Conto erótico: Primeira vez com casal no bar em sp

Nunca imaginei que uma saída para tomar um chope me levaria a isso. Eu estava sozinho, depois dos cinquenta, numa terça-feira qualquer, tentando me convencer de que passar a noite em São Paulo era autocuidado e não só depressão pós-divórcio disfarçada. Entrei no bar distraído e segui o garçom até uma mesa no canto. Pedi um chope. No instante em que o copo tocou a mesa, ela passou: uma mulher madura, sensualidade transbordando, olhar de quem já sabia exatamente o que eu queria. O perfume dela invadiu tudo. Eu saí dos meus pensamentos na hora. Ela desapareceu pelo corredor escuro em direção ao banheiro, e só então olhei ao redor. O salão estava meio vazio. Meus olhos pararam no homem sozinho numa mesa igual à minha.

Minutos depois ela voltou e segui cada passo. Minha respiração parou quando vi que ela ia direto para a mesa dele. Foi aí que percebi: ele estava me encarando o tempo todo. Nossos olhares se cruzaram. Eu corri o rosto, mas não consegui desviar. Os dois começaram a me olhar abertamente, sem disfarce. Ele ergueu o copo num brinde silencioso. Eu retribuí. A mulher riu, divertida, e o jogo ficou mais pesado. Depois ele inclinou a cabeça, me chamando para a mesa.

Aproximei-me com o coração disparado. Antes mesmo de sentar, ouvi a voz dele:

— Bonita a espuma do seu chope… mas está faltando boa companhia pra brindar e descobrir o sabor.

Eles se apresentaram: Marina e Rafael, casal atraente de uns cinquenta e poucos anos. A conversa correu fácil demais. Contaram que era o segundo casamento de cada um e que estavam juntos havia três anos. Havia algo no jeito como se olhavam e como os dois se inclinavam na minha direção que me deixava inquieto e excitado ao mesmo tempo.

Foi Rafael quem falou direto:

— Você tem essa energia de quem gosta de dividir fantasias.

Eu corri de novo. Eles me contaram que adoravam ter alguém no meio, um homem para dividir. Quando Marina tocou minha mão sobre a mesa, senti um choque. Perguntaram se eu já tinha feito algo assim. Nunca. Mas naquela noite eu queria. Queria tanto que minha voz saiu rouca.

— Eu quero.

Eles me convidaram para continuar no apartamento. O lugar cheirava a incenso. Sentamos no sofá. Marina ficou no braço da poltrona de couro onde Rafael estava sentado.

— A gente pode parar quando quiser — ela disse. — Gostamos de deixar tudo claro.

Aquilo me deu segurança. Eu queria aquilo. Minha voz saiu rouca de novo:

— Eu quero. Quero saber como é.

Rafael botou uma música. Os dois começaram a dançar e ele estendeu a mão para mim.

— Vai dançar com a Marina.

Levantei. Dançamos devagar. Logo Rafael se aproximou por trás dela. Eu fiquei de frente, Marina no meio. Os três se movendo juntos. Ela virou o rosto e beijou o marido bem devagar, os lábios molhados fazendo barulho. Eu ouvia tudo. Quando ela se afastou, seus olhos estavam diferentes: puro desejo safado.

Marina me beijou. O beijo era macio, depois ela mordeu meu lábio inferior. Enquanto isso, Rafael chegou por trás de mim. Eu fiquei no meio dos dois. Eles se beijaram de novo, com meu corpo preso entre os deles. Meu pau duro roçando na barriga dela. O pau dele, também duro, pressionando minha bunda.

— Porra… — murmurei, ofegante.

Rafael começou a abrir minha camisa, botão por botão. Desceu a mão pela barriga, abriu meu cinto, afastou o jeans e apertou meu pau por cima da cueca.

— Você fica lindo assim — ele falou, voz grossa. — Querendo.

Marina mandou eu deitar no sofá. Eu obedeci. Ela se ajoelhou entre minhas pernas. A boca dela no meu pau me fez arquear o corpo inteiro. O fato de Rafael estar ali ao lado, olhando, só aumentava meu tesão. Ele tirou a roupa. Corpo forte, barriguinha da idade, tatuado, pau grosso e duro. Quando ele desceu, senti as duas bocas no meu pau ao mesmo tempo: Marina chupando a cabeça, Rafael lambendo a base. Saliva escorria até meu saco e escorria mais para o cuzinho. Dedos começaram a me abrir devagar.

Ela se levantou e tirou a roupa. Corpo maduro, seios pesados, buceta depilada brilhando de tesão. Rafael já estava nu. Ofereceu o pau para minha mão. Eu segurei, quente, duro, pulsando. Ele me mostrou o ritmo. Depois Marina se deitou no sofá, abriu as pernas. Eu me ajoelhei e enfiei a língua na boceta dela, chupando com vontade, enquanto Rafael ficava atrás de mim.

Senti os dedos dele abrindo meu cuzinho, lubrificando. A cabeça do pau dele encostou.

— Só relaxa — ele sussurrou. — Diz se quiser parar.

— Vai devagar — pedi, voz abafada na buceta dela.

Ele entrou devagar, forçando centímetro por centímetro. Doeu no começo, mas logo a dor virou prazer quente e cheio. Quando ele enfiou tudo, eu parei só para sentir. Meu cuzinho apertando o pau dele. Minha boca na buceta de Marina.

Depois ela puxou meu rosto.

— Anda. Me fode enquanto ele te fode.

Eu subi nela. Entrei na buceta molhada com facilidade. Rafael se posicionou atrás de novo e voltou a me comer. O ritmo ficou louco: ele empurrava meu quadril para frente, me forçando a meter fundo nela. Eu era o meio de tudo. Cada estocada dele me fazia entrar mais fundo na Marina. Os gemidos dela enchiam o quarto.

Quando ela gozou, a buceta contraiu forte no meu pau. Unhas cravaram nos meus ombros. Rafael apertou meus quadris e falou rouco:

— Goza dentro dela. Enquanto eu gozo no seu cuzinho.

Eu perdi o controle. Gritei. Senti o pau dele pulsar dentro de mim, enchendo tudo de porra quente, e isso me fez gozar também, jorrando fundo na buceta dela. O orgasmo pareceu não ter fim. Quando Rafael saiu de dentro de mim, caiu ao lado, ofegante. Marina me puxou para o peito, acariciando minhas costas suadas.

Eu estava entre os dois, corpo mole, respiração pesada.

— Bem-vindo — Rafael murmurou, a mão encontrando a minha em cima da barriga dela.

Eu ri, leve.

— Eu tinha medo — confessei. — De não saber o que fazer.

— E agora? — ela perguntou.

— Agora eu quero aprender mais — respondi. — Muito mais.

Eles trocaram aquele olhar cúmplice. A noite ainda era longa.

Deixe um comentário