Eu sou um cara branco na casa dos quarenta, com uma barriga saliente graças ao escritório e às cervejas de fim de semana. Naquele dia, cheguei em casa exausto, o suor colando a camisa social nas costas, carregando o fedor de papel, café velho e ar-condicionado. Desci do elevador no décimo andar e, no corredor, esbarrei com Sofia saindo do apartamento do vizinho. Ela era um pedaço de fogo tropical: pele morena clara brilhando com um suor leve, o uniforme grudado no corpo como se fosse parte dela. A blusa branca fina estava úmida nas axilas e entre os peitos enormes, destacando os mamilos escuros e duros. A saia preta abraçava as coxas grossas e carnudas, e o cheiro dela — uma mistura doce de sabonete Dove, perfume baratinho e aquele aroma almiscarado de mulher suada depois de um dia inteiro de trabalho — me acertou como um tapa quente.
— Boa noite, Rodrigo — ela disse com uma voz aveludada, segurando o elevador com um sorriso que abria os lábios cheios, mostrando dentes brancos e perfeitos. Entramos juntos. O elevador estava abafado, com o ar pesado do verão, e o perfume dela se misturava ao meu suor, criando uma neblina que me deixava tonto. Falamos pouco, mas cada palavra dela parecia acariciar o meu ouvido. Quando trocamos números, os dedos dela roçaram os meus por um instante a mais, quentes e macios como seda.
Em casa, tirei tudo menos o short cinza fino, sem cueca nenhuma, o pau meio duro balançando livre enquanto a pele ainda queimava do calor da rua. Estava prestes a ligar o chuveiro quando a campainha tocou. Abri a porta e lá estava Sofia, os olhos descendo devagar pelo meu peito suado e parando no volume que já estava semi-duro, marcando o tecido. — Desculpa incomodar, Rodrigo… — a voz dela saiu rouca, cheia de desejo. — É sobre a colônia de férias do meu filho…
Ela entrou, e o ar-condicionado gelado bateu na pele quente dela, arrepiando os braços e endurecendo ainda mais os mamilos sob a blusa. Sentou no sofá de couro, que rangeu baixinho, cruzando as pernas com um farfalhar da saia. Eu me sentei ao lado, sentindo o calor do corpo dela irradiando, o cheiro agora mais forte, misturado a um leve aroma de amaciante. A conversa rapidamente virou coisa pessoal. Ela sussurrou sobre a carência, os olhos cravados nos meus, a respiração acelerada. “Os caras que eu pego não sabem me foder direito… gozam rapidinho e me deixam louca de tesão.” A voz tremia, e eu já estava completamente duro, o short esticado com a cabeça do pau vazando uma mancha úmida de pré-gozo.
Ela percebeu, lambeu os lábios devagar, o som molhado da língua ecoando no silêncio, e a mão dela subiu pela minha coxa, unhas curtas arranhando a pele até apertar firme o meu pau através do tecido. Senti o calor da palma dela pulsando nas veias. Eu a puxei para mim, e o beijo foi selvagem: lábios macios e quentes, gosto de menta doce misturado ao sal do suor. A língua dela invadiu a minha, chupando e dançando, enquanto ela gemia lá do fundo da garganta, um som animal e faminto. Minhas mãos apertaram os peitos pesados; a blusa úmida de suor deixava os mamilos duros roçarem nas palmas, e o cheiro de desejo cru subia das coxas dela.
Mas as paredes eram finas, e eu já imaginava os gritos ecoando pelo prédio. — Aqui não, Sofia — eu sussurrei contra a boca dela, sentindo o hálito quente. — Vamos pro motel. Quero te ouvir berrar sem freio. Ela riu baixo, um som safado e rouco, mordendo meu lábio. — Eu grito alto mesmo… faz tempo que preciso gemer sem me segurar.
No elevador, o beijo recomeçou feroz. Ela me prensou na parede de metal fria, a mão escorregando no short e envolvendo o meu pau latejante, espalhando o pré-gozo pegajoso na cabeça inchada. Eu enfiei a mão debaixo da saia, sentindo a calcinha de algodão encharcada e o calor molhado da buceta pulsando nos meus dedos. O cheiro de sexo invadiu o espaço apertado.
No motel, o quarto cheirava a limpa-pinho barato e lençóis frescos, com a luz vermelha do neon tingendo a pele dela de um tom quente e convidativo. Tirei a blusa devagar: os peitos saltaram livres, grandes e balançantes, com auréolas escuras e mamilos grossos pedindo por boca. Eu chupava um deles, sentindo o gosto salgado de suor e a textura áspera na língua, enquanto ela arqueava as costas e gemia alto, o som enchendo o quarto. A calcinha veio em seguida, grudada nos lábios inchados da buceta depilada, exalando um cheiro forte, doce e salgado que me deixou louco.
Ajoelhei e enfiei o rosto ali, sentindo o calor úmido contra a boca, lambendo os lábios carnudos e chupando o clitóris inchado. Enfiei a língua fundo, e ela puxava meu cabelo, gritando: — Ai, porra… lambe tão gostoso… enfia essa língua na minha coninha! Ela gozou tremendo, as coxas apertando minha cabeça, esguichando quente na minha boca, o líquido escorrendo pelo queixo.
Deitei ela de costas, abri as pernas grossas e macias, e enfiei devagar: a buceta apertada e escorregadia me sugou centímetro a centímetro, o calor interno queimando como fogo. Comecei a meter forte, o barulho molhado de carne batendo ecoando, as bolas estalando na bunda dela a cada empurrão fundo. Ela arranhava minhas costas, unhas cravando a pele, berrando: — Me fode, caralho… enche essa buceta safada! Eu gozei dentro dela com um urro, jatos grossos e quentes pulsando, enquanto ela vinha junto, a coninha apertando ritmicamente no meu pau.
Depois, ela montou em mim, cavalgando com tudo, os peitos balançando na minha cara, o peso deles batendo e o cheiro de suor e sexo grudado na pele. Eu chupava os mamilos duros, mordendo de leve, enquanto ela rebolava e quicava, os corpos se chocando num barulho de gemidos roucos. No final, gozei de novo na boca dela: ela chupava fundo, a garganta apertando a cabeça, a língua girando até eu explodir. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios com um sorriso safado, uma gota de porra branca escorrendo no queixo.
Saímos horas depois, corpos cheios de marcas, fedendo a sexo, suor e prazer. Desde então, toda vez que o chefe viaja, o cheiro doce do perfume dela no corredor já me deixa com a rola dura antes mesmo da campainha tocar. Eu abro a porta pronto para mais uma noite de delírio, com toques, gostos, cheiros e sons que nos jogam no vício total.