No momento, você está visualizando Conto erótico: Noite de ménage inesperado

Estava num barzinho com meu colega Lucas, que tava esperando a esposa dele, Ana. O papo rolava solto, conversando sobre um monte de merda, até que ela apareceu – uma mulherça linda, educada pra caralho, vestida com uma saia justa e uma blusa que destacava aquelas curvas. Sentou com a gente e ficamos batendo papo por horas, rindo e bebendo, até que chegou a hora de ir embora. Os dois cochicharam um com o outro e me ofereceram carona, eu aceitei na hora.

No carro, Ana virou pra mim com um sorrisinho safado e perguntou se eu não queria passar na casa deles pra ver um filme. Eu tava curioso, sentindo que tinha algo a mais no ar, então topei. Chegamos lá, e eu me joguei no sofá, com Lucas e Ana sentando do meu lado, ela no meio. Puseram um filme qualquer na TV, mas ninguém tava prestando atenção. Aí Ana me pergunta, toda provocante: “E aí, o que você gosta a mais em uma mulher?” Lucas deu uma risada malandra e começou a erguer a saia dela devagar, revelando uma surpresa do caralho – uma rola grossa e dura que eu nunca imaginaria, bem ali entre aquelas pernas lisas. Eu congelei, excitado pra porra, enquanto Lucas se inclinava e começava a chupar aquele pau como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Eu entrei na onda rapidinho, não quis saber de mais nada. Ana me puxou pra um beijo molhado, sua língua dançando na minha, e eu apertei aqueles peitos firmes, chupando os mamilos duros até ela gemer. Em seguida, ela guiou minha cabeça pra baixo, e eu envolvi aquele pau enorme com a boca, sentindo o gosto salgado e o calor preenchendo minha garganta. Meu coração acelerava, o pau latejava dentro da calça, e eu chupava com tudo, lambendo a haste grossa e massageando os ovos.

Ana pediu pra eu ficar de pé, e ela se ajoelhou na minha frente, abrindo o zíper e engolindo meu pau inteiro. Sua boca era quente e úmida, sugando com força, enquanto ela abria minha bunda com as duas mãos, espalhando as bochechas e expondo o cu. Lucas veio por trás, me beijando no pescoço e enfiando um dedo ali, girando devagar, o que me deixou louco de tesão. Eu mal conseguia pensar, só sentia o prazer subindo pela espinha.

Aí Lucas me virou e me penetrou de uma vez, sua rola enchendo meu cu com uma pressão deliciosa que me fez gemer alto. Enquanto ele metia com força, Ana viu meu pau ainda duro e começou a me masturbar, depois chupou também, alternando entre lamber a cabeça inchada e sugar os ovos. Eles se revezavam como se fosse uma dança suja: um me comendo o cu, o outro me fodendo a boca, até eu não aguentar mais. Eu gozei primeiro, jorrando uma porra quente na mão de Ana, o corpo tremendo inteiro.

Ela me deitou de lado no sofá, enfiando o pau dela na minha boca de novo, enquanto Lucas acelerava as estocadas no meu cu, me esticando e batendo fundo. Eu sentia cada movimento, o suor escorrendo, o cheiro de sexo no ar. Ana gozou logo em seguida, enchendo minha boca com um jato grosso e salgado que eu engoli avidamente, e Lucas veio atrás, explodindo nas minhas costas com um gemido rouco.

Desde então, sempre que nos reencontramos, rola uma putaria a três, e é fodaço – puro tesão sem limites.

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