Eu e minha mulher estávamos animados pra essa viagem pra Natal, no Rio Grande do Norte. Compramos um pacote de resort e fomos juntando as coisas: roupas normais, bikinis e uns itens pra apimentar nossas noites. Eu sugeri que ela pegasse um fio dental bem cavado, algo que mostrasse tudo o que ela tem de bom, e ela topou, mas disse que seria surpresa. Fiquei um pouco ansioso, pensando que se o biquíni não fosse ousado o suficiente, não daria tempo de trocar na praia, mas decidi deixar rolar.
No segundo dia, ela me olhou com um sorriso malicioso e disse: “Hoje você vai ver sua esposa chamando atenção na praia, mas não fique bravo, tá bom?” Aquilo já me deixou com o pau duro na hora, só de imaginar. Quando chegamos à areia, ela tirou a canga devagar, revelando um biquíni minúsculo, daqueles que mal cobrem a buceta e o rabo. As tiras eram finas, e o tecido se enfiava entre as dobras, destacando as curvas do seu corpo – peitos firmes balançando, quadris arredondados e uma calcinha que parecia pintada na pele.
À medida que o dia esquentava, comemos uns petiscos e tomamos caipirinhas que nos deixaram mais soltos. Eu encorajei ela a provocar os caras que passavam, e ela entrou na onda. Alguns vendedores ambulantes começaram a parar por perto, fingindo oferecer seus produtos, mas era óbvio que estavam comendo ela com os olhos – olhando fixo praqueles mamilos marcados no tecido fino, ou pro jeito que o fio dental subia entre as pernas. Eu sentia uma onda de tesão vendo isso, o meu pau pulsando dentro da bermuda.
Perto da hora de ir embora, ela ficou ainda mais audaciosa. Enfiou a calcinha ainda mais fundo, deixando uma borda dos lábios da buceta aparecendo de leve, úmida e inchada com a excitação. Quando ela se deitou de costas, pernas ligeiramente abertas, o fio não cobria direito o cuzinho, mostrando as pregas rosadas e convidativas. Meu Deus, aquilo me deixou louco de desejo, imaginando os caras em volta se masturbando mentalmente com a visão.
Assim que entramos no quarto do resort, explodimos de tesão. Eu a joguei na cama e comecei a chupar aqueles peitos, enquanto ela gemia alto, ainda com o biquíni enrolado. Meti os dedos na sua buceta molhada, sentindo-a pulsar, e fodi ela com força, o barulho das nossas peles batendo ecoando pelas paredes. Ela gritava “Vai fundo, enche minha porra!” e eu não parei até gozar dentro dela, num jorro quente que deixou a cama uma bagunça. Foi a transa mais selvagem que já tivemos.
Teve mais rolê louco nesse resort, e quem sabe eu conto depois. Adoro trocar histórias com outros maridos que piram nesse tipo de exibicionismo – faz a coisa ficar ainda mais quente.