Eu tava trabalhando em plantões noturnos, e nesse dia cheguei em casa às seis da manhã, exausto. Me joguei na cama de short e sem cueca, dormindo pesado. Minha ex tinha um salão em casa, e ela me chamou aos gritos, achando que tinha algo errado. Eu saí correndo, ainda sonolento, e dei de cara com ela e a cliente, que vou chamar de Anny. Essa mulher era um tesão: 35 anos, loira com olhos verdes que hipnotizavam, seios médios e redondos que balançavam perfeitamente, e uma bunda que eu jurava ser feita pra ser agarrada. O salão dava acesso direto pra casa, e lá estava eu, de short, com o pau meio duro de ter acabado de acordar.
Anny não perdeu tempo e olhou direto pro volume na minha calça, dando um sorriso safado de lado. Minha ex me mandou desligar o quadro elétrico porque tava sentindo cheiro de queimado e medo de curto-circuito. Eu corri, desliguei tudo e voltei pra ver se estava tudo bem. Nesse meio tempo, percebi que Anny não tirava os olhos do meu short, como se estivesse imaginando o que tinha ali dentro. Depois, minha ex mencionou que Anny queria dividir o ponto de TV por assinatura que eu tinha, e elas trocaram meu número. Anny disse que entraria em contato.
Meses se passaram, eu e minha ex nos separamos, e exatos oito meses depois, recebo uma ligação: era Anny. Ela perguntou se eu ainda tinha o ponto pra dividir, já que queria instalar na casa dela. Eu soube que ela era casada, com duas filhas – uma delas até tinha babá, como minha ex tinha me contado na época. Perguntei se o marido estava por perto, mas ela disse que ele tava em outra cidade a trabalho. Eu confirmei que sim, o ponto ainda era meu, e que eu topava dividir. Ela perguntou onde eu morava agora, e quando eu disse que estava sozinho, ela sugeriu que eu fosse no dia seguinte pra instalar. Chamei um amigo pra me ajudar com a antena e os cabos, e chegamos lá. Mas, puta merda, Anny fez uma cara de decepção quando viu que eu não estava sozinho. Fizemos a instalação na sala, e tudo correu liso.
Um mês depois, ela me liga de novo, pedindo pra mudar o ponto da sala pro quarto. Eu falei que podia ir à tarde, e dessa vez fui sozinho, porque já tava sentindo que tinha algo no ar. Chegando, Anny estava sozinha em casa. Perguntei pelas filhas, e ela disse que tinham saído com a babá e iam demorar. O marido? Fora da cidade, sem voltar naquele dia. Meu cérebro já começou a bolar fantasias, mas eu tentei não me empolgar. Enquanto eu transferia o ponto pro quarto, fiquei de costas pra ela, mexendo na programação. De repente, me veio a ideia de checar os canais adultos, pra ver se tinha senha e avisar ela.
Quando liguei, apareceu uma loira de quatro chupando um cara com tudo, e eu congelei, sentindo meu pau endurecer na hora. Anny riu atrás de mim e perguntou: “Ficou nervoso ou excitado?” Eu gaguejei, e ela insistiu. “Tá os dois, né?” Ela confessou: “Eu tô excitada pra caralho, com vontade de chupar esse pau desde que te vi de short.” Eu hesitei, dizendo que não queria problemas, mas ela garantiu que tinha um relacionamento aberto, e o marido sabia que ela ia me dar naquele dia – era só um pretexto pra me chamar. Quando virei, lá estava Anny, só de calcinha e sutiã, aqueles seios redondos me encarando. Meu pau ficou duro como pedra, e ela veio, me beijando com fome, tirou meu short e caiu de boca no meu caralho, que já tava babado e pingando de tanto tesão.
Ela chupou como se fosse a última vez, a língua deslizando pela haste, os lábios sugando a cabecinha inchada. “Vou chupar até você gozar na minha boca”, ela gemeu, e eu não aguentei muito – enchi a garganta dela de porra quente e grossa. Anny abriu a boca, mostrou tudo e engoliu, dizendo: “Minha vitamina favorita.” Eu a joguei na cama, abri aquelas pernas e fui direto pra buceta dela, que estava molhadinha, depilada e cheirosa, um convite irresistível. Enquanto eu lambia, sentindo o gosto salgado e o cheiro de excitação, enfiei um dedo no rabinho apertado. Ela agarrou minha cabeça, gemendo: “Não para, vai me fazer gozar na sua boca!”
Ela veio forte, tremendo, e disse que estava sensível demais – antes de eu entrar na buceta, eu tinha que foder o cuzinho dela. Que visão: Anny de ladinho, o rabinho rosado e estreito me esperando. Eu entrei devagar, sentindo o aperto quente e úmido me apertando. Ela pediu pra não gozar ainda, então eu mantive o ritmo, mas quando ela se virou de quatro, aquele cuzinho empinadinho foi demais. Meti mais forte, a bunda balançando a cada estocada, até que não aguentei e tirei, jogando minha porra quente nas costas dela, deixando tudo melado.
Ela riu e disse que da próxima vez eu ia foder sua buceta direito – e assim foi. Passamos meses se encontrando, com mais aventuras, mas isso é história pra outro dia.