Conto erótico: Coroa safada me deu o cuzinho no apê

Fui contratado pra fazer um serviço na zona sul, num prédio de alto padrão lotado de segurança. Dona Claudia, uma viúva de coronel bem conhecida por ali, me chamou pra resolver umas coisas na casa dela. Era uma coroa de uns sessenta anos, mas quando ela me recebeu na porta de bermuda colada no corpo, daquele modelo que as mulheres usam na academia, deu pra ver que o corpo ainda tava firme. Ela andou na minha frente pra mostrar o serviço, rebolando a bunda bem devagar, e eu não conseguia tirar os olhos dali. De repente ela virou e me pegou encarando, soltando só um sorrisinho safado.

Terminei o trabalho e quando fui avisar, ela já estava do meu lado me olhando. Disse que tinha acabado. Ela sorriu e falou:

— Que bom. Vem, vamos tomar um suco, tá muito quente.

Entramos na cozinha. Ela abriu a geladeira, se curvou bem devagar, empinando aquela bunda bem na minha cara e ainda olhou pra trás pra confirmar que eu estava babando. Tomamos o suco, mas do nada ela encheu a mão com meu pau e meu saco por cima da calça, apertando firme.

— O que é que você tem aqui? — perguntou, a voz rouca.

A sensação foi um choque quente. Meu pau endureceu na hora, latejando contra a palma dela. Pensei logo: “Que coroa safada do caralho.” Ela continuou falando, a mão ainda apertando:

— Adoro um homem jovem. Me mostra o que esconde aqui.

Apertou de novo, sentindo meu pau já duro, e soltou um gemidinho satisfeito:

— Hum, já tá acordando. Que delícia.

Abriu meu zíper sem pressa, enfiou a mão dentro da cueca e puxou meu pau pra fora. Começou a punhetar devagar, a pele quente da mão subindo e descendo no meu pau latejando. Eu não aguentei e coloquei as mãos nos seios dela por cima da roupa. Ela soltou um suspiro forte, quase um gemido, e se abaixou. Sua boca quente engoliu meu pau inteiro, chupando com vontade, a língua molhada dando voltas na cabeça enquanto ela gemia baixinho.

Depois de alguns minutos ela parou, levantou e falou:

— Vem comigo.

Me arrastou pro quarto, tirou a roupa rápido e se deitou de pernas abertas na cama.

— Vem, quero você dentro de mim.

Tirei a calça e a cueca. Encostei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela, grossa e já molhada. Ela gemeu baixinho quando comecei a empurrar. Quando enfiei de uma vez naquela buceta quente e apertada, ela arquejou:

— Ah, como isso é gostoso…

Puxou minha bunda com as duas mãos, me enfiando até o fundo. Comecei a foder ela no vai e vem, o pau escorregando fácil na buceta molhada. Logo ela começou a gemer mais alto:

— Tô quase gozando… mais rápido, vai!

Gozo forte, o corpo dela tremendo, a buceta apertando meu pau enquanto ela repetia que meu pau era muito gostoso. Continuei metendo sem parar e ela gozou de novo, gritando baixinho, as unhas cravadas nas minhas costas.

Eu sentia que ia gozar a qualquer momento, avisei:

— Tô quase.

Ela me beijou de leve na boca e sussurrou:

— Eu quero que você goze no meu cuzinho.

Virei ela de quatro. A bunda empinada, o cuzinho rosado piscando. Empurrei devagar, sentindo o cu dela apertar meu pau como um anel quente. Comecei a meter mais fundo, o pau inteiro entrando e saindo daquele cuzinho safado. Ela gemia alto, rebolando a cintura, repetindo o tempo todo:

— Que gostoso… que gostoso…

O cu dela começou a apertar em espasmos e ela veio de novo, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo. Aquilo me deu o último empurrão. Meti até o fundo e gozei forte, jorrando porra quente dentro do cu dela, enchendo até transbordar.

Quando tirei, ela se virou, deu um beijinho na cabeça do meu pau melado e falou:

— Adorei ele.

Fui pro banheiro, tomei banho, me arrumei. Antes de sair ela me falou que me ligaria, porque ainda tinha outras coisas pra fazer no apartamento.

Deixe um comentário