Conto erótico: Primeira vez anal no chuveiro: relato quente

Eu sempre digo que ela é minha esposa, mas na realidade não somos casados. Passamos a morar juntos há seis meses. Nosso relacionamento é maravilhoso, e na cama ela é completamente insaciável. A única coisa que ainda não tínhamos conseguido era o anal. Já tentamos algumas vezes, mas ela sentia muita dor e pedia para eu tirar, mesmo quando só tinha entrado metade. Claro que respeitei e parei.

No último final de semana, porém, ela me surpreendeu de um jeito que eu nunca esperava. Cheguei em casa e fui direto tomar banho. Não costumo trancar a porta, afinal somos só nós dois. Estava dentro do box, todo ensaboado, com a água quente escorrendo pelo corpo, quando percebi a silhueta dela no vidro embaçado pelo vapor. De repente a porta se abriu. Ela entrou nua, segurando um vidro na mão. Não prestei atenção no vidro de primeira. Ela pegou direto no meu pau e falou, com aquela voz safada:

— Vamos dar uma olhada aqui pra ver como está.

Abaixou devagar, encaixou a boca na minha rola e começou a me chupar com vontade. A água morna escorria por nós dois, deixando tudo mais quente e escorregadio. Ela chupava fundo, lambia a cabeça, acariciava meu saco com a mão úmida. Depois de um tempo se levantou, me entregou o vidro e disse:

— É lubrificante. Você sabe pra que serve, né?

Respondi que sim. Então ela sorriu de canto e completou:

— Você quer tanto que resolvi que vai ser hoje. Hoje vou deixar você comer meu cuzinho aqui embaixo do chuveiro. Passa bastante em mim e em você.

Ela se afastou um pouco da água, virou de costas e empinou o rabo, oferecendo a bunda pra eu lubrificar. Meu pau latejava tanto que chegava a doer. Espalhei o gel gelado nela, passei bem no cuzinho apertado, depois passei uma quantidade generosa na minha rola dura. Quando encostei a cabeça na entrada dela, ela segurou meu pau, apontou no cu e murmurou:

— Deixa que eu cuido disso.

Forçou o corpo devagar contra o meu, curvando um pouco as costas. Senti a pressão apertada. Ela gemeu baixinho, de puro tesão, e repetiu:

— Tá entrando… tá entrando…

Continuei parado, deixando ela controlar. Quando a cabeça passou, ela soltou um gemidinho gostoso. Curvou mais o corpo, tirou a mão e eu comecei a empurrar bem devagar. Meu pau foi escorregando pra dentro daquele cuzinho quente e apertado. Ela gemia baixinho, falando que estava doendo um pouco, mas que também estava uma delícia. Pra ajudar, comecei a esfregar o clitóris dela com os dedos. Ela deu uma reboladinha leve, facilitando a entrada. Depois de um tempo, enfim estava todo dentro dela. Esperei um pouco pra ela se acostumar, depois comecei o vai e vem bem devagar. A água caía sobre nós, batendo na pele quente enquanto eu fodendo seu cuzinho.

Ela gemia o tempo todo, dizendo que estava adorando. Aumentei o ritmo e enfiei dois dedos na buceta molhada dela. Ela ficou toda arrepiada, o corpo tremendo. Falou que ia gozar. Aumentei ainda mais a velocidade, fodendo o cuzinho com força enquanto dedava sua boceta. Ela tremeu inteira num orgasmo forte, apertando meu pau com o cu. Eu já estava quase explodindo quando ela falou, ofegante:

— Goza… vai, me enche com teu leite agora nesse buraquinho do prazer.

Não aguentei mais. Gozei como nunca, jorrando porra quente dentro do cu dela, inundando tudo. Ficamos ali por mais um tempo, recuperando o fôlego sob a água. Terminamos o banho e fomos pro quarto. Lá a noite continuou, porque agora eu sabia que seu cuzinho também era meu.

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