Conto erótico: Encontro safado no estacionamento

O asfalto ainda esquentava da luz do dia, mas aqui no fundo desse estacionamento deserto, o ar ferve de um jeito bem safado. O lugar é perfeito: isolado, com luzes fracas que mal iluminam as sombras, e um silêncio quebrado só pelo ronco distante de carros passando devagar. Eu me encosto no capô do meu carro, balaclava no rosto, sentindo a brisa fresca roçar a minha pele nua. O tesão de estar exposto, onde qualquer um poderia me ver, me deixa louco de excitação. Não vim aqui pra bater papo – vim pra ser a presa nesse jogo sujo.

O primeiro carro estaciona, um sedan preto e misterioso. O vidro baixa devagar, e um cheiro forte de homem invade o ar. O cara não perde tempo: abre o zíper e libera a rola dura, latejando contra a cueca. Eu me aproximo rápido, olhos grudados naquele volume grosso, já imaginando o gosto salgado. “Tira tudo pra fora”, eu sussurro, a voz abafada pela máscara. Ajoelho na frente dele e começo a chupar ali mesmo, no meio do estacionamento vazio. O som molhado da minha boca sugando ecoa alto, misturado ao barulho da porta aberta.

De repente, vejo vultos se aproximando. Dois caras que estavam espreitando de longe vêm pra cima de mim. Eles não pedem permissão; um deles já está se masturbando, punhetando devagar enquanto me observa engolir aquela rola até o talo, me fazendo engasgar e babar. O outro, um coroa com uma aliança brilhando no dedo, chega por trás e agarra minha bunda com força, apertando os músculos. “Adora uma plateia, hein, sua putinha? Olha só como ele devora tudo…”, diz um deles, a voz grossa e rouca de puro desejo.

O clima explode em um caos de corpos suados e paus duros. O dono do carro me puxa para fora, me vira e me joga contra a lataria fria do veículo. Ele baixa meu short num movimento rápido, e eu sinto o contraste gelado do metal contra a minha pele quente, enquanto a ponta da rola dele cutuca a entrada do meu cuzinho. “Vai, porra, me enfia aqui na frente deles!”, eu provoco, gemendo. Ele obedece, empurrando a verga grossa lá dentro, e eu solto um gemido alto. Enquanto isso, o cara que estava se punhetando me vira de frente pra ele. Ele segura meu pescoço e guia o pau inchado e escorrendo de pré-gozo até a minha garganta, fodendo minha boca com força.

Eu me entrego, sentindo o dono do carro estocando fundo no meu cu, cada movimento fazendo meu corpo tremer. Meus músculos apertam e depois relaxam, acomodando aquela invasão deliciosa. Atrás de mim, o coroa casado se junta, e eles começam a se revezar, enfiando e retirando com empolgação. O coroa é meio desajeitado, mas fode tão gostoso que eu mal repara. Eu chupo o pau na minha frente como se fosse o último, lágrimas nos olhos, saliva escorrendo pelas bolas dele e pingando no chão. Os gemidos deles enchem o ar, misturados aos meus.

“Aaaah, vou explodir!”, grunhe o cara na minha boca. “Goza, vai! Enche minha boca de leitinho, sua máquina!”, eu peço, a voz manhosa e urgente. Ele obedece, jorrando porra quente e salgada na minha garganta. Eu mexo a língua em volta da cabeça do pau dele, sentindo o gosto cremoso, e engulo tudo devagar antes de me levantar, lambendo os lábios.

Enquanto isso, o coroa goza lá dentro do meu cuzinho, o pau pulsando e despejando um fluxo quente que me faz tremer de prazer. O dono do carro me pega pelo quadril e me joga no banco do motorista, me posicionando como um frango assado. Ele enfia a rola de novo, pedindo: “Goza pra mim, sua vadia! Solta tudo com a minha pica te arrebentando.” Eu começo a me masturbar, olhando o jeito que ele move o quadril, batendo fundo e rápido. É insano o quanto ele é bom – cada estocada me leva ao limite.

Não aguento mais: gozo forte na minha barriga, gemendo como uma puta em êxtase, enquanto ele continua me fudendo. Ele geme junto, jogando mais porra dentro de mim, misturando com a do coroa. Sinto o pau dele escorregar para fora, e eu me levanto, o gozo escorrendo pela perna. Ele me vira com um sorriso safado e diz: “Tira isso aí, sua putinha.” Eu obedeço, deixando o caldo quente gotejar, e ele dá um tapinha na minha bunda antes de entrar no carro e ir embora.

Volto pro meu carro, o corpo relaxado e satisfeito, mas ainda com fome. Me limpo rápido e fico ali, encostado de novo, esperando os próximos aventureiros. Quem sabe o que mais a noite reserva?

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