Conto erótico: Personal trainer e a aluna casada que traiu

Meu nome é R, tenho 37 anos e sou de Recife. Trabalho como personal trainer. Em 2019 eu tinha uma aluna incrível, loira, branquinha, com um corpo que chamava atenção. Eu dava aula pra ela tanto na academia quanto no condomínio onde ela morava. No começo ela parecia uma mulher de família certinha, casada há anos com o mesmo cara desde o colégio. Conversava bastante sobre a rotina, o dia a dia. Com o tempo, quando ficamos mais à vontade, ela começou a desabafar sobre o casamento que andava ruim. Falava que o marido deixava ela sozinha em casa, só queria saber de videogame, futebol e por aí vai.

Um dia eu estava treinando ela no prédio. Coloquei ela em quatro apoios, aquele exercício que ela ficava de quatro bem na minha frente. Eu olhava disfarçadamente, reparando na bunda empinada, mas mantinha a postura. Depois de um tempo ela me soltou uma frase bem picante pelo WhatsApp, disse que estava me olhando com outros olhos. Eu cortei a conversa na hora e seguimos treinando como se nada tivesse acontecido. Continuamos trocando mensagens, nada demais no começo. Até que um dia ela me chamou pra subir no apartamento. O marido não estava em casa. Assim que fechei a porta, ela me agarrou e me beijou com fome. A partir daí, toda vez que nos víamos, acabávamos nos beijando. Isso durou uns meses. Eu nunca imaginei que uma mulher com aquele jeito meigo fosse tão safada a ponto de trair o marido por pura insatisfação.

Um dia ela me chamou pra ir ao shopping. Paramos no estacionamento, começou a me beijar com vontade e meu pau endureceu rápido dentro da bermuda. Ela não pensou duas vezes, abriu o zíper, agarrou minha rola grossa e começou a me chupar ali mesmo, dentro do carro. A boca quente e molhada descia e subia sem parar, a língua enrolando na cabeça. Eu gemi baixo enquanto ela mamava com gosto até eu gozar no braço dela, jatos quentes escorrendo pela pele branquinha.

A coisa esquentou de vez. Sempre que o marido saía pra trabalhar, ela me chamava. Eu subia, tomava café, a gente treinava um pouco e depois rolava o sexo gostoso dentro do apartamento. Num desses dias ela ligou de novo perguntando se eu podia ir. Cheguei lá, abri a porta e ela já me empurrou contra a madeira, ajoelhou na hora e enfiou meu pau inteiro na boca. Chupou loucamente, com sede, babando tudo, as mãos apertando minhas bolas. Eu gozei forte nos peitos dela, porra grossa escorrendo pelos mamilos rosados.

Dias depois ela me chamou de novo e me levou pro quartinho de estudo. Me jogou no sofá, tirou o short jeans, abriu minha bermuda e sentou direto na minha rola com aquela buceta rosadinha, apertada e molhada. Ela rebolava devagar no começo, depois mais rápido, gemendo alto enquanto eu segurava a cintura dela. A gente fodeu ali mesmo, depois fomos pro quarto do casal e meti nela na cama onde ela dormia com o outro. Eu socava fundo, ela pedia mais, rebolando o rabo enquanto meu pau entrava e saía da buceta dela.

Depois de um tempo ela se separou do marido. Viajamos pra São Paulo e, lá mesmo, pedi ela em namoro.

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