O que vou contar é uma fantasia minha que se realizou graças a minha mulher que tinha o mesmo tipo de tensão.

Eu sempre tive uma fantasia de pegar em uma rola e achava estranho esse desejo. Por mais que eu tivesse o pensamento liberal, nunca me imaginei transando com um homem, não é o meu tensão mas sempre gostei de ficar pegando na minha rola e imaginava como seria pegar em outra.

Um belo dia estávamos eu e minha mulher brincando com um vibrador dela e ela tentou enfiar na minha bunda, não gostei, foi ruim, não era a minha mas peguei no consolo e fiquei alisando. E ela falou: Não entendo, gosta de pegar e não gosta de dar. Respondi que é estranho, mas é minha fantasia bater uma punheta em outro cara.

Uma noite voltando da casa de uns amigos já um pouca calibrados avistamos uns travecos na rua  e ela imediatamente falou: Quero pegar na rola de um deles e você também. Na hora assustei mas o tensão falou mais alto.

Perguntei a ela o que faríamos e ela disse: tudo o que puder!

Não sabia o que “Tudo” significava, mas concordei com um sorrisinho no rosto. Paramos o carro e perguntei quanto ele cobrava. E ele respondeu: O que seria?

Respondi que eu só queria bater uma punheta para ele e  ela eu não sei ainda. O Travesti falou que a punheta era de graça e que faria o que minha esposa quisesse por R$200,00. Concordamos e pedimos para ele entrar no carro, no banco de trás.

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No caminho minha esposa pediu para ele colocar a rola para fora pois queria pegar nela. Ele pôs e ela começou a masturba-lo, primeiro com as mãos e depois meteu a boca nele. Quando ela acabou disse: meu amor, vem porque você vai gostar desta bela rola.

Entramos em um drive-in, descemos do carro e minha esposa não sabia como agir. Começou a me chupar e pôs a mão na rola do nosso acompanhante. Eu com muito tesão comecei também a punheta-lo e estava me deliciando…Até que ela me olhou e disse: Era isso que você queria! Eu respondi que sim, que estava realizado.

Em seguida ela confessou que estava doida pra dar para ele e que esta era a fantasia dela.  Parei, pensei e disse ok, mas vou comer ele também, para saber como é.

Ela estava tão doida com a roa dele que disse: pode comer, pode dar. Eu quero essa rola de qualquer jeito.

O cara comeu ela de todos os jeitos possíveis,  junto comigo, de dupla no cu,  com oral.. E eu comi o cursinho dele,  ele me chupou e eu toquei uma punheta gostosa como eu queria uma rola grossa na minha mão.

Isso já faz 10 anos e nunca mais falamos sobre o acontecido e somos felizes.

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