No momento, você está visualizando Conto erótico: Encontro safado e intenso

Quase um mês se passou desde nosso último rolê, um tempão que pareceu uma eternidade por causa das nossas vidas cheias de compromissos e aqueles parceiros que nos deixam com o calendário trancado. Cada segundo juntos é como um tesouro proibido, e a nossa comunicação é só uns códigos rápidos, mas quando rola, é tudo fogo e ação pura. Eu entro no nosso esconderijo safado, e o ar-condicionado não engana ninguém – o calor que me bate é todo de desejo. Lá está ela, esticada no sofá, uma visão tentadora: só uma camisa preta curta que mal tapa as curvas das coxas e uma calcinha minúscula, o rosto iluminado pelo celular, concentrada como se não soubesse o furacão que eu sou.

Um sorriso safado explode no meu rosto, e eu vou até ela, mergulhando num beijo que é quente e urgente, resgatando todo o tempo perdido. Nossos lábios se colam, explorando com fome, e o quarto esquenta ainda mais enquanto ela me puxa pro sofá com uma força que grita impaciência. Suas mãos voam nas minhas roupas, arrancando tudo com pressa, e os beijos ficam mais profundos, mais selvagens. Eu deslizo a mão pela nuca dela, enfiando os dedos nos fios macios e cheirosos, puxando devagar até ela gemer e jogar a cabeça para trás, expondo o pescoço. Aquele sorriso cúmplice dela é o sinal – o gatilho que libera a putaria louca que só nós dois sabemos curtir.

O ar fica carregado, e ela se afasta rapidinho, puxando minha cueca pra baixo sem cerimônia. Cai de boca no meu pau, chupando com uma mistura de atrevimento e habilidade, os olhos cravados nos meus como um desafio. Ela vai devagar, mas fundo, cada movimento fazendo meu pau pulsar e latejar contra sua língua. É intenso pra caralho, e o sofá parece encolher com tanta eletricidade. Não aguento mais, pego ela pelo braço e a levo pra cama num impulso.

Afasto a calcinha dela pro lado e mergulho entre as pernas, chupando aquela buceta com uma fome de animal. Ela é uma delícia, encharcada e cheirosa, e eu lambo tudo, a língua trabalhando sem parar enquanto os dedos invadem fundo, sentindo o mel escorrer. Ela arqueia as costas, gemendo alto, pedindo mais, implorando pra ser devorada como a vadia gostosa que é. O corpo dela treme, e de repente, ela explode num orgasmo violento, gozando na minha boca com gritos roucos que ecoam o quanto adora ser comida assim pelo seu macho safado.

Eu me levanto, o pau duro e latejando, e enfio tudo de uma vez na buceta dela, molhada e apertada, com uma porrada de força acumulada. Ela grita de prazer, exigindo que eu a possua, que a foda direito. “Vem pra cima”, ela sussurra, e nós trocamos: ela monta em mim, rebolando loucamente no meu pau, que pulsa junto com os movimentos. Mas eu a arrasto de volta pro sofá, virando-a de costas, e peço que sente. Enquanto ela se mexe, eu massageio o grelo inchado e escorregadio dela, e os gemidos dela ficam insanos, o suor e o cheiro de sexo enchendo o ar.

Ela enfia o pau inteiro, depois vira de frente, o corpo se curvando sobre mim, aumentando o ritmo. Olhando nos meus olhos, ela anuncia com a voz tremendo: “Vou gozar de novo”. Os gemidos dela vão subindo, até o corpo tremer num tremor enorme, o mel escorrendo e misturando com o suor. Nós nos beijamos, um beijo sujo e intenso que gruda nossas partes encharcadas.

Eu a reviro, colocando-a de quatro, e agarro aquela bunda firme com as duas mãos, metendo com tudo, distribuindo tapas e puxões que a fazem rebolar mais. Ela segura no sofá, mordendo os lábios, gritando pra eu não parar. Sinto o meu gozo chegando, então solto: “Vira, quero gozar na sua boca”. Ela obedece na hora, virando com aquele olhar safado, e eu explodo, jogando todo o meu leite quente na língua dela. Ela engole tudo, sorrindo como se fosse o maior prêmio, os olhos brilhando de triunfo.

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