Andar de quatro com uma coleira presa no pescoço ou um plug no ânus, comer petiscos num pote de ração ou direto do chão, “dar a patinha”, vestir orelhinhas e rabos de fantasia, latir, miar e relinchar. Essas são algumas das práticas que provocam o maior tesão em adeptos do Pet Play. O fetiche que se originou do BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), tem como principal fonte de excitação a transformação de uma das pessoas em animal, levando-a a obedecer todas as ordens do “adestrador”.

Há quem se sinta muito excitado em fazer o papel de dominador (a) e ter a sensação do adestramento, mandando sentar, deitar e buscar a bolinha, por exemplo. E há quem sinta um baita tesão em assumir o papel de submisso, obedecendo diversas ordens (ou desobedecendo e sendo punido). Algumas mulheres relatam inclusive, que sentem um prazer imenso ao serem chamadas de “cadelinha”, enxergando o apelido de uma forma excitante e carinhosa, e não pejorativa.  

Assim como todos os fetiches, existem alguns níveis de fantasia, que vão desde um carinho em troca de lambidas até a chamada humilhação, envolvendo tapas corretivos e masoquismo em geral. Mas, é importante reforçar a necessidade de se estabelecer regras entre os envolvidos, para que não avancem os limites do outro e acabem machucando ou forçando o parceiro (a) fazer algo com o qual não se sinta confortável.

Agora, quem pensa que os praticantes deste fetiche só liberam a imaginação entre 4 paredes, está muito enganado! Os pet players são frequentadores assíduos de casas fetichistas, onde donos e adestradores se juntam aos adeptos de outras práticas e enchem de tesão observadores ali presentes.

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