Conto erótico: Morena do bar fingiu pane pra me levar pra cama

Tinha sido um dia daqueles, um calor sufocante e trânsito engarrafado pra caralho. Cheguei em casa, tomei um banho gelado e resolvi dar uma saída pra tomar uma cerveja. Fui num bar pertinho, sentei no balcão, pedi uma e logo em seguida uma morena linda sentou do meu lado. Ela pediu a dela e comentou, rindo:

— Que calor, né? Só uma cerveja gelada pra refrescar.

Começamos a conversar. Ela tinha um sorriso fácil, daqueles que iluminam o rosto inteiro. Pedimos mais uma e dividimos. Fiquei prestando atenção nela e notei logo que era uma mulher independente, daquelas que sabem o que querem e vão atrás. Depois de um tempo ela olhou nos meus olhos e falou direto:

— Gostei de você.

Eu respondi que também tinha gostado, que parecia uma pessoa legal. Ela sorriu, agradecendo, e continuou me olhando como se me avaliava por inteiro. Prestar atenção em cada detalhe. Depois de mais um pouco ela disse que precisava ir, se despediu e saiu.

Paguei a conta e fui pro carro. Foi quando vi ela na frente de outro veículo, com o capô aberto. Ofereci ajuda e ela sorriu, fechando o capô na hora. Disse que podia dar carona se quisesse. Entramos no meu carro, ela passou o endereço e seguimos. Uns vinte minutos depois paramos em frente a uma casa bem cuidada, pintada de rosa e branco. Ela acionou o portão da garagem e falou:

— Entra.

Estranhei um pouco, mas obedeci. Já dentro, ela foi direto pra geladeira, pegou duas cervejas e falou:

— Só preciso de companhia pra abrir uma. Topa?

Aceitei na hora. Sentamos no sofá, ligamos a TV, mas ninguém prestava atenção na tela. Já na segunda cerveja ela repetiu que tinha gostado de mim. Olhei pro decote generoso dela e ela percebeu, deu um sorrisinho safado:

— Gostou?

— Parece uma delícia — falei, pra aumentar o clima.

Ela então puxou uma manga do vestido pra fora, deixando um seio à mostra. Levei a mão até ele, apertando o mamilo duro. Ela fechou os olhos e gemeu baixinho. Minha boca foi pro bico, chupando com vontade. O corpo dela ficou todo arrepiado, ela puxou o resto do vestido e deixou os dois peitos livres. Chupava aqueles peitos quentes e macios, alternando a pressão, e ela segurava minha cabeça, gemendo mais alto quando eu sugava forte.

A mão dela desceu até o meu pau, apertando por cima da calça. Ele já estava duro pra caralho, latejando. Ela falou, com a voz rouca:

— Deixa eu chupar ele um pouco.

Abriu o zíper, puxou meu pau pra fora e elogiou, dizendo que era lindo. Quando ela enfiou na boca e começou a chupar com fome, quase gozei ali mesmo. Chupava fundo, língua enrolando na cabeça, e eu tinha que me segurar pra não explodir cedo demais.

Depois de uns minutos ela se levantou, tirou o vestido de vez e a calcinha. O corpo era perfeito, tudo no lugar certo. Me ajudou a tirar a roupa e ficamos pelados. Ela me empurrou pro sofá, subiu por cima e falou:

— Quero você dentro de mim agora. Deixa que eu cuido disso.

Segurou meu pau, encaixou na buceta molhada e desceu devagar até ele estar todo enterrado. Começou a cavalgar, rebolando e subindo e descendo. Os peitos balançavam na minha cara, ela gemia alto, dizendo que estava quase gozando. Acelerou o ritmo até gozar, o corpo tremendo, mas continuou cavalgando, pedindo pra eu segurar mais um pouco. Quando ela gozou de novo, falou que podia gozar. Tentei tirar, mas ela segurou meu quadril:

— Pode gozar dentro. Quero sentir sua porra inundando meu útero.

Explodi forte, jorrando tudo lá dentro, a melhor gozada que eu tinha dado em muito tempo.

Descansamos um pouco e ela voltou a me chupar, perguntando se eu já estava pronto pra outra. Meu pau endureceu de novo. Fiz ela deitar de ladinho, encaixei na buceta, mas ela segurou meu pau e direcionou pro cuzinho, levantando uma perna:

— De ladinho é bom por trás.

Não perdi tempo. Empurrei devagar, a cabeça forçando a entrada. Ela gemia alto, falando que queria sentir tudo dentro do cuzinho. Quando a cabeça passou ela reclamou que era grosso demais, mas queria até o talo. Forcei mais um pouco e entrei por completo. Quando meu saco encostou nela, ela gemeu gritando:

— Me come gostoso, me faz gozar com teu pau no meu rabo!

Fui metendo devagar no começo, depois acelerando. O cu apertava meu pau a cada estocada. Ela gozou primeiro, o cuzinho piscando e apertando, e eu gozei junto, enchendo as entranhas dela de porra quente.

Quando tirei, ela falou ofegante que tinha sido o melhor anal da vida dela, que nunca tinha gozado com um pau no cu. Tomamos banho juntos e, enquanto nos secávamos, ela confessou que o carro não tinha nada, que tinha feito aquilo de propósito pra me levar pra casa. Depois falou:

— Te espero amanhã. Você já sabe o endereço.

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