assim como eu, que já estava louco de tesão e coloquei também a pica pra fora, assistindo de longe ela mamar com vontade. Ela chupava até as bolas, subia e descia, colocou os melões para fora e fez aquela espanhola deliciosa. Depois de muito chupar, o Valter apenas abaixou as calças e colocou a camisinha, enquanto ela tirava o vestido e a calcinha. Ele então se deitou no colchão do quarto adjacente e ela foi por cima. Me lembro até hoje de seu gemido quando aquela piroca entrou, tão alto e cheio de tesão, música para meus ouvidos. Ela ficou ali em cima rebolando, gemendo gostoso enquanto eu tocava uma sem parar, me segurando para não gozar pois queria mais. Outros casais foram ali para o quarto e começaram a transar também, deixando aquele cheiro delicioso de sexo no ar. Um desses casais era o Jorge e a gordinha que não conseguiu dar para o Valter. De longe eu via ela sentando com força no pau dele, tão grande quanto eu havia imaginado. Eu não sabia mais para onde olhar, aquilo era o paraíso para um voyeur como eu.

Eis então que minha Rute e o Valter terminaram sua foda, ao mesmo tempo que o Jorge e a outra. Eu já havia conversado mais ou menos com ele, e havia notado os olhares de interesse que ele lançava para minha gordinha. Era então a minha chance de ver uma trepada épica. Minha mulher já se vestia quando a indiquei com a cabeça para que o João se aproximasse. Ele se levantou e veio, aquele mastro negro gigante ainda duro. Disse algo para Rute que não ouvi devido à musica alta, mas nem precisei saber. Safada como ela estava, na hora ela abaixou e abocanhou aquela piroca com tanta vontade que meu pau chegou a doer de tão duro que estava. Sem se fazer de rogado, ele a deixou de bruços e foi por cima, jogando todo seu corpo em cima daquela bunda e estocando com vontade. Eu adoro tirar fotos para me masturbar depois, e registrei cada momento daquilo. O jeito como ele a segurava, as estocadas como um touro nervoso, a expressão de prazer do meu amor, se deliciando naquele pau enorme… Foi sem dúvida o melhor encontro liberal que tivemos, e depois que ele acabou ela ainda queria mais comigo, sendo minha vez de castigar aquela buceta melada de tanto que ela gozou. Melada e larga, meu pau de tamanho médio deslizava com enorme facilidade após ela ter sido arrombada por aquele cavalo. Gozei profundamente em poucos instantes.

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E essa foi nossa melhor experiência no meio liberal, mas não foi a única. Todo mês eu fico ansioso pelas festas da Ju, doido para ver minha gordinha, meu amor, minha querida, nas mãos de negros fortes e garanhões, se tornando a puta que eu adoro que ela seja, sendo satisfeita por pirocas alheias.

Enviado por: Gordinha_moreno2

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