Ela levava uma vida dupla que deixava qualquer um louco de curiosidade. De dia, era a gerente administrativa certinha num escritório de contabilidade, vestida com blusas discretas, maquiagem básica e cabelos presos num rabo de cavalo. Parecia a típica executiva séria, sem nada que indicasse o que rolava à noite. Mas, quando o sol se punha, ela se transformava numa gata safada num inferninho no centro da cidade. Lá, vestia lingerie vermelha provocante, com cinta-liga e saltos altos que faziam os caras babarem. Seus cabelos loiros caíam soltos, e ela pintava os lábios de um vermelho vivo que gritava “vem me comer com os olhos”. De quinta a sábado, ela subia no palco para um strip-tease que já era lendário entre os frequentadores. Usava uma máscara nos olhos para não ser reconhecida – afinal, ninguém do escritório precisava saber que ela era viciada em ser desejada. O negócio era só voyerismo; ela se excitava com os olhares cheios de tesão, mas nunca tocava nos clientes. Todas as outras garotas da boate topavam programas extras, mas ela preferia se satisfazer só com a admiração.
Até que um cliente começou a aparecer toda semana, sempre na mesma mesa, sozinho e imóvel como uma estatua. Ele era um cara bonito, com um estilo elegante e despojado, e sempre deixava gorjetas generosas que a deixavam intrigada. Depois de um mês notando isso, uma noite ela recebeu um bilhete pela garçonete enquanto se trocava no camarim. Não precisou ler para saber que era dele: “Quero te encontrar!” Ela se sentiu toda vaidosa, mas decidiu não ceder fácil. Mandou de volta um recado dizendo que não saía com clientes fora do expediente. De volta em casa, não parava de pensar no sujeito. “O que ele quer de mim?”, se perguntou, mas era óbvio: sexo. A ideia de transar com ele a tentava, mas ela não queria virar uma prostituta. Ainda assim, ele era gostoso, então talvez valesse a pena se ele insistisse. Deitada na cama, imaginou como seria levá-lo para a cama e sentiu um calor subindo. Apesar do cansaço dos dois turnos, enfiou a mão na calcinha e começou a se tocar. Pegou uma toalha macia e a pressionou no clitóris, fingindo que era o pau duro dele. “Será que ele me fode direito?”, pensou, gemendo baixinho. A excitação foi tanta que ela gozou rapidinho e caiu no sono.
Na noite seguinte, lá estava ele de novo, na mesma mesa, tomando uísque e devorando-a com os olhos. Ela fez o show com ainda mais energia, se sentindo como uma adolescente querendo impressionar o paquera. A boate estava lotada, mas ela só pensava nele – suas mãos fortes explorando seu corpo, o pau dele enfiado fundo. Depois do número, voltou ao camarim ansiosa por outro bilhete, mas nada. Saiu decepcionada pelos fundos e levou um choque quando ele apareceu do nada. “Oi! Te atrapalho?”, perguntou ele com um sorriso. “Não, claro que não”, respondeu ela, o coração acelerado. Ele sugeriu uma bebida em outro lugar, e ela aceitou na hora. No carro, pensou: “Espero que ele não seja um psicopata, tô me metendo nessa loucura”.
Ele parou num barzinho estiloso e, sentados nos fundos, o silêncio pairou até ele quebrar o gelo. “Já faz tempo que eu assisto ao seu show. Quanto tempo você faz isso?” “Um ano”, ela disse. “E você gosta ou é só pelo dinheiro?” Ela decidiu ser honesta: “Gosto mesmo. É por prazer, não preciso disso. Tenho um emprego normal de dia.” Ele sorriu malicioso: “E além do show, você faz mais alguma coisa por aí? Tipo, sai com clientes?” Ela fingiu não entender: “Como assim?” “Você sabe… transa com alguém da boate?” “Não, nunca saí com ninguém. Exceto agora.” Ele ergueu uma sobrancelha: “Então, posso esperar algo?” Ela sorriu de volta: “Tá demorando para perguntar quanto eu cobro.” Ele piscou: “Quanto é?” “Mil reais”, ela jogou, achando que ele ia recuar. Mas ele nem pestanejou: “Ok, vamos?”
Enquanto dirigiam para um motel de luxo, ela pensava: “Meu Deus, vou transar com esse cara e ainda ganhar por isso? Que porra louca!” No quarto, ele largou o dinheiro no criado-mudo e disse: “Hoje, eu tiro essa roupa de você.” Começou a despi-la devagar, beijando sua boca e lambendo o pescoço, as mãos firmes explorando cada curva. Quando ela estava pelada, ele se despiriu rápido, jogou-a na cama e mergulhou entre suas pernas. A língua dele atacou a boceta dela com força, chupando o clitóris inchado e lambeindo os lábios molhados. “Caralho, isso é bom demais!”, ela gemeu, sentindo ondas de prazer subirem. Ele chupou como se fosse uma fome insana, e ela gozou na boca dele, o corpo tremendo. Depois, ele subiu e enfiou o pau grosso na boceta dela, fodendo com empurrões profundos que a faziam gritar. A transa durou uma eternidade, ele arremetendo com força, mas quando estava prestes a gozar, grunhiu: “Quero seu cu agora. Vire.”
Ela obedeceu, de quatro na cama, passando um pouco de lubrificante no cuzinho apertado. “Puta merda, que tesão ser enrabada por esse estranho e ainda ser paga”, pensou, enquanto ele posicionava o pau e empurrava devagar, estocando cada vez mais fundo. Ele cavalgou sobre ela como um animal, gemendo alto até explodir dentro do cu dela. Ficaram ali, ofegantes, até ele oferecer uma carona. No caminho de volta, ela se perguntou se aquilo tinha sido real. “Sim, sua vagabunda, você fez isso”, se repreendeu. Ele a deixou em casa com um beijo no rosto e sumiu para sempre. Mas ela nunca esqueceu aquela foda selvagem – toda vez que se masturbava, revivia cada detalhe sujo na mente.