Eu tava trabalhando como corretor de imóveis em Praia Grande, SP, uns anos atrás, e num sábado de manhã, atendi um casal super simpático que queria que eu desse uma olhada no apartamento deles, já pensando em vender. O cara tinha uns 60 anos, e a mulher, uma morena de estatura mediana e com uns 57, era o tipo que chamava atenção pela vibe relaxada e aquele sorriso que deixava todo mundo à vontade.
Cheguei no horário marcado, e eles me receberam com um cafezinho, mostrando o imóvel rapidinho. Aí, o cara me convidou para sentar na sala e bater um papo, enquanto a mulher disse que ia tomar um banho rápido. Enquanto eu e ele discutíamos valores e mercado, ela voltou vestindo um vestidinho bem curtinho, e eu percebi na hora que não tinha nada por baixo – tipo, nada mesmo, o que me deixou um pouco inquieto.
Ela se sentou ao lado dele, e ele começou a alisar as pernas dela, subindo o vestido devagar para expor aquelas coxas macias e tentadoras. Eu tava um pouco sem graça, desviando o olhar, mas ele riu e falou para eu relaxar, que eles eram um casal liberal e que ele adoraria ver eu me divertindo com ela. Eu hesitei um segundo, o coração acelerando, mas acenei que sim, curioso e animado com a proposta.
Ela veio na minha direção, sentou pertinho e começamos a nos beijar com vontade, nossas línguas se entrelaçando como se já soubéssemos o que viria. Enquanto isso, ela soltou o vestido, revelando seios firmes e redondos que eu não resisti em chupar, lambendo os mamilos duros e sentindo o gosto salgado da sua pele. Meus mãos exploravam o corpo dela, apertando a bunda redonda e macia, enquanto eu pensava em como aquilo era louco e excitante.
Aí, ela se deitou no sofá, abriu as pernas bem largas e me olhou com um sorriso safado, pedindo para eu chupar sua buceta gostosa, querendo gozar na minha boca só para o corno ver. Eu me joguei, enterrando a cara entre suas coxas, lambendo aquela entrada molhada e inchada, sentindo o cheiro forte e o sabor doce e salgado que me deixava louco. Ela gemia alto, apertando minha cabeça com as mãos, os quadris se mexendo contra minha boca, quase me sufocando de tanto prazer. Meu pau já tava duro como pedra dentro da calça, pulsando de desejo.
Ela percebeu e abriu minha calça depressa, tirando meu pau para fora e começando a chupar com força, a língua dançando na cabeça sensível, os lábios sugando como se quisesse me drenar. Eu tava segurando o gozo com tudo, as bolas latejando, pensando que ia explodir a qualquer momento. Mas ela parou bem na hora, me puxando pelo braço para o quarto, onde a trepada começou de verdade.
Lá, fomos em várias posições: eu a fodi de quatro, sentindo sua buceta apertada e quente engolindo meu pau inteiro, enquanto ela gritava para eu ir mais fundo. Depois, ela montou em cima de mim, o rabo balançando enquanto subia e descia, os seios quicando na minha cara. O cara só observava da cadeira, se masturbando devagar, gemendo baixinho como se estivesse curtindo o show. Eu gozei forte dentro dela, enchendo sua boceta de porra, e ela veio logo em seguida, tremendo e gritando meu nome.
Sai de lá exausto, mas com um sorriso de orelha a orelha, e acabamos nos encontrando mais umas vezes para repetir a dose – mas essa é história para outro dia. Que delícia de aventura, hein? Se você é de um casal com fantasias assim, quem sabe não rola uma conexão?