Conto erótico: Casal liberal com garçom em morro de são paulo

Nós somos um casal casado há mais de quinze anos, bem resolvidos e com espírito aventureiro. No meio liberal há alguns anos, já curtimos de tudo, incluindo exibicionismo e trocas. Numa viagem para a Bahia, paramos uns dias em Morro de São Paulo. Ficamos numa pousada pé na areia, quartos em cima e um bar no térreo com música ao vivo quase toda noite.

Numa dessas noites, minha esposa resolveu descer sozinha. Queria tomar algo e flertar com quem aparecesse. Vestiu um microvestido justo e uma calcinha fio-dental com a frente toda aberta, deixando a buceta completamente à mostra. Eu fiquei no quarto enquanto ela foi até o bar. Sentou numa mesa na beira da areia e começou seu exibicionismo. A maioria dos clientes eram casais, então não rolou muito. Logo ela me mandou uma mensagem: um garçom moreno, bem bonito e com cara de gostoso, tinha atendido ela e não tirava os olhos da boceta exposta.

Perguntei se ela tinha gostado dele. Ela respondeu que sim, que achava o cara atraente. Eu incentivei ela a continuar a brincadeira. Pouco depois veio outra mensagem: ela tinha ido ao banheiro e o garçom a encostou na parede perto da entrada. Ele a beijou com vontade, passou a mão na buceta exposta e apertou os seios por cima do vestido. Ela ficou mais um tempo no bar, rebolando na cadeira, abrindo um pouco as pernas para ele ver tudo.

Depois me perguntou o que fazer. Eu sugeri que pedisse uma bebida e mandasse entregar no quarto. Ela pediu e pediu justamente que fosse ele quem levasse. Quando chegou no quarto, estava com o tesão à flor da pele. Mal fechou a porta e já caiu de boca no meu pau, de quatro, com o rabo empinado virado para a entrada. Não demorou muito e o garçom apareceu com a bebida.

Ele parou na porta e viu minha mulher de boca no meu pau, calcinha aberta, buceta e cuzinho totalmente expostos. Sem dizer nada, ele largou a bandeja, se ajoelhou atrás dela e começou a chupar. Lambia fundo a buceta, chupava o clitóris e depois descia a língua até o cuzinho, enfiando devagar. Minha esposa gemia alto, chupando meu pau sem parar, olhando para mim com aquela cara de puta safada.

Ele não aguentou muito e tirou a rola grossa para fora. Era curta, mas bem larga. Enfiou tudo de uma vez na buceta molhada dela, metendo com força enquanto ela gemia no meu pau. Depois ele puxou, cuspiu na cabeça da rola e apontou para o cuzinho. Minha esposa parou de me chupar, se ajeitou melhor e empurrou o rabo para trás. O garçom enfiou devagar, abrindo o cu dela centímetro por centímetro. Quando enterrou tudo, ela soltou um gemido longo e começou a delirar, rebolando no pau grosso de um estranho.

Ele meteu no cu dela sem parar até gozar, enchendo tudo de porra quente. Quando tirou, o sêmen escorreu pela buceta inchada e pingou no chão. Depois daquela primeira vez, todas as noites que ficamos lá o mesmo garçom subia com bebida para o quarto. Algumas garrafas nem eram abertas. Ele usava minha mulher como putinha, fodendo a buceta e o cuzinho dela enquanto eu assistia, até deixar os dois buracos escorrendo porra.

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