No momento, você está visualizando Conto erótico: Sedução com vizinho desejado

Eu sou uma garota de 26 anos, morena e bem discreta, mas por dentro eu fico cheia de desejos loucos. Um deles era essa fixação que eu tinha pelo meu vizinho, que chamarei de Rafa – ele era todo gato, mas comprometido, o que só me deixava mais curiosa pra ver o que ele escondia debaixo daquela roupa de trabalho. Eu precisava arrumar um jeito de chamar a atenção dele, e uma noite, quando o vi voltando do mercado onde ele trabalhava, resolvi puxar conversa.

— Indo pra casa, é? — soltei, com um sorriso malandro.

Ele riu, cansado mas simpático.

— Parece que o mundo tá trabalhando em dobro hoje.

Eu sempre trocava uma palavra com ele no caminho ou no mercado, coisas bobas como o clima ou o trampo, mas daquela vez tinha um clima diferente no ar. Talvez fosse minha empolgação ou o cansaço dele que abriu a porta. Ele acabou oferecendo companhia, e eu não perdi tempo:

— Seria uma maravilha se você fosse até minha casa — respondi, rindo pra quebrar o gelo.

Chegamos à porta, e eu convidei logo:

— Quer tomar um suco comigo? Prometo que não vai demorar.

Ele topou, e lá estávamos nós, sentados na mesinha da cozinha, conversando como se fossemos velhos amigos. Falamos do trabalho, de sonhos que deixamos pra trás e de coisas novas que descobrimos. Com cada história, as barreiras entre a gente sumiam, e eu me sentia leve, rindo de verdade, sem frescuras. Ele me olhava com uma calma que me deixava quente, e o silêncio que veio depois estava carregado de uma tensão gostosa, cheia de pensamentos safados e curiosidade mútua.

De repente, não aguentei mais. Me aproximei e o beijei, meio nervosa, achando que ele ia se afastar. Mas não, ele retribuiu na hora, e os beijos foram ficando mais intensos, nossas línguas se enrolando como se estivessem famintas. Minha buceta já estava latejando de desejo, e ele percebeu, começando a tirar minha roupa devagar, beijando meu pescoço, meus peitos, descendo até o meu umbigo. Eu gemia baixinho, uma mistura de prazer e medo, mas caralho, aquilo era exatamente o que eu planejava, então deixei rolar.

Ele me jogou contra a mesinha da cozinha, que virou o nosso playground improvisado. Me virou de costas, segurando meus braços e puxando meu cabelo, e eu senti o pau dele duro roçando na minha bunda. Ele era selvagem, fodendo minha boceta com força, enfiando fundo enquanto eu gritava de tesão. Cada estocada me fazia tremer, meu cuzinho se contraindo com a pressão, e eu sentia a umidade escorrendo pelas minhas coxas. Ele gemeria no meu ouvido, dizendo coisas sujas tipo “Sua putinha safada, tava louco pra te comer assim”, e eu respondia apertando ele com minhas paredes, gozando como nunca antes. Fiquei fraca, exausta, mas satisfeita pra caralho, como se tivesse levado uma surra de prazer.

Ele me olhou nos olhos, ainda ofegante, e sorriu:

— Acho que eu precisava dessa pausa.

— Eu também — eu disse, me aninhando nele por um segundo.

Depois, nos despedimos como se nada tivesse acontecido, e até hoje ninguém sabe daquela noite. Pra todo mundo, foi só umas horas extras de trabalho.

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