Conto erótico: Casal no swing: ménage com pagode e putaria

Ontem fomos a duas casas de swing. A primeira tinha bastante gente e várias opções, mas ficamos pouco tempo. Circulamos rapidinho e saímos rumo à segunda, que ia ter pagode e prometia ser mais animada. Quando chegamos, o lugar ainda estava fechado. Achamos estranho, já que faltavam poucos minutos para abrir, então esperamos do lado de fora. Logo as portas se abriram e fomos pro estacionamento deixar o carro.

Na recepção, a casa mal tinha gente. Pouquíssimos casais e solteiras circulando, o que deixou as opções bem limitadas no começo. Mesmo assim, tinha uns solteiros interessantes por ali, e isso podia render. Ela estava arrumada pra foder: corpete preto apertado, calcinha de renda preta, meia-arrastão, salto alto fino e uma saia de couro por cima, com um body preto por baixo. Uma delícia de mulher, já me deixando duro só de olhar.

Depois de um tempo, o pagode começou e a casa foi enchendo. As opções melhoraram bastante. Encontramos uns amigos, tudo tranquilo, mas o tesão de fazer uma bagunça já estava apertando. Ela me olhou com aquele sorrisinho safado e disse:

— Vamos lá nas cabines ver se achamos alguma coisa interessante?

O pau já latejava. Ela parou no corredor e um cara parou logo atrás, encarando a bunda dela sem disfarce. Eu avisei baixinho que tinha um solteiro atrás. Ela virou, pegou na mão dele e soltou direto:

— Vamos fazer uma baguncinha lá nas cabines?

O cara só assentiu com a cabeça, sem nem pensar duas vezes. Ela me olhou com aquele olhar que eu conheço bem e perguntou:

— Convidei um solteiro pra brincar com a gente, amor. Pode ser?

Eu aceitei na hora. Entramos na cabine, fechamos a porta e trancamos. O cara era alto, boa pinta, olhos e cabelo claros, barba feita, camisa polo e jeans. Ela, que é uma putinha safada sem frescura, já começou a passar a mão no pau dele por cima da calça enquanto se beijavam. Eu fiquei ali do lado, filmando tudo.

Ela tirou a saia e o body, ficando só de corpete e calcinha. O cara, que vou chamar de Lucas, puxou a calcinha dela pra baixo e pediu pra ela deitar. Ela obedeceu, tirou a meia-arrastão, abriu as pernas e ofereceu a buceta lisinha. Lucas se ajoelhou e começou a chupar com vontade, língua entrando fundo, sugando o clitóris dela. Eu filmava de perto, incentivando:

— Isso, goza na boca dele, sua putinha.

Ela se contorcia, gemia alto, entregando a buceta toda. Gozou gostoso, tremendo nas mãos dele.

Depois ela sentou na beirada da cama, abriu o zíper dele e tirou o pau pra fora. Não era gigante, mas era grosso e já duro. Ela enfiou tudo na boca de uma vez, chupando com fome, engolindo até o fundo. Lucas gemia, segurando o cabelo dela. Ele não aguentou muito e pediu:

— Quero meter nessa buceta.

Minha safada olhou pra ele com cara de puta e respondeu:

— Vem meter esse pau gostoso na minha bucetinha, vem foder sua putinha.

Ele vestiu a camisinha rapidinho e a deitou de novo. Abriu as pernas dela e enfiou devagar no começo, depois meteu com força. Os dois fodendo gostoso, ela gemendo e falando putaria:

— Isso, fode essa buceta, mete na tua putinha.

Eu ao lado, filmando e falando também:

— Isso, come essa cadela, fode ela gostoso.

Lucas pegou ela no colo, encostou na parede, abriu as pernas dela no ar e meteu sem parar, batendo na bunda, segurando a cintura com força. Ela gozou de novo, gritando.

Depois ele colocou ela de quatro no sofá e continuou metendo. Ela me chamou com a mão, pedindo meu pau na boca enquanto ele fodia. Eu dei pra ela chupar enquanto Lucas metia sem dó na buceta dela. Quando ele ficou perto de gozar, ela desceu, ajoelhou e tirou a língua pra fora. Ele tirou a camisinha e gozou na cara dela, jatos grossos. Ela lambeu tudo, gozando junto com ele.

Lucas se vestiu, agradeceu e saiu. Eu fiquei sozinho com minha puta, que estava deitada de pernas abertas, buceta inchada e melada. Comecei a chupar ela até ela gozar de novo na minha boca. Depois enfiei meu pau naquela buceta bem usada e meti até gozar gostoso dentro dela.

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