Desde muito jovem eu tive a sorte de pegar todas as garotas que quis. Com dezesseis anos já media um metro e oitenta e cinco, tinha um corpo definido de atleta da escola e isso chamava atenção das meninas. Era presidente do grêmio e fazia parte da equipe de ciências que representava a escola nas olimpíadas. No segundo grau tive uma namorada linda, da equipe de vôlei, que um dia me contou, do nada, que se pegava com uma colega nossa. Fiquei sem saber o que fazer, aquilo era tudo novo pra mim. Em pouco tempo viramos um trisal e curtimos pra caralho, mas como não escondíamos de ninguém acabamos sendo muito falados e discriminados na cidade, no interior do Rio Grande do Sul.
Terminamos o segundo grau e fomos estudar em Santa Maria. Eu aluguei um apartamento bem no centro, em frente a uma praça, pertinho do calçadão. A grana era curta, como sempre na vida de estudante. Tinha comida na geladeira, passagem de ônibus e só. Numa noite que estava puto por não ter dinheiro pra ir numa festa onde toda a mulherada da faculdade ia estar, resolvi dar uma caminhada. Acabei indo longe demais e parei num bairro que não conhecia, lotado de puta na rua, de sainha curta e blusinha justa. Fiquei curioso, com o pau já meio duro só de olhar, e encostei num poste com a lâmpada queimada pra ficar observando sem chamar atenção.
Depois de uns minutos um Opala Diplomata parou do meu lado. Geleí, porque carro daqueles só quem tinha grana dirigia. O vidro do passageiro desceu e apareceu uma preta maravilhosa, uns trinta e poucos anos, com corpo exuberante, seios grandes, cintura fina e uma bunda que chamava atenção até de longe. As roupas eram poucas e justas, as joias brilhavam, dava pra ver que ela se cuidava. Ela me deu um oi. Eu respondi gaguejando. Foi aí que vi o cara no banco do motorista, uns cinquenta anos, bem vestido. Ele olhou pra mim e perguntou direto:
— Diga aí, piazão… quanto sai pra tu dares um trato nessa potranca?
Fiquei sem entender e só perguntei “como assim?”. O Marcos soltou uma gargalhada e falou rindo:
— Quer dizer que tu não estás parado aí fazendo michê?
Perguntei o que era aquilo. Os dois riram. Ela pegou na minha mão e explicou que era sexo por dinheiro, igual as mulheres da rua. Fiquei vermelho, meio ofendido, e falei que não fazia aquilo. Foi quando ela, ainda segurando minha mão, puxou a blusa com a outra e colocou meu dedo em cima de um peito perfeito, redondo, com mamilo escuro e duro. Olhou nos meus olhos e perguntou:
— Então tu não me comeria se eu te pedisse?
Meu coração quase saiu pela boca. Pensei que o cara ia sacar uma arma a qualquer momento. Ele percebeu meu medo, falou calmo que era coisa de casal que curtia ver a mulher com outro, que não tinha ciúme nenhum, que ele tinha tesão em ver ela sendo comida. Disse que me pagaria mesmo eu não sendo profissional, porque eu era jovem, forte e ia dar muito prazer pra ela. A ideia de ganhar uma grana fácil e ainda meter naquela mulher gostosa afastou o medo. Fomos pra casa deles.
Era uma casa grande, no bairro mais caro de Santa Maria. Eu tava nervoso pra caralho. Ela pediu pro Marcos sentar numa poltrona no canto escuro do quarto pra eu ficar mais à vontade. Depois tirou a roupa devagar. Meu pau ficou latejando só de olhar. Peitos grandes, naturais, com aqueles bicos grossos apontando pra cima, barriga lisa, buceta depilada brilhando de molhada e uma bunda redonda, firme, que parecia feita pra ser apertada. Ela se aproximou, tirou minha roupa aos poucos. Quando baixou a cueca meu pau pulou e bateu no queixo dela. Ela riu, segurou firme e engoliu tudo de uma vez até encostar os lábios na minha pele. Eu quase gozei na hora. Até aquele dia só tinha sido chupado por novinhas que mal conseguiam engolir a cabeça. Ela sugava fundo, a língua quente enrolada na rola, e eu sentia as bolas dela encostando no meu saco. Precisei parar ela antes de explodir.
Fomos pro chuveiro. Ela me pediu pra ficar de costas pro marido e se virar de frente pra mim. Debaixo d’água me beijou com vontade, a língua quente na minha boca enquanto esfregava a buceta molhada na minha rola. Depois virou de costas, encaixou a bunda e deixou meu pau escorregar inteiro dentro dela. A sensação de estar enterrado naquela buceta quente, apertada e melada foi demais. Gozei em segundos, jatos grossos escorrendo pelas coxas dela. Pedi desculpa, mas ela só sorriu, falou que era elogio e se ajoelhou de novo. Chupou a rola suja de porra, sugando até a última gota, e meu pau ficou duro outra vez na mesma hora.
Voltamos pro quarto. Eu vi o Marcos pelado perto da janela, fumando um charuto, com um pau enorme, grosso, uns vinte e cinco centímetros fácil. Ela percebeu meu olhar, me puxou pra beijar e sussurrou no meu ouvido:
— Pau grande não é tudo. Meu marido nunca comeu meu cuzinho. Hoje você vai comer ele quantas vezes quiser.
Eu caí de boca na buceta dela. Passei a língua devagar do cuzinho até o clitóris, pressionando, chupando os lábios inchados, enfiando a língua dentro enquanto ela gemia. Ela gozou na minha boca duas vezes, o mel escorrendo pelo meu queixo. Depois viramos de lado e fizemos um 69 gostoso. Enquanto chupava ela, o marido começou a bater punheta olhando pra gente, falando safadezas. Ela gozou mais duas vezes, tremendo em cima da minha boca.
Ela sentou em cima de mim, esfregando a buceta molhada na minha rola sem deixar entrar inteiro. Deslizava devagar, a cabecinha roçando o clitóris dela, me deixando louco. Segurou minha nuca e enfiou um peito na minha boca, mandando chupar com força. Olhou nos meus olhos e falou baixo:
— Vou sentar nesse pau gostoso até ele ficar todinho dentro de mim. Se sentir que vai gozar, me avisa pra eu parar. Quero te usar a noite inteira.
Ela começou a descer devagar, a buceta quente engolindo minha rola centímetro por centímetro enquanto eu chupava aqueles mamilos duros. O marido só observava, punheta na mão, gemendo de tesão.