A chuva caía forte no teto do SUV, um barulho ensurdecedor e constante que só deixava o ar lá dentro ainda mais carregado. Estava quente pra caralho, um cheiro misturado de chuva fresca, suor salgado e desejo cru preenchendo tudo. Os vidros embaçados pingavam gotas por dentro, criando um véu de privacidade perfeito. Eu o empurrei contra o banco de trás, sua camisa úmida grudada no peito como uma segunda pele. Rasguei os botões com pressa, expondo o peito, e mordi o pescoço dele com força, sentindo o coração disparar contra os meus lábios.
Ele agarrou meu cabelo e puxou, a voz saindo grossa e urgente: “Vai logo… me fode agora.” Eu me ajoelhei entre suas pernas, o cheiro forte subindo direto – suor picante na virilha, o pau dele duro e pulsante, a cabeça brilhando com pré-gozo. Puxei a calça e a cueca dele para baixo de uma vez, liberando tudo. Cuspi na minha mão e comecei a masturbá-lo rápido, o som molhado e sujo ecoando no espaço apertado. Então, cuspi direto no cuzinho dele e enfiei dois dedos de uma vez, sentindo o calor apertado e convidativo. Mexi com pressa no ponto certo, aquele que faz qualquer um tremer.
Ele abriu as pernas mais, gemendo alto: “Mais fundo… abre mais…” Eu adicionei um terceiro dedo, forçando e esticando, o buraco dele cedendo aos poucos. Mas tirei tudo de repente, e ele reclamou com a voz rouca. “Vira de quatro. Agora.” Ele obedeceu na hora, empinando a bunda redonda e convidativa. Cuspi no centro exato e me posicionei, empurrando meu pau até o fundo em uma só estocada. Ele gritou, o corpo inteiro tremendo, apertando em volta do meu pau como um torno.
Agarrei a cintura dele com força e meti com tudo, saindo quase inteiro e voltando fundo, batendo contra a carne macia. O carro balançava louco, as molas rangendo a cada impacto. Puxei o cabelo dele para trás: “Olha pra mim enquanto eu te fodo assim.” Seus olhos estavam vidrados, a boca aberta e babando de prazer. Eu acelerei, metendo com raiva e fome, o som de pele contra pele enchendo o ar. Ele gozou sem nem tocar, o corpo sacudindo, o gozo jorrando no banco em espasmos quentes. O aperto ao redor do meu pau ficou selvagem, e eu meti mais umas últimas vezes antes de gozar fundo dentro dele, enchendo tudo com minha porra quente, grunhindo contra as suas costas suadas.
Ficamos lá, colados e ofegantes, o cheiro de sexo dominando o carro inteiro. Ele riu, a voz ainda trêmula: “Caralho… meu cu tá ardendo de tanto tesão… você me comeu pra valer.” Eu dei um tapa forte na bunda dele, deixando a marca vermelha. “Ainda não acabou. Quando a chuva parar, você senta no meu pau e rebola até gozar de novo.” Ele sorriu, safado e provocante: “Pode vir. Meu carro, meu cu… hoje é tudo seu pra foder até eu não aguentar mais.”