Meu nome é Ana, e sou uma mulher evangélica, branca, com 1,60m de altura, magra e com uma bunda enorme – como tantas irmãs da Assembleia de Deus. Estou namorando firme há meses com Marcos, um cara bonitão, meigo, educado e sempre gentil. Nosso relacionamento é tranquilo, sem brigas, mas eu sentia que faltava fogo, sabe? Ele mal me tocava, e um dia resolvi conversar sobre isso. No início, ele resistiu, mas depois de eu insistir bastante, ele confessou que era fissurado em cuckold. Fiquei confusa no começo, porque não conhecia o termo, e quando pesquisei, fiquei surpresa. Imagina, um namorado que se anima vendo a parceira se entregar a outros machos, gemendo em rolas alheias? Parecia maluquice, mas quando conversei com minhas amigas da igreja – até as mais santinhas –, todas admitiram sonhar com um cara assim. Comecei a pensar que era sortuda por ter um namoradinho corno e que devia curtir isso.
No início, não topei, mas fui ficando cada vez mais curiosa. Marcos começou a me mandar contos eróticos, e eu lia aqueles textos picantes, sentindo minha calcinha encharcada de tesão. Não conseguia parar de pensar naquelas histórias, com mulheres se entregando a negros bem dotados enquanto os cornos assistiam. O engraçado era que, nos contos e quadrinhos que ele enviava, o comedor era sempre um negão forte, e o corno, um branco fraquinho. Perguntei por que ele sempre escolhia esses, e ele admitiu que sonhava em me ver com um ou mais negros. Fiquei insegura, porque ouvi dizer que eles são superdotados e eu podia não aguentar, mas comecei a imaginar aqueles machos musculosos enfiando suas picas grossas na minha buceta. Confessei isso a Marcos, e ele ficou eufórico, como se tivesse ganhado na loteria.
Ele pirou quando eu disse que queria experimentar com Bruno, um amigo dele que era um pegador de mulheres casadas. Marcos ficou chocado, achando que eu, tão recatada, não era desse tipo, mas eu estava decidida: queria sentir aquele pauzão dentro de mim. Marcamos de assistir a um jogo de futebol na casa dele, e Bruno ia estar lá. Como somos evangélicos, nada de álcool – era a desculpa perfeita. Bruno disse que queria cerveja, e Marcos saiu para comprar. Assim que a porta fechou, Bruno me olhou com aquele sorriso safado e falou: “Agora sim, você tá como queria, né?”. Fiz que não entendia, mas ele riu e disse que já tinha percebido que eu estava louca para dar pra ele.
Ele era desaforado, tirando o short e mostrando aquele cacetão preto enorme, duro como pedra. Tentei me fazer de difícil, gritando que ele era um idiota, mas ele agarrou minha nuca e guiou minha boca até sua rola pulsante. “Chupa, vadia”, ele ordenou, e eu me rendi como uma putinha. Era como estar numa banheira de chocolate derretido – quente, cremoso e irresistível. Minha buceta latejava, molhada e ansiosa, e o medo de ser machucada por algo tão grande virou pura excitação. Eu só pensava em sentar naquela pica e sentir ela abrindo minha entrada apertada.
Ele me jogou de quatro no sofá, me tratando como uma puta barata, e começou a meter forte, seus quadris batendo contra minha bunda grande. Gemia alto, o prazer me rasgando por dentro, mas me preocupei com Marcos voltando e vendo tudo. Só que ele já tinha chegado. Estava ali, parado, assistindo e se masturbando enquanto eu apanhava daquele macho de verdade. Bruno viu ele, mas nem ligou, continuou fodendo minha buceta com força, seus testículos batendo na minha pele. Eu gozei várias vezes, sentindo cada centímetro daquilo me preenchendo, e Marcos só ficava mais excitado vendo o espetáculo.
Agora, somos um trisal: eu, meu corno e meu negão. Vida de igreja nunca mais foi a mesma.