### O Calor de Lara: Do Asfalto ao Quarto
O sol escaldante de meio-dia em Manaus transformava o asfalto em uma panela de pressão, e as cinco quadras até a casa dela pareciam uma eternidade no banco da moto. Mas o calor que realmente me deixava louco vinha da garupa, onde Lara estava sentada, com suas pernas grossas e a bunda redonda praticamente grudada em mim. Ela tinha pedido para eu ensinar a pilotar, e eu não podia recusar. “Me ensina, amigo, por favor!”, ela disse com aquela voz safada, e lá fui eu, me posicionando atrás dela na moto automática.
Enquanto eu guiava suas mãos no guidão, meu rosto ficava colado no pescoço dela, inalando o cheiro de suor misturado a perfume. O short de lycra que ela vestia era uma provocação descarada – curto pra caralho, marcando cada curva da sua boceta e daquela bunda empinada que balançava a cada freada. Eu sentia meu pau endurecendo contra as costas dela, e o vento quente só piorava a sede que eu tinha, uma vontade louca de lamber cada gota de suor que escorria por aquelas coxas carnudas.
Quando finalmente chegamos na frente da casa dela, eu entreguei o notebook que ela precisava, mas minha garganta estava seca como o inferno. “Lara, pelo amor de Deus, me dá um gole d’água”, eu pedi, entrando na sala e sentindo o ar-condicionado gelado bater no meu rosto. Ela sumiu na cozinha e voltou com uma garrafa de dois litros, cheia de água gelada. Eu bebi desesperado, metade da garrafa sumiu em segundos, enquanto eu fixava os olhos nela: pele parda brilhando de suor, cachos pretos amarrados no alto e aquele olhar que dizia que o clima estava prestes a esquentar de novo.
Ela percebeu a tensão e foi até o som, aumentando o volume para uma batida grave e pulsante que enchia o ar. Eu larguei a garrafa e a puxei pela cintura, sem nem uma palavra. Me ajoelhei na frente dela, mordi o short de lycra e o arranquei com os dentes, expondo aquela boceta inchada e molhada que eu mal podia esperar para devorar. Ela suspirou alto quando eu a joguei no sofá, as pernas dela se abrindo como um convite.
Comecei pelo começo, lambendo e chupando as coxas grossas, sentindo a pele dela arrepiar e tremer sob minha língua. Cada toque fazia ela gemer, o gosto salgado do suor misturado ao cheiro de excitação me deixando ainda mais duro. Subi devagar, agarrando os peitos firmes por baixo da blusa, chupando os mamilos até eles ficarem duros como pedras. Ela arqueava as costas, gritando “Porra, assim, não para!”, enquanto eu explorava cada centímetro, meu pau latejando dentro da calça, pronto para o próximo passo.
O desejo explodiu, e eu virei ela de quatro no sofá, admirando aquela bunda perfeita que eu tinha imaginado o caminho todo. Com as mãos cravadas nos quadris dela, eu enfiei meu pau fundo, batendo com força ritmada, a batida da música ecoando os impactos. Ela olhava para trás, o rosto contorcido de prazer, os cachos balançando enquanto gemiam juntos. “Fode mais forte, porra!”, ela gritava, e eu obedeci, sentindo a boceta apertada dela me sugar até eu gozar forte, enchendo ela de porra enquanto nós dois desabávamos exaustos no sofá.
À noite, o calor de Manaus ainda grudava na pele, mas agora eu estava de volta, atravessando as cinco quadras com o notebook debaixo do braço. A desculpa? Instalar um antivírus para “gerenciar riscos”, como bons estudantes de Administração. Quando Lara abriu a porta, o cenário era outro: ela vestia um babydoll de seda fininha, que deslizava pelas coxas grossas e deixava os ombros à mostra, o decote mostrando os peitos quase nus. O perfume de flores noturnas enchia o ar, e seu olhar dizia que o antivírus era o de menos.
“Conseguiu o software?”, ela perguntou, mas o jeito que ela se aproximou me deixou claro que o que ela queria era outra coisa. “Trouxe o pacote completo”, eu respondi, entrando e sentindo a batida baixa de R&B no fundo. Coloquei o notebook na mesa e fingi mexer na instalação, mas quando ela se encostou no meu ombro, o tecido do babydoll roçando na minha pele foi o gatilho. “Como colegas, devíamos focar na eficiência”, eu sussurrei, virando a cadeira para ela.
Ela riu e se sentou no meu colo, pernas abertas em volta da minha cintura, o babydoll subindo e revelando a boceta já úmida. “Então vamos inspecionar bem fundo”, ela disse, e eu a levantei, levando-a para a cama. A seda era tão leve que parecia nada, e eu a beijei do pescoço aos seios, chupando os mamilos através do tecido fino, sentindo os gemidos dela vibrarem no meu peito. Seus dedos cravados nos meus ombros me incentivavam, “Lamba tudo, caralho!”, e eu desci, lambendo a boceta dela até ela tremer.
Dei a volta, colocando ela de quatro na cama, o babydoll enrolado na cintura, expondo aquela bunda que eu bati com tudo, cada tapa ecoando no quarto. “Goza pra mim, sua putinha safada!”, eu grunhi, enfiando o pau com força, sentindo a vibração de cada empurrão. Ela enterrou o rosto no travesseiro, gemendo abafado, “Fode, não para!”, e nós cavalgamos até o ápice, gozando juntos em uma explosão de suor e prazer que deixou o antivírus esquecido. No final, exaustos e satisfeitos, o calor finalmente se dissipou na noite.