Conto erótico: Médico rabudo dando o cu no posto

Eu estava parado no posto de combustível perto de uma cidade que não dormia nunca. Naquele horário mais tarde, o lugar virava um ponto de putaria pesada, todo mundo sabendo o que rolava na escuridão. Sem sono e com a rola latejando dentro da sunga, abri o site de anúncios e logo achei um rabudo guloso que queria mamar e dar o cu ainda de manhã. Ele falou que era médico e ia passar ali direto do plantão. Marquei pra cinco horas, porque eu precisava descarregar aquela porra urgente.

Quando ele chegou de caminhonete e desceu, meu pau já estava duro feito pedra, latejando pra socar. Ele entrou na cabine e eu não perdi tempo: agarrei pelas pernas, subi as mãos e senti logo o fio dental fininho enfiado entre as bundas. Arranquei a calça dele num safanão, virei aquele corpo de frente pro banco e comecei a dar tapas nas polpas grossas e suadas. Mordi a carne macia, puxei a calcinha com os dentes e o ouvi gemer baixo, empinando o rabo pra mim.

De pé, ele se ajoelhou e engoliu meu pau inteiro na boca, chupando rápido, babando tudo, a língua enrolando na cabeça inchada. Meu pau latejava, pronto pra foder. Eu virei ele de novo, abri as pernas dele e enfiei devagar no cuzinho apertado que piscava de tesão. Comecei a meter gostoso, socando fundo, sentindo ele apertar minha rola enquanto gemia e rebolava. As bolas batiam na bunda molhada, o cheiro de porra e suor enchendo o espaço pequeno da cabine.

Depois de um bom tempo metendo sem parar, eu tirei o pau e gozei grosso por cima das bandas vermelhas e suadas, a porra escorrendo pelo rabo dele, pingando no fio dental rasgado. Ele ficou ali, ofegante, com o cu latejando e a bunda melada da minha porra quente.

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