Somos casados a 8 anos, me chamo Jorge e minha esposa Flávia com 35 e 28 anos respectivamente. Sempre apreciamos o exibicionismo e praticamos algumas loucuras em lugares públicos.
No último verão o computador do quarto apresentou problemas e resolvemos chamar um técnico, porém, Flávia sugeriu que gostaria de se exibir durante a manutenção. Não é para me gabar, mais ela é mignon e tem um corpão bem torneado, que chama atenção por onde passa e só de pensar na situação fiquei excitado e preocupado, pois, tal coisa não tínhamos feito ainda.

No dia marcado deixei uma câmera ligada no quarto e podia assistir tudo do outro quarto. A campainha tocou e minha esposa foi atender, estava usando um baby-doll preto transparente e seus mamilos estavam bem protuberantes, marcando bem o tecido. O rapaz da informática entrou, ficando meio perturbado com a beleza e o vestuário dela.
Tinha uns 30 anos, moreno, corpo bem definido, cara de garanhão. Do outro cômodo muito excitado, fiquei a observar o acontecimento, foi então que ela se mostrando bem à vontade, explicando o que ele perguntava, ficou bem junto a ele, deixando a mostra sua coxa e um pouco dos seios. O jovem começou a massagear seu membro e comia ela com os olhos. A princípio era só um exibicionismo, mas percebi que a coisa estava indo muito além, o tesão não me permitiu parar.
O camarada não resistiu aos encantos da Flávia e lançou a mão por entre suas coxas, fazendo carícias em sua vagina e em seguida começou a mamar seus seios e beijá-la na boca, ela gemia como uma louca, pegou-a pelo braço e a levou para cama, onde colocou o membro para fora e segurando-a pelos cabelos, aproximava de sua boca. Não consegui me mexer, não acreditava que isso iria acontecer, parecia um filme de sexo que estava assistindo. Ele fez ela lamber todo seu pênis, o saco e praticar um sexo oral, ouvi quando a chamou de puta e vadia, batia com seu membro em seu rosto. Deu-lhe um empurrão contra o colchão e a virou de costas e disse que queria deflorar seu cuzinho.

Leia também:  Contos eróticos: Mulher no barzinho

Flávia gemia alto e mordia o lençol, ele começou a penetrar com força e não parava de chamá-la de vadia e puta, enquanto a penetrava puxava seu cabelo e lhe dava tapas nas nádegas e ela rebolava freneticamente. Quando viu que ia gozar, virou-a de frente e introduziu o pênis em sua boca e dizia: – bebe tudo! Depois de se recomporem, ele parecia querer mais e ela também e pedia que marcasse um encontro, mas ela disse que era casada e que não queria acabar com o casamento.
Depois dessa experiência, ficamos com mais tesão e bolando mais fantasias.

 

Quer ver sua história picante publicado na Revista Sexlog?
CLIQUE AQUI E ENVIE SUA HISTÓRIA

Conta para nós o que achou deste Conto Grátis, comente aí…