Era uma noite de sábado, por volta das 1:30 da manhã, quando parei a moto para pegar uma passageira. Ela era loira, uma gostosa de parar o trânsito. Cumprimentei com um “boa noite” e, ao olhar para ela, não consegui disfarçar o desejo. Ela notou na hora e perguntou: “O que foi, moço?” Tentei desconversar, dizendo “Nada não”, mas ela viu direito o jeito que eu a devorava com os olhos.
Enquanto seguíamos pelo caminho, ela puxou conversa sobre o marido, reclamando que ele preferia os amigos ao invés de dar atenção para ela. “Moço, você me deixaria em casa sozinha a noite toda para ficar com os amigos?” Eu respondi: “Senhora, eu só deixo minha mulher se for para trabalhar, e antes dou um beijo bem gostoso, daqueles que provocam. No seu caso, eu não deixaria você de jeito nenhum. Depois que se casa, tem que deixar as amizades um pouco de lado; minha preferência sempre seria pela mulher.”
Ela sorriu e disse: “Sua mulher deve adorar você.” Eu dei de ombros: “Acho que sim.” Então, ela pediu um favor: “Moço, eu saí da balada e deixei minhas amigas lá. Estou com sede, pode parar num posto de combustível para eu pegar uma garrafa de água?” Concordei, e paramos. Enquanto ela ia comprar, fiquei lá, olhando para o corpo dela se mexendo. Quando voltou, seguiu viagem e comentou: “Moço, reparei que sua garrafa está vazia. E quando você me pegou, parecia que queria me devorar com os olhos, mas desviou o olhar. Eu percebi, você me quer.”
Não tinha como negar. “Com todo respeito, eu desejei você assim que te vi: seus peitos firmes, essa boca convidativa, o cabelo loiro caindo nos ombros. Mas fiquei na minha.” Ela riu e passou as unhas devagar pela minha perna, sussurrando: “Quando chegarmos, você pode pegar sua água e beber o que quiser. Tem cerveja na geladeira.”
Chegamos à casa dela, ela abriu o portão e eu entrei com a moto. Ela foi tomar banho, e quando voltou, estava só de toalha, o corpo ainda pingando. Veio direto para mim, os olhos cheios de fome, e caiu de boca na minha rola. Eu estava duro como pedra, louco de desejo reprimido. Ela chupou com tudo, a língua lambeando a cabecinha, os lábios sugando forte, e eu não aguentei. Gozei uma porrada, aquele jorro quente e grosso enchendo a boca dela, mas ela não parou. Continuou mamando, me provocando com as unhas no saco, fazendo eu endurecer de novo.
Ela me usou direitinho, como se soubesse exatamente o que eu precisava. Ficamos a noite toda fodendo: eu lambendo sua buceta molhada, ela gemendo alto enquanto eu entrava fundo, o rabo dela se mexendo contra mim. Cada vez que eu gozava, ela pedia mais, querendo ser preenchida, suada e selvagem. Não lembro a hora exata, mas saí de lá só às 8 da manhã, exausto, mas com um sorriso de orelha a orelha. Aquela loira safada me deixou louco, e eu mal podia esperar pela próxima vez.