O som do trinco da porta batendo marcava o fim do mundo lá fora e o começo do nosso. Do lado de fora ele era só um cara cheio de promessas e regras pra cumprir. Ali dentro, com a luz baixa, ele era meu. Eu sentia o ar ficar pesado logo que os olhos dele bateram nos meus. Era sempre assim: uma faísca, um calor que subia rápido e não dava pra fingir que não existia.
Ele veio devagar, tirando a roupa com calma de propósito, sabendo que eu gostava de olhar e de esperar. Meu corpo já formigava antes mesmo de ele encostar. Quando as mãos dele finalmente me pegaram, foi firme, sem enrolação. Ele apertou minha cintura, desceu pro meu rabo e me puxou contra ele. Eu já estava molhada, buceta latejando, sentindo o pau dele duro roçando na minha barriga.
Ele me virou de costas, mordeu meu pescoço e desceu os dedos direto entre minhas pernas. Enfiou dois dedos na minha buceta sem aviso, mexendo fundo enquanto eu gemia baixo. Eu empurrei o quadril contra a mão dele, querendo mais. Ele riu baixinho e tirou os dedos só pra me virar de novo e me jogar na cama.
Eu abri as pernas sem pensar duas vezes. Ele subiu em cima, segurou meu cabelo e enfiou o pau grosso até o fundo numa única estocada. Eu soltei um gemido rouco, sentindo a buceta esticando pra ele. Ele não parou. Começou a foder forte, puxando meu quadril pra baixo enquanto metia fundo, batendo no meu útero a cada vez. Eu sentia o pau dele latejando dentro de mim, a cabeça inchada roçando em todos os lugares certos.
Ele me virou de quatro, abriu meu rabo com as duas mãos e voltou a meter, agora batendo mais rápido. A cada estocada eu sentia a porra escorrendo pelas minhas coxas. Ele xingava baixo, me chamando de puta safada, dizendo que minha buceta era dele. Eu respondia gemendo, apertando o pau dele por dentro, pedindo pra ele gozar dentro.
O primeiro orgasmo veio forte. Eu tremi toda, cravando as unhas no lençol enquanto a buceta apertava o pau dele em espasmos. Ele não parou. Continuou metendo, explorando a sensibilidade depois do gozo, me fodendo até eu perder a conta de quantas vezes gozei. Cada vez era mais molhado, mais barulhento, o som da minha buceta chupando o pau dele enchendo o quarto.
Ele gozou por fim, enfiando tudo e jorrando quente lá dentro, me enchendo até transbordar. Ficamos grudados, suados, o cheiro de sexo por todo lado. Eu sorri no escuro, sentindo o pau dele ainda pulsando dentro da minha buceta inchada. Sabia que não ia demorar pra gente começar de novo. A fome era sempre assim: sem fim.