Contos eróticos: Presente de Natal adiantado

Contos eróticos: Presente de Natal adiantado

Essa reunião com certeza seria a mais estressante do ano. Estava cansada de tantas reclamações sendo que minha administração era impecável, nunca em toda a história a empresa tinha crescido tanto, mas parecia que os acionistas nunca estavam satisfeitos. Se não fosse o fato de meu pai ter sido e sócio fundador dela eu já teria abandonado tudo e usado minha herança para aproveitar a vida, mas não podia.

Pelo menos o restaurante escolhido para o bendito jantar era aconchegante, nada extravagante e luxuoso demais, odiava esse tipo de ostentação. Não nego que fiquei feliz em saber que não precisaria procurar um local para estacionar já que o mesmo contava com serviço de manobrista particular e não me preocuparia com o meu carro, minha única aquisição de luxúria na história de minha administração da empresa.  Nesta época eu ainda morava com a minha mãe, de quem alias, herdei meu bumbum e seios fartos. Claro, abandonar minha mãe era algo que eu não cogitava, jamais. Talvez por isso abandonei um pouco os prazeres do corpo e da carne.

Nem me lembrava mais a última vez que tive uma gostosa noite de prazer com um homem, e só de lembrar isso me dava calafrios. Quando essas sensações aconteciam tinha que dar meus jeitos e meus brinquedinhos sexuais eram minha melhor companhia. Não era natural que uma mulher com 27 anos precisasse usar desses artifícios para se dar prazer, mas não tinha tempo para ir a caça de um homem para satisfazer meus desejos e não era o tipo de mulher que abria as pernas para qualquer um,  prova disso era que só tive 2 homens na minha cama durante toda a minha vida e os dois eram namorados que eu tive.

– Alô! Atendi o telefone.
– Sra Fernandes já estou a caminho do restaurante, deseja que eu faça alguma coisa pela senhora. Era Alicia, minha secretária mais que eficiente, era meu anjo da guarda.
– Alicia querida esqueci minha pasta em cima… nem terminei de falar.
– Já estou com ela senhora e também com seu tablete que na correria a senhora acabou esquecendo. Disse ela!
– Ôh querida o que seria da minha vida sem você. Obrigada chegarei ao restaurante em 5 minutos, beijos.  Desliguei o telefone e aumentei o som do meu carro. Música, precisava relaxar para o que me esperava. Rihanna tocava quase que em volume máximo e eu cantei até chegar perto do restaurante, então procurei controlar o volume e respirar fundo.

Foi então que eu vi vindo em minha direção um homem, não um menino, não sei era um ser delicioso do sexo masculino todo de preto com um gorro de natal. Na hora pensei que o Papai Noel teria mandado meu presente adiantado,  afinal o natal era apenas na semana seguinte. Parei o carro em frente ao restaurante e então aquele belo par de olhos verdes e aquela boca carnuda com dentes brancos e perfeitos me recepcionou, claro que não sem antes apreciar meu carro, ele era motivo de parar o transito literalmente um Audi R8 GT Spyder. Só existi dois no Brasil e eu o adorei justamente por isso, exclusividade.

– Senhora, boa noite! Se me permite. Ele abriu a porta do carro para mim e estendeu sua mão para que eu saísse com segurança. Mesmo sabendo que esse atendimento era de praxe em estabelecimentos tão bem frequentados, tocar sua mão e sua atitude despertou em mim um desejo incontrolável, um tesão a muito tempo esquecido.
– Obrigada! Cuide bem do meu bebe, ok! Respondi dando uma leve mordida na boca para quem sabe assim controlar a sede que eu sentia naquele momento. Devia estar louca, só podia ser o cansaço e o estresse me dominando, mas com certeza relaxar nos braços deste macho seria maravilhoso. Ó Deus o que eu estava pensando, ele tinha jeito de menino, talvez fosse até menor de idade, mas não me importei e desejei ele mesmo assim.
– Sim senhora, cuidarei dele com certeza. Respondeu ele com um sorriso um tanto quanto travesso que foi o que bastou para que eu criasse coragem de tocar em seu braço e falar.
– Cuide dele então ou irei castigar você! Ele me guiou até a porta do restaurante e depois se virou para a direção do meu carro e saiu dirigindo ele. Nossa ver ele atrás do meu volante era ainda mais excitante e fez sentir meu coração pulsar lá, entre as minhas pernas.
– Não se preocupe senhora, o Jeff é um dos nossos melhores manobristas, tem cara de menino mas tem carteira de habilitação e é bem hábil ao volante. Disse o recepcionista ao perceber meu interesse no homem que dirigia meu carro.
– Hum bom saber, obrigada. Respondi ainda olhando na direção que o carro tinha sumido de minha visão.

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– Sra Fernandes, chegamos juntas, boa noite! Era Alicia vindo ao meu encontro e me tirando do transe que eu me encontrava. Ela percebeu algo no ar, algo além do carro em si.
– Olá Alicia, que bom que você chegou, odeio chegar nos lugares sozinha. Vamos entrar. Falei a puxando pela mão acompanhando o recepcionista que a essa altura já sabia quem eu era e onde deveria me levar. E lá estava eles, os acionistas, bando de carniceiros esperando qualquer deslize meu para tomar posse da presidência da empresa, mas isso não ia acontecer, pelo menos não hoje. Olhei para Alicia ao meu lado de um suspiro e sorri.
– Vamos a cela dos leões minha querida.

A reunião em si foi tranquila, como já sabia não tinha como me sentir ameaçada por eles, por mais que quisessem encontrar uma maneira de me derrubar isso era quase impossível, era uma excelente administradora graças a minha formação em administração de empresas e a toda a bagagem de conhecimento que pude conquistar nos dois anos em que trabalhei com meu pai antes de sua morte. Tive alguns aborrecimentos como comparações a minha administração com a do meu pai, sendo a minha muito mais enérgica do que a dele que sempre teve o pulso solto demais em decorrência a sua extrema bondade. Eu era bondosa, mas na empresa era um tanto egoísta visando sempre os lucros e não medindo esforços para consegui-los.

Percebi que já tinha se passado quase duas horas que eu estava ali escutando aquele monte de besteiras, a Alicia já tinha se retirado para se encontrar com o noivo, eles iriam ao cinema. Ela merecia ser feliz e eu estava tentando a ajudar a conquistar seus objetivos, assim éramos parceiras, pois ela me ajudava e eu a ajudava. Fui ao banheiro antes de sair do restaurante e me olhando no espelho pensei em como o tempo estava passando, eu era uma mulher bonita e não aproveitava de minha beleza para me divertir um pouco. Foi ai que lembrei, o Jeff, ele era uma bela opção de diversão,  e fui ao seu encontro.

– Onde encontro a saída para o estacionamento? Perguntei ao garçom que me indicou uma porta bem próxima onde tinha um escada que me levaria ao meu.

Ótimo até agora estava tudo indo bem. Sai do restaurante sem ser notada, não me despedi de nenhum dos acionistas, mas também não tinha a intenção de fazê-lo, estava cansada demais para mais formalidades. Ao descer as escadas a luz era fraca, mas meu carro era facilmente notado tamanha a sua beleza apesar de ter apenas mais 3 carros ali. Olhei em volta para ver se tinha alguém por perto e então notei alguém sentado em um sofá num canto mais escuro do estacionamento. Perfeito! Era ele lindo com a camisa aberta até a metade desvendando um peitoral perfeito e definido, mas pernas estavam abertas e ele parecia cochilando o que foi o suficiente para me dar nova direção, a dele.
Quando parei na sua frente ele abriu os olhos mas não se surpreendeu.

– Posso ajudá-la Sra. A chave do seu carro esta lá em cima mas posso pegá-la agora mesmo. Disse ele ainda sentado e com um sorriso muito maroto para mim. Segurei a chave que eu já tinha solicitado junto a recepção em uma das mãos e ele olhou para mim com dúvida.
– Sim, você pode me ajudar querido, basta você querer. Respondi a ele e como fui correspondida com um sorriso e uma leve mudança em sua postura corporal eu não pensei duas vezes soltei minha bolsa e chaves no chão ao meu lado abri minhas penas com facilidade pois estava usando um vestido justo no corpo mas levemente solto nas pernas e me joguei sobre seu corpo, agora sim o assustando pra valer. Tomei sua boca como se estivesse ainda com muita fome, mas na verdade eu estava com fome, um desejo incontrolável de ser devorada. Agora restava saber se eu iria ser correspondida. Só que para minha surpresa foi ainda melhor do que eu imaginava. Ele me pegou com volúpia com tanto desejo quanto eu. Seu beijo era urgente e quente e sua língua dominou minha boca facilmente, ele sabia o que fazia. Suas mãos percorreram minhas costas em toda a sua extensão me fazendo curvar várias vezes tamanha a força de sua pegada. Meu vestido já estava a cima da minha cintura e suas mãos com rapidez estavam indo de encontro aos meus seios e assim que chegaram me fizeram gemer de prazer. Só nesse momento ele abandonou minha boca e foi direto a um dos meus seios enquanto o outro era castigado pelo aperto de seus dedos no bico, um castigo extremamente delicioso. Enquanto ele se deliciava eu aproveitei para explorar seu corpo. Ele era mais forte do que eu imaginava e quando cheguei ao seu pau dei uma leve risadinha, era enorme. Ele percebeu, e também sorriu e eu aproveitei a deixa para abrir o botão e zíper das suas calças liberando assim aquele maravilhoso instrumento de prazer do presídio que ele se encontrava. Agora nossos olhares se encontraram mesmo pela primeira vez.

– Você não deveria ter feito isso. Vai ser minha aqui e agora! Disse ele me beijando em seguida  levantando nossos corpos juntos. Me carregando com a força daqueles braços super definidos e me colocou no lugar em que ele estava sentado, desta vez ficando de joelhos aos meus pés, eu adorei aquela visão. Abriu minhas pernas e rasgou minha calcinha de renda preta em apenas um puxão. Eu dei um suspiro em reação ao que ele tinha acabado de fazer e ele se divertiu.
– Ainda pode desistir se quiser, te dou essa chance. Disse ele, mas quem disse que eu queria desistir, eu queria isso e muito mais.
– Não ouse em parar meu querido, ou quem vai te castigar sou eu. Não precisei terminar de falar ele pegou minhas pernas abriu sem nenhuma cerimônia ou cuidado, e suas mãos subiram grosseiramente a lateral de cada uma das minhas coxas me arrepiando o corpo todo. Quando ele chegou nela colocou desta vez delicadamente um dos seus dedos dentro de mim e arregalou os olhos.
– Tão apertada, quente e molhada, tão perfeita! Seus dedos começaram com um balanço em meu clitóris delicioso fazendo meu corpo reagir fazendo meu corpo balançar ao mesmo ritmo de seu toque. Era excitante demais, ele sabia muito bem o que estava fazendo e eu precisava justamente disso alguém que soubesse o que fazer e não que eu precisasse ensinar a fazer como queria. Cheguei ao orgasmo logo fazendo meu corpo se contrair e soltando um gemido de prazer que o fez entrar em combustão. Ele tirou os dedos de dentro de mim mesmo antes de eu me recuperar me fazendo sentir a falta deles e os passou em sua boca. Nossa isso foi excitante demais.  Ele colocou o preservativo e logo senti algo perto dela tentando aos poucos abrir caminho dentro de mim e quando conseguiu foi perfeito. Nossos corpos se encaixaram com perfeição e isso o fez gemer.
– Meu Deus como você é apertada, isso é bom demais, você é gostosa demais. E então começou as investidas com mais velocidade e intensidade me fazendo gemer várias e várias vezes, ele era superdotado, mas nada que causasse mais dor do que prazer, simplesmente perfeito para meu corpo. Com o intenso movimento de nossos corpos e ajudada por sua boca que estava devorando meus seios logo estava entrando mais uma vez em um orgasmo só que desta vez ele não deixou.

– Calma querida, desta vez vamos fazer isso juntos. Ele beijou minha boca e me pegou no colo mas sem separar nossos corpos me apoiando na parede ao lado do sofá que nos encontrávamos. Sustentando meu corpo apenas com as mãos ele continuou metendo forte e gostoso dentro de mim, agora sim nos preparado para um orgasmo juntos. E foi maravilhoso ele quando chegou perto me beijou com força mordendo vez ou outra meus lábios e apertando minha bunda com força, me fazendo delirar de prazer e gozar junto com ele naquele momento. Assim que terminamos senti que suas pernas fraquejaram e coloquei as minhas no chão procurando sustentar meu corpo, o que também não foi fácil, mas ele assim que me soltei da cintura dele pressionou meu corpo contra a parede mais uma vez e me beijou doce e quente.

– Vou precisar agradecer ao Papai Noel pelo meu prazeroso presente de Natal adiantado. Mas qual o nome do meu presente para que eu possa agradecer? Rimos juntos com a piada e percebi que aquele também tinha sido meu tão esperando presente de natal.
– Meu nome é Bruna e o prazer querido foi todo meu!

Este post tem 2 comentários

  1. Quero mais contos e se tiver grupo de WhatsApp aceito também

  2. Conto maravilhoso,amei

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