Conto erótico: Virei amante fixo de casada por dinheiro

Aquela deusa de ébano se mexia com uma graça danada, balançando os quadris devagar enquanto encostava a buceta molhada bem na cabeça do meu pau. Ela abriu os lábios da xota como se fosse uma flor se abrindo e foi descendo devagarinho, engolindo cada centímetro da minha rola grossa, como se tivesse vida própria. A sensação era tão forte que eu nem consegui segurar. Antes mesmo dela começar a subir e descer de verdade, eu explodi. Gozei pra caralho, jorrando porra quente, grossa e cheia dentro dela, inundando aquela buceta apertada.

Pensei que ela fosse ficar puta, mas ela só olhou pro marido e falou, toda safada:
— O garoto encheu minha buceta de leitinho. Que delícia de porra quente esse piá tem.

Meu pau nem amoleceu. Continuou duro como pedra, latejando dentro dela. Ela sorriu e começou a rebolar de verdade. Subia devagar até quase tirar a cabecinha da rola e descia tudo de uma vez, sentindo minhas bolas batendo no cuzinho dela. No começo eram movimentos calmos, ela suspirava baixinho toda vez que eu enchia ela por completo. Depois foi acelerando, até que cada descida virava um tranco forte, tipo um bate-estaca enfiando fundo na xota. A bunda fenomenal dela batia nas minhas bolas sem parar, e aquilo doía de um jeito que me deixava ainda mais excitado. Eu aguentava a porrada toda e pedia mais.

Quando avisei que ia gozar de novo se ela não parasse, ela diminuiu o ritmo, encostou os lábios na minha orelha e sussurrou:
— Se tu gozares agora, vais continuar com essa delícia dura pra mim? Vais gozar de novo no meu cuzinho e depois na minha boca?

Respondi que não sabia, porque nunca tinha gozado mais de uma vez na vida e até ali já tinha gozado duas. Ela riu baixinho e falou:
— Hoje a noite a gente vai descobrir.

Depois ela apertou a buceta em volta do meu pau e mandou:
— Goza na buceta da tua puta, meu macho gostoso. Enche a buceta da tua puta de porra!

Não aguentei. Gozei pela terceira vez, jorrando mais leite quente lá dentro. Meu pau latejava com espasmos violentos, como se ainda quisesse continuar. A sensação era absurda.

Ela se levantou devagar, deixando meu pau escorregar pra fora. Ficou de pé, nua, perfeita, contra a luz da sacada. Dá pra ver a porra escorrendo pelas coxas grossas dela, descendo até os joelhos. Olhou pra mim e disse que a noite mal tinha começado, que eu ia foder ela até o amanhecer.

— Vai tomar um banho, meu gostoso. O Pedro tem tesão pra caralho em gozar em cima da porra dos meus machos. Vai lá que ele vai bater uma e depois eu também.

Eu ainda tava na porta do banheiro quando ela se ajoelhou de quatro na beirada da cama. O Pedro, num movimento só, enfiou aquele pau enorme na buceta dela e começou a meter com tudo, segurando os quadris e socando sem dó. Eu fiquei paralisado, olhando aquilo, o pau latejando. Ela virou a cara pra mim e falou:
— Se vais ficar aí, vem me dar esse pau pra chupar.

Obedeci. Fiquei na frente dela enquanto ela chupava gostoso, engolindo a rola até o fundo da garganta, enquanto o marido arrombava a xota dela. Eu me segurei pra não gozar e fui pro banho.

Minutos depois os dois entraram no chuveiro. Ficamos os três ensaboando o corpo dela, que brilhava de água e espuma. Meu pau parecia que ia explodir. O do Pedro já tava meio mole, provavelmente do tamanho e da porra que ele tinha gozado. A buceta dela escorria leite dos dois. Ela pegou a mangueirinha, tirou o chuveirinho e enfiou na xota até a água jorrar pra fora, limpando toda a porra que a gente tinha deixado lá dentro.

Voltamos pro quarto. O Pedro se despediu, disse que ia dormir no outro quarto e que eu podia foder ela o quanto quisesse, inclusive dormir ali, já que no dia seguinte era domingo e eu não tinha aula.

Acordei de manhã com aquela deusa sentada em cima de mim, rebolando devagar, me ensinando a dar prazer pra ela. Ela gozou várias vezes na minha boca, no meu pau e nos meus dedos. Eu gozei mais três vezes até o amanhecer.

Quando dormi de novo, acordei com ela chupando meu pau com vontade. Abri os olhos e ela sorriu:
— Bom dia, meu amor. Vem foder sua puta que o Pedro tá preparando uma carne pro almoço.

Eram umas onze horas. Fodemos lento e gostoso até uma da tarde, quando o Pedro entrou no quarto e falou:
— Chega de foder, o churrasco tá pronto.

Almoçamos, conversamos, rimos bastante. Quando eu me preparava pra agradecer e ir embora, o Pedro me olhou e perguntou se eu queria ouvir uma proposta. Eu disse que sim. Ele então falou:
— Que tal você comer a Lúcia toda semana? A gente conversou e ela tá louca pra foder contigo. Quer que você seja amante fixo pelo tempo que quiser. E achamos justo te pagar bem pra isso.

Fiquei surpreso, mas claro que adorei a ideia. Ele continuou: eu teria muitas vantagens. Ela pararia de sair com outros homens (ela transava com uns seis a dez caras diferentes por mês). Eu podia ir na casa deles sempre que quisesse, até quando ele estivesse viajando a trabalho. Ela também traria amigas lindas, maduras, casadas e safadas pra transarem comigo na casa dela, com ela junto. E, por fim, ele me pagaria duzentos mil cruzeiros por mês.

Quase desmaiei. Era uma fortuna. Topei na hora.

Comi a Lúcia durante toda a faculdade e pelo menos vinte amigas dela. Ganhei o suficiente pra comprar uma moto, andar bem vestido e ainda juntar dinheiro pra viajar pela Europa nove meses depois de me formar.

Nunca esqueci daquela preta maravilhosa que me transformou num homem que sabe dar prazer pra mulher. Pena que naquela época não existia celular nem internet. Depois da faculdade voltei pra minha cidade e nunca mais tive contato com eles.

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