Casar há 28 anos e ainda manter a faísca acesa era nosso segredo. Eu e minha mulher tínhamos uma vida sexual bem quente, tipo três roladas por semana, e ela sempre jurou que eu era o único cara que tinha metido nela. Não tinha razão pra duvidar, já que estávamos bem conservados pra idade – corpos firmes, nada de barriga saliente. Durante umas férias de verão em Bombinhas, no litoral de Santa Catarina, resolvi chacoalhar as coisas. Sugeri ir pra Praia do Pinho, aquela praia de nudismo em Camboriú, e depois de um pouco de birra, ela topou.
Chegamos lá meio tímidos, mas fomos pro lado mais família da praia, montamos a barraca e ficamos só observando o movimento. Começamos a beber: eu com minha cerveja gelada e ela atacando as caipivodkas, que sempre deixavam ela mais safada, com a língua solta e os olhos cheios de desejo. Depois de umas três horas, com o sol batendo e o álcool subindo, ela começou a comentar sobre os corpos pelados que passavam – tanto os homens com suas rolas balançando quanto as mulheres com as tetas livres e as bucetas à mostra. Estava ficando animado só de ouvir.
Aí aparece esse cara com um pau enorme, daqueles que você não esquece, pedindo pra gente ficar de olho nas coisas dele enquanto ele dava uma volta. Sem problemas, aceitamos, e minha mulher não parava de sussurrar sobre o tamanho daquilo, mesmo eu sabendo que meu próprio pau, com seus 18 centímetros, não era nada mal. Quando ele voltou, agradeceu educadamente e eu ofereci uma cerveja. O cara era simpático, conversamos sobre tudo: trabalho, viagens, e aí o papo deslizou pro sexo. Ele confessou que era solteiro porque não aguentava ficar com só uma pessoa e que adorava fazer ménage com casais. Ficamos boquiabertos, e ele pegou o celular pra mostrar fotos dos encontros – tetas, rabos, gozadas, tudo ali na tela. Aquilo acendeu um fogo em nós três, com minha mulher mordendo os lábios e eu sentindo meu pau endurecer.
Quando a bebida acabou, ele nos convidou pro apartamento dele, uma cobertura linda de frente pro mar. Estávamos bêbados e curiosos, então fomos. Lá, ele nos levou pra área de lazer, buscou uma espumante e serviu todo mundo. Entramos na jacuzzi, pelados como na praia, e o papo sobre sexo só esquentava. Minha mulher me olhou pedindo permissão, e eu acenei que sim. Com a água borbulhando e o vapor subindo, ela começou a acariciar minha rola dura e, sem cerimônia, passou pra dele também. Era impressionante sentir o contraste: meu pau familiar e grosso nas mãos dela, e o dele, bem maior, pulsando ao lado.
O cara se levantou pra pegar mais espumante, e aí eu vi de perto o tamanho daquele monstro – tinha que ser uns 20 centímetros, grosso como um punho. Nessa hora, não tinha mais volta; minha mulher ia experimentar outro pau pela primeira vez, e ela estava louca por isso. Quando ele voltou, as carícias viraram algo mais sério. Ela gemendo baixinho, apertando os dois, enquanto eu via seus seios balançarem na água. O ar cheirava a desejo, e eu sentia uma mistura de ciúme e excitação, com meu pau latejando.
Ele sugeriu ir pra suíte, que era como um templo do pecado – espelhos no teto, cama king size, luz baixa. Assim que entramos, as coisas explodiram. Minha mulher se jogou na cama, abrindo as pernas e mostrando sua buceta molhada, ansiosa. O cara se posicionou entre elas, e eu assisti enquanto ele lambia tudo, sua língua explorando o clitóris dela como se fosse um tesouro. Ela gemia alto, “Ah, porra, isso é bom demais!”, e eu me juntei, chupando seus seios enquanto ele enfia o pau devagar. Era uma visão louca: ver ela se contorcendo, sentindo cada centímetro dele preenchendo sua boceta apertada, enquanto eu masturbava meu próprio pau, pingando pré-gozo.
As estocadas ficaram mais rápidas, o quarto ecoando com os sons de carne batendo e respirações ofegantes. Minha mulher gritava, “Fode mais forte, enche minha boceta!”, e eu não aguentei, gozando na minha mão enquanto via ele explodir dentro dela, uma porra quente escorrendo pelas suas coxas. Foi selvagem, uma noite que mudou tudo – e juro, foi o começo de aventuras que nem imaginávamos.