Eu ainda estava tentando entender como aquela manhã tinha começado de um jeito tão normal e terminado de forma tão safada. Depois de uma noite que não tinha sido exatamente o que eu esperava, acordei cedo, tomei banho, arrumei minhas coisas e chamei um Uber. Na correria, entrei no carro errado sem perceber. Tive que voltar correndo pro ponto de partida, morrendo de vergonha. Quando finalmente subi no carro certo, ainda rindo da confusão, o motorista estava ali, com um sorriso confiante e aquele jeito de quem sabe conduzir qualquer situação. Ele se apresentou como Rafael.
Começamos conversando de brincadeira, sobre o engano do Uber, risadas leves. Mas bastou um olhar mais demorado, um comentário sobre como eu estava vestida apertada, pra coisa mudar. Eu sentia que estava dando mole e ele captou na hora. A conversa desceu pro baixo: ele comentou sobre como era gostoso ver uma mulher confiante, eu respondi com algo sobre gostar de ser provocada. O clima ficou pesado, o silêncio entre as frases carregado de tesão. Eu podia sentir meu corpo esquentando, a buceta já molhada só de imaginar onde aquilo ia parar.
Rafael parou o carro num lugar mais afastado, sem ninguém por perto. “Você quer isso tanto quanto eu”, ele disse, baixo. Eu só sorri e assenti, o coração batendo forte. Num instante, ele estava no banco de trás comigo. Minhas mãos foram direto pra braguilha dele, puxando pra fora aquela rola grossa e dura, pulsando quente na minha palma. Lambi os lábios e desci a boca, engolindo ele até o fundo da garganta, sentindo a cabeça roçando meu céu da boca enquanto chupava com vontade, babando tudo. Ele gemia, segurando meu cabelo, fodendo minha boca sem pressa.
Eu precisava mais. Tirei a calcinha molhada, subi no colo dele e enfiei aquela rola na minha buceta apertada de uma vez. Porra, como era gostoso sentir ela me abrindo, me enchendo toda, batendo fundo enquanto eu rebolava. Ele segurava meu rabo, me puxando pra baixo a cada estocada, fodendo meu cuzinho molhado com força, gemendo junto comigo. Eu gozei primeiro, apertando ele com as paredes da buceta, o corpo tremendo, mas ele continuou, virando a gente de lado, me colocando de quatro no banco e enfiando de novo, agora mais bruto, o som molhado das nossas peles batendo enchendo o carro.
Depois ele gozou dentro, enchendo minha buceta de porra quente que escorria pelas coxas. Ficamos ofegantes, suados, o carro cheirando a sexo. Saí dali ainda zonza, calcinha enfiada na bolsa, e cheguei atrasada pro compromisso, óbvio. Mas, caralho, nunca uma manhã tinha sido tão inesperada e deliciosa quanto aquela.