No momento, você está visualizando Conto erótico: Traição e paixão selvagem

Eu e meu marido tínhamos brigado feio, então peguei as minhas coisas e fui visitar minha filha no estado vizinho, onde o resto da família morava. Lá, um dia, eu, minha irmã e meu cunhado estávamos passeando por uma avenida movimentada quando minha irmã cutucou meu braço e disse que um cara estava buzinando e me chamando. Fui ver o que rolava, e ele era um cara bem gostoso: olhos azuis penetrantes e um corpo malhado que eu não pude ignorar. Ele me passou o número do telefone dele, dizendo que esperava minha ligação. Eu tava puta com o marido, então fui com a cara dele e anotei tudo. Vou chamar ele aqui de J.

Ainda fervendo de raiva, liguei para o J naquela mesma noite e marcamos um jantar para o dia seguinte. No primeiro encontro, não passou de conversa e uns risos, mas no final, quando ele me levou de volta, trocamos um beijo quente. Senti a língua dele invadir minha boca com força, e eu respondi na mesma, pressionando os lábios e deixando o desejo subir. Aquilo me deixou louca, e combinamos de nos ver de novo.

No segundo rolê, fomos direto para o apartamento dele, sem enrolação. Eu tava tão excitada que nem pensei duas vezes ao aceitar o convite. Assim que entramos, já nos jogamos um no outro, beijos molhados e corpos se encostando. Senti o pau dele endurecendo contra mim, e comecei a roçar meu quadril no dele, provocante. Ele puxou o pau para fora rapidinho, e quando vi aquela verga grossa e pulsante, enfiei a mão nela sem cerimônia. Enquanto nos beijávamos com fome, eu massageava devagar, apertando a mão em volta do eixo, sentindo cada veia e a maciez da pele. Olhei para baixo e vi que era bem mais grosso que o do meu marido, o que me deu um medinho de doer, mas o tesão era tanto que eu ignorei.

Aí, fui descendo os beijos pelo pescoço dele, depois o peito, a barriga, até me ajoelhar na frente. Enfiei a boca naquele pau grosso, com a cabeça rosada e inchada, e chupei como se não houvesse amanhã. Sentia o gosto salgado e o cheiro forte de homem, a grossura enchendo minha boca e me fazendo babar. Ele agarrou minha cabeça e guiou os movimentos, me fodendo a boca como se eu fosse uma puta safada, num vai e vem ritmado. De repente, ele explodiu, gozando uma porra quente e abundante sem nem avisar. O jorro encheu minha boca inteira, e eu não engoli tudo; deixei escorrer pelos lábios até os seios, molhando a pele, e terminei lambendo a cabeça do pau, tirando os restinhos e espalhando no meus mamilos endurecidos.

Aquilo me deixou louca por mais, e topei uma terceira noite sem pestanejar. No apartamento dele novamente, eu já me sentia à vontade e comecei tirando a roupa na hora. Enquanto nos beijávamos longamente, massageei o pau dele até ficar duro como uma rocha – uma ereção que meu marido nunca conseguiu. Dei umas chupadas rápidas para deixar tudo bem lubrificado, e aí me posicioni de quatro na cama, virada para a cabeceira. Senti as mãos dele na minha cintura, o pau encostando na minha boceta molhada. Eu tava tão excitada que nem precisei de lubrificante, escorrendo por ali como nunca.

Ele empurrou devagar, e eu senti aquela rola grossa e cabeçuda me invadindo, esticando tudo. Enquanto ele metia, um dedo dele começou a massagear meu cuzinho, lubrificando e me enlouquecendo ainda mais. Eu rebolei como uma vadia, sentindo o pau dele entrar e sair, ocupando cada centímetro da minha boceta. Ele segurava meus cabelos com uma mão e enfiava o dedo no meu rabo com a outra, me fazendo gemer alto. Não aguentei e gozei forte, as pernas tremendo, uma explosão que eu não sentia há anos. Mas ele continuou arremetendo, mais forte, até que agarrou minha cintura com força e gozou dentro da camisinha, jogando porra quente e grossa.

Na mesma noite, fomos para a segunda rodada. Ele deitou na cama, e eu subi devagar, chupando o pau dele até ficar duro de novo. Quando cheguei na boca dele, nos beijamos suado, e eu segurei a verga dele, guiando para a minha boceta. Sentei devagar, engolindo tudo até o talo, e comecei a cavalgar como uma louca, rebolando e gemendo. Ele apertava meus seios, chupando os mamilos, e enfiou o dedo no meu cuzinho outra vez, me levando ao limite. Senti os espasmos no meu corpo, gozando de novo com o pau dele enterrado fundo, e logo em seguida, ele explodiu também, enchendo a camisinha.

Depois, nos beijamos, descansamos um pouco, e eu disse que era hora de ir. Ele me levou em casa, e enquanto eu voltava, me senti uma mulher completa, sabendo como pegar o que eu queria, com ou sem marido. Meses depois, eu esqueci o Facebook aberto, e ele descobriu tudo – eu tinha contado os detalhes para um amigo gay que é meu confidente. Em vez de brigar, ele ficou excitado pra caralho, lendo as mensagens e ficando de pau duro. Agora, quando transamos, ele me pede para sussurrar a história no ouvido dele, e isso o deixa selvagem. Quanto ao J, nunca mais o vi, mas de vez em quando, no banho, fecho os olhos e me masturbo lembrando de cada detalhe sujo daqueles encontros, me fazendo gozar sozinha.

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