Quando eu tinha 19 anos, trabalhava como instrutor em uma academia no interior do Rio Grande do Sul, numa cidade pequena de uns 60 mil habitantes. Por motivos óbvios, vou trocar os nomes e detalhes pra proteger todo mundo. Na mesma academia tinha uma escola de ballet, e lá havia uma garota que me chamava atenção pra caralho pela beleza, pela graça e pela delicadeza dela. Aos poucos a gente foi se aproximando, entre risadas nervosas e toques leves, até rolar o primeiro beijo. Daí pra frente virou uma paixão fogo, daqueles que não dá pra segurar.
Depois de umas semanas de carícias cada vez mais safadas, a gente já queria se entregar de vez. Eu estava louco pra foder, mas também tinha medo de forçar e ela sumir. Um dia, no final das aulas da manhã, ela veio até mim, me deu um beijo longo e molhado e sussurrou no meu ouvido: “Vem aqui em casa hoje à tarde. Eu vou ser tua.” Meu pau endureceu na hora. Perguntei dos pais e ela explicou que o pai já tinha morrido e a mãe trabalhava o dia inteiro, só voltava depois das seis.
Mal consegui almoçar de tanta ansiedade. Tomei um banho rápido e fui de ônibus até o apartamento dela. O condomínio era simples, sem portaria, muro ou nada. Subi até o quarto andar, nervoso pra cacete. Quando bati, ela abriu a porta já tremendo, vestindo um shortinho apertado e uma camiseta larga que marcava os peitos, os bicos duros quase furando o tecido. Mal entrei e ela pulou em mim, pernas enroladas na minha cintura, me beijando com fome. Meu pau ficou duro como pedra e ela esfregava a buceta por cima da minha roupa, sentindo tudo.
Ela olhou nos meus olhos e disse baixinho: “Quero ser tua na cama da minha mãe.” Não pensei duas vezes. Peguei ela pela mão e fomos pro quarto. Tirei a camiseta devagar, deixando à mostra uns seios perfeitos, firmes, com bicos rosados e empinados. Segurei ela pela bunda, levantei e coloquei em pé em cima da cama. Os peitos ficaram na altura do meu rosto. Beijei, chupei, lambi cada pedacinho, sugando os bicos duros enquanto ela tremia inteira. Desci as mãos até a calcinha, que estava encharcada. Quando tirei, um fio grosso de mel escorreu pela coxa dela uns quinze centímetros. Ela ficou envergonhada, mas eu falei que aquilo era tesão puro e que não tinha problema nenhum.
Paula perguntou se eu também ficava molhado daquele jeito. Respondi que ela podia ver por conta própria. Ela tirou minha camiseta, abriu o cinto, baixou a calça e depois a cueca. Meu pau saltou pra fora, duro pra caralho, e bateu no rosto dela. Ela abriu um sorriso safado, agarrou com as duas mãos, acariciou o corpo inteiro da rola e as bolas com uma pressão gostosa e delicada ao mesmo tempo, e perguntou: “E agora, o que eu faço?”
Peguei ela no colo, dei um beijo demorado e falei que ia chupar ela primeiro. Deitei ela na cama, abri as pernas e desci beijando tudo até chegar na buceta. Lambi devagar ao redor, evitando tocar direto, até finalmente chupar o clitóris e passar a língua por toda a fenda molhada. Ela gozou várias vezes, tremendo, gemendo, até pedir pra parar porque o corpo não aguentava mais. Depois me deitei ao lado, ela veio de conchinha, me beijando e masturbando meu pau devagar, de um jeito instintivo e delicioso. Olhou pra mim e disse: “Acho que já sei o que fazer. Se não estiver bom, me ensina.”
Ela fez o mesmo que eu. Subiu em cima, beijou meu peito, desceu até a rola e começou a lamber do púbis até a cabeça. Depois engoliu o pau inteiro na boca, chupando com vontade. Perguntou se estava certo ou se precisava chupar mais forte. Falei que podia fazer do jeito que quisesse, que só o fato de ela estar mamando já era uma delícia. Ela mamou gostoso por uns minutos até eu avisar que ia gozar. Ela falou que podia gozar na boca dela, que era toda minha e que nada em mim dava nojo. Acelerou, chupou mais fundo e eu gozei pra caralho, jatos grossos que ela engoliu tudo, continuando a chupar devagar até meu pau continuar duro.
Abraçado com ela, perguntei se queria continuar ou deixar pra outro dia. Ela respondeu que queria tudo agora, que precisava sentir meu pau dentro dela. Voltei a lamber a buceta dela, que escorria um caldo transparente e grosso, e passei a língua até o cuzinho. Perguntei se estava pronta. Ela disse que sim. Posicionei de ladinho, encaixei a cabeça do pau entre os lábios da buceta e fui entrando devagar, sentindo o hímen rasgar. Ela gemeu, mas disse que era maravilhoso. Depois de um tempo me pediu pra foder mais forte.
Coloquei ela de barriga pra cima, pernas nos meus ombros, e meti até o fundo, as bolas batendo no grelo dela. Ela gozou duas vezes seguidas. Olhei o relógio: quase cinco e meia. Perguntei se queria sentar em cima rapidinho. Ela não respondeu, só montou no meu pau, engoliu tudo até o talo e rebolou gostoso. Eu avisei que ia gozar de novo e perguntei se queria na boca. Ela sorriu, desceu, engoliu a rola e recebeu a segunda gozada bem fundo na garganta.
Beijei ela rápido, me vesti correndo e saí antes da mãe chegar. No portão ela me deu um abraço apertado, olhou nos meus olhos e falou: “Amanhã eu quero de novo. Mesmo horário, aqui em casa.” Fui embora flutuando, com o pau ainda latejando e a cabeça cheia de imagens dela toda gozada e entregue.