Meu nome é Lucas, tenho 37 anos e sou casado com a Ana há dez. Nós dois nos cuidamos bastante, academia, alimentação boa, zero vícios. Nossa vida é viajar, curtir, ficar em forma pra manter o tesão sempre em alta. Entramos no meio liberal há pouco mais de um ano, depois de bastante conversa e certeza de que era realmente o que queríamos. Nunca fomos desesperados por sexo, só saímos com gente que valesse a pena.
A Ana é aquela falsa magra que engana: corpo definido, peitos empinados, bundão durinho com marquinha de biquíni, morena clara, cabelo liso preto que chama atenção onde passa. Sempre bem vestida, postura de esposa comportada. Mas na cama é outra história. Ela só curte negão dotado, pau grosso, preto e comprido. Todos os caras com quem já saímos foram assim.
Agora vou falar de mim. Sempre gostei de dedo no cu nas transas, de sentir a língua dela passando ali. Adorava ser penetrado por pinto de borracha quando ela não estava em casa. Tinha vergonha pra caralho, então esperava ela sair pra me acabar na pica postiça. A vontade só aumentava. Comecei a sair com garotos de programa, sempre com muito cuidado, preservando saúde e discrição.
Depois que entramos no liberal, criei coragem e contei pra Ana que queria dar o cu de verdade. Ela ficou em silêncio uns segundos que pareceram eternos, depois falou que se era meu desejo, tudo bem, mas pra eu pensar direito pra não me arrepender depois. Me senti aliviado pra porra, beijei ela e agradeci por sempre respeitar minhas vontades.
Naquela mesma noite, já deitados nas preliminares, ela me olhou e disse:
— Seu corno safado, se alguém vai foder esse cu, vou ser eu primeiro.
Tirou debaixo da cama um pau enorme, preto, grosso e comprido. Meu coração acelerou. Ela passou lubrificante, posicionou na minha entrada e começou a empurrar devagar. Eu sorri por dentro, pensando que ia ser moleza porque já estava acostumado. Só que quando ela começou a socar de verdade, bombando fundo, o prazer foi absurdo.
— Já tá acostumado, né, seu puto? — ela provocava enquanto enfiava até o talo.
Eu só gemia e concordava, completamente entregue. Gozei rapidinho, tremendo todo. Depois disso virou rotina: em várias noites ela me fodia com o pau de borracha enquanto eu gozava loucamente.
Quando saíamos com outros caras, minha cabeça mudou. Eu já nem ligava tanto pra ver ela dando pra outro. Meu tesão era pros homens, praqueles paus pretos grossos que entravam nela. Comecei a participar: chupava junto com ela, depois dei o cu também. Cada vez que levava uma rola preta grossa no rabo, mais vontade sentia. A Ana percebeu e ficou com um ciúmeszinho no começo, mas conversamos. Eu falei que a amava pra caralho e nunca ia trocar ela por ninguém, mas que não conseguia negar meu desejo por pau.
Aos poucos ela entendeu. Hoje somos um casal totalmente transparente. Nossas transas ficaram muito mais intensas. Todo homem que fode ela também tem que me foder. Eu sou o corno puto safado que adora pau grosso e preto. Só como a buceta da Ana porque amo ela; não sinto mais tesão em outra buceta. Sou louco por rola, por porra, por ser usado.
Quero fazer dupla penetração no meu cu bem fundo. Assim que rolar, venho contar pra vocês. Beijos.