Morava sozinho havia mais de dez anos, sem um relacionamento decente por pelo menos três. Minha rotina era só casa e trabalho, sem expectativa nenhuma de novidade. Até que, num dia qualquer, apresentaram uma nova funcionária pra eu treinar. Era uma mulher jovem, bonita pra caralho, corpo magrinho, baixinha, pele clara e um sorriso que já mexia com a gente.
Ficamos quinze dias lado a lado, ensinando o serviço. Com o tempo surgiu uma amizade natural. Quando ela assumiu a função sozinha, achei que o contato ia acabar, mas no primeiro dia ela apareceu no meu setor dizendo que estava com saudade. Começou a vir todo dia, a gente conversava horas. Depois de uns três meses, ela comentou que ia fazer aniversário no final de junho. Convidei pra comemorar no shopping depois do expediente. Ela topou na hora.
Comprei um buquê de flores e esperei. Quando me viu, sorriu daquele jeito largo e veio direto me abraçar, beijando meu rosto. Entreguei as flores e ela ficou radiante. Comemos pizza, tomamos umas cervejas, e o tempo passou voando. Já era meia-noite quando falei que era melhor ir embora, por causa do trabalho no dia seguinte. Saímos juntos. Como moro perto, resolvi ir a pé. Pra minha surpresa, ela disse que ia comigo.
Na porta de casa, fiquei esperando ela chamar um carro, mas ela olhou pra mim e perguntou: “Não vai me convidar pra entrar?” Respondi que a casa estava bagunçada. Ela riu e falou que não ia ficar olhando pra bagunça. Entrou antes mesmo de eu abrir direito a porta.
Assim que fechei, ela me abraçou forte, disse que a noite tinha sido ótima, mas podia ficar ainda melhor, e beijou meu rosto de novo. Eu estava olhando pra ela, tão frágil e delicada, e não aguentei. Beijei sua boca. Quando paramos, ela confessou que já queria aquele beijo fazia tempo. A gente se beijou de novo, demorado, língua enrolada, mão começando a passear.
Meu pau endureceu na hora, como se tivesse voltado aos vinte anos. Apertei os peitos dela por cima da blusa e ela soltou um gemidinho manhoso. Perguntei por que eu, e ela respondeu que já tinha ficado com três caras, mas nenhum tinha conseguido satisfazer de verdade. Queria alguém mais experiente. Enquanto falava, desceu a mão até meu pau, apertou por cima da calça e disse: “Deixa eu ver o que você tem aqui.” Ajoelhou, abriu o zíper e puxou minha rola pra fora.
A boca dela era quente e molhada. Tentava engolir tudo, mas não conseguia. Com a voz abafada pelo pau, murmurou que era o maior que já tinha visto. Tiramos as roupas ali mesmo. Quando fiquei nu na frente dela, ela olhou minha rola grossa latejando. Levei ela pra cama, deitei e abri as pernas. Comecei a chupar sua buceta lisinha, depiladinha, lambendo devagar. Ela gemeu alto, dizendo que nenhum cara tinha feito aquilo, que os mais novos tinham nojo. Passei a língua até o cuzinho virgem e ela estremeceu toda.
A gente virou de 69. Eu chupando fundo a buceta dela enquanto ela engolia meu pau o melhor que podia. Depois peguei uma camisinha velha que ainda tinha na gaveta, coloquei e posicionei entre as pernas. Quando a cabeça grossa entrou, ela segurou minha cintura pedindo pra ir devagar. Fui empurrando devagarinho, sentindo a buceta apertada esticando. Quando comecei a meter de verdade, ela gozou na hora, tremendo, gemendo que nunca tinha gozado tão rápido na vida. Continuei fodendo, sentindo ela gozar de novo antes de eu gozar também.
Tirei a camisinha e ela voltou a me chupar. Perguntei se já tinha dado o cu. Ela disse que não, ninguém nunca tinha pedido. Perguntei se deixaria. Ela respondeu que só pra mim, mas que eu tinha que ser cuidadoso. Fiquei chupando ela inteira de novo, deixando ela louca de tesão, até ela implorar. Colocou de quatro, empinou o rabo. Passei a rola na buceta molhada várias vezes pra lubrificar, depois encostei no cuzinho apertado. Empurrei devagar. Ela reclamou quando a cabeça entrou, mas não mandou parar. Fui entrando centímetro por centímetro, ouvindo ela gemer alto enquanto o cu virgem se abria pro meu pau grosso. Quando comecei a meter de verdade, ela tocava o clitóris e gozou apertando o cuzinho em volta da minha rola.
Depois da terceira gozada a gente dormiu. Quando acordamos, o sol já estava alto. Ligamos e faltamos o serviço. Passamos o dia inteiro fodendo, quantas vezes deu. Até hoje ela aparece em casa regularmente pra repetir tudo.