A noite tava diferente, sabe? Talvez fosse o vinho que tava rolando solto, ou aqueles olhares safados que a gente trocava por cima da mesa, ou até os toques nas mãos que demoravam mais do que deviam, me deixando toda arrepiada e molhada só de imaginar o que viria. Estávamos voltando pra casa, já passava da meia-noite, e o silêncio dentro do carro era tipo um grito de desejo. Eu sentia o ar carregado, meu coração batendo forte, e bastou um sorriso malicioso dele pra eu sentir uma onda de tesão subindo pelo corpo.
No banco do carro, as coisas esquentaram rapidinho. Eu me virei pra ele, e nossas mãos começaram a explorar, apertando coxas, roçando peitos. O cheiro de excitação enchia o ar, e eu não aguentei: inclinei e enfiei a língua na boca dele, saboreando cada segundo enquanto ele apertava meu cu com força, me deixando louca de vontade. Eu sentia a calça dele ficando dura contra minha perna, e comecei a passar a mão no volume, imaginando como era aquele pau grosso e pulsante. O mundo lá fora sumiu; era só nós dois, ofegantes, com as respirações quentes se misturando enquanto eu gemia baixinho, desejando que ele me fodesse ali mesmo.
Quando chegamos na garagem, a rua ainda tava movimentada, com carros passando e luzes piscando, o que tornava tudo ainda mais excitante, como se estivéssemos arriscando ser pegos. Eu saí do carro devagar, balançando os quadris de propósito, provocando. Ele me agarrou com urgência, me empurrando contra a porta do carro, e eu senti sua boca descendo pelo meu pescoço, mordiscando e lambendo enquanto as mãos dele abriam meu blusa e apertavam meus peitos, endurecendo os mamilos. “Vai, me come”, eu sussurrei, e ele obedeceu, me virando e puxando minha saia pra cima. Eu tava encharcada, minha buceta latejando de desejo, e quando ele enfiou os dedos ali, gemendo sobre quanto eu era quentinha e molhada, eu quase gozei na hora. Ele me penetrou duro, o pau dele preenchendo tudo, batendo fundo enquanto eu me segurava no capô do carro, gritando baixinho com cada estocada. Cada movimento era puro fogo, com o som de pele contra pele ecoando no ar noturno, e eu sentia ondas de prazer subindo, meu corpo tremendo enquanto ele me fodia como se não houvesse amanhã.
No final, caímos exaustos, o corpo todo suado e satisfeito, com aquela sensação deliciosa de uma noite proibida que não sai da cabeça. Meu cuzinho ainda pulsava, e só de lembrar do jeito que ele me enfiou e me fez gozar tanto, eu fico excitada de novo, pronta pra mais.