Conto erótico: Trai marido com ex caminhoneiro no motel

Olá, me chamo Bruna, tenho 22 anos, sou morena, com seios pequenos, cintura fina e uma bunda grande que vira cabeça por onde passo. Antes de conhecer meu marido, tive vários namorados e ficantes. Com alguns rolou transas maravilhosas, mas sempre dava problema porque eu não suportava homem grudento. Eu gostava era de putaria pura, sem enrolação. Com meu marido, as coisas eram diferentes. Ele tem 1,80m e uns 90kg, é um homem de confiança, daqueles com quem dá para planejar um futuro de verdade, construir sonhos juntos.

Depois de poucos anos casada, brigamos feio e resolvemos dar um tempo. Voltei pra casa dos meus pais. Foi aí que, num dia qualquer, encontrei na rua um ex bem safado que eu já tive: o João, um caminhoneiro gostoso pra caralho. Eu adorava dar pra ele dentro do caminhão ou nas plantações de lavoura, no meio da noite, no mato. Traía meu namorado da época só pra ficar com ele. Era bonito, grande, com uma rola maravilhosa, grossa, comprida na medida certa.

Ele me viu de longe, atravessou a rodovia e a gente ficou conversando uns trinta minutos. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Eu sentia o corpo inteiro esquentar só de olhar pra ele. Quanto mais a gente falava, mais eu ficava excitada, molhada, louca pra sentir aquele homem de novo.

No mesmo dia ele me convidou pra ver o carro novo que tinha comprado. Sentei no banco do passageiro e mal fechamos a porta ele já pegou na minha mão. Os lábios dele encontraram os meus num beijo quente, urgente. Meu corpo inteiro arrepiou. Senti a calcinha ensopando de uma vez. A gente se beijou como se não houvesse amanhã, línguas entrelaçadas, mãos apertando.

Depois fomos pra um motel bem longe da cidade. Eu estava toda depilada, de calcinha minúscula, vestidinho leve e sem sutiã. Mal entramos no quarto já começamos a nos pegar sem parar. João era bom pra porra nisso. Em pouco tempo eu já estava pelada e ele também. Ele me beijou, chupou meus mamilos, desceu até minha buceta e lambeu tudo com vontade. Gozei duas vezes na boca dele, rebolando na cara dele enquanto ele sugava meu clitóris inchado.

Aí foi minha vez. Caí de boca naquela rola grossa e reta. Era um pau lindo, daqueles que dá vontade de fotografar. Chupei com vontade, babando bastante, batendo ele na minha cara, esfregando na boca, depois passando nos meus peitos pequenos enquanto eu apertava eles. Parecia que eu tinha ganhado um brinquedo novo. Fiquei brincando com aquela pica, lambendo as bolas, engolindo até onde aguentava, gemendo de tesão só de sentir o gosto dele.

João me virou de quatro na cama, abriu minhas pernas e enfiou tudo de uma vez. Minha buceta estava tão molhada que ele deslizou fácil, esticando tudo por dentro. Ele segurou minha bunda grande com as duas mãos e começou a meter forte, batendo os ovos na minha pele. Eu gemia alto, pedindo mais, rebolando contra ele. A gente fodeu por um bom tempo, trocando de posição várias vezes: eu por cima rebolando devagar pra sentir tudo, depois ele me colocando de lado e metendo fundo enquanto apertava meus mamilos.

Gozei de novo enquanto ele me fodia sem parar, meu corpo inteiro tremendo. Ele gozou pouco depois, enchendo minha buceta de porra quente. Ficamos ofegantes, suados, mas logo recomeçamos. Foi uma noite inteira de putaria, sem frescura, só tesão puro. Quando voltei pra casa dos meus pais de manhã, ainda sentia as pernas bambas e a buceta latejando de tão bem usada.

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