Eu me chamo Ana, tenho 42 anos, corpo malhado, peitos firmes e uma bunda que chama atenção. Meu marido, João, e eu estamos no meio liberal há alguns anos. Sempre saímos com casais ou solteiros, homens e mulheres. Certa vez ele sugeriu que às vezes eu saísse sozinha, desde que mandasse localização, contasse tudo e mandasse fotos e vídeos para postar no Sexlog. Nossos horários nem sempre batiam, então aproveitei.
Tenho uma tara por policial e comentei com uma amiga em comum. Ela passou meu contato para um agente chamado Rodrigo. Começamos a conversar e logo marcamos de nos encontrar logo depois do trabalho dele.
Quando ele chegou, entrei no carro ainda meio sem jeito, mas já sentia o tesão latejando. Conversamos um pouco e ele logo colocou a mão na minha coxa, subindo até esfregar minha buceta por cima da calça. Eu não perdi tempo e fui direto no pau dele por cima da roupa, sentindo que já estava duro. Ele desabotoou minha calça e enfiou os dedos na minha boceta já encharcada, me dedando com força enquanto eu apertava seu pau.
Ele parou o carro em uma rua mais quieta. Terminei de tirar a calça e ele se jogou de boca na minha buceta, chupando com vontade e enfiando o dedo no meu cuzinho apertado. Quase gozei ali mesmo, mas como estávamos na rua foi rápido. Partimos para o motel enquanto eu punhetava ele. De repente ele me puxou e enfiei sua rola grossa na boca, chupando gostoso enquanto o carro andava. De vez em quando ele dava uma estocada mais forte na minha garganta até gozar quente na minha boca. Engoli tudo e continuei masturbando ele, sentindo os dedos dele me fodendo enquanto dirigia.
Chegamos ao motel com o tesão no limite. Mal fechamos a porta e já estávamos tirando o resto das roupas. Ele esfregou o pau duro nos meus peitos, chupou meus mamilos e eu voltei a engolir sua rola. Em pouco tempo eu estava de quatro, rabo bem empinado, sentindo ele meter com força na minha buceta molhada. Eu gemia alto, pedindo mais forte, e ele me fodia sem piedade, socando fundo.
Quando gozou dentro da minha boceta, continuou metendo. De repente, sem avisar, enfiou tudo no meu cuzinho. Reclamei: “Aí, seu safado!”. Ele perguntou se queria que parasse. Eu respondi que não, que fodesse meu cu com força. Minha buceta escorria enquanto ele metia fundo no meu rabo, enchendo de porra. Eu já estava mole, mas ele não parou e gozou de novo no meu cuzinho, me deixando toda melada.
Tomamos um banho rápido e fomos embora. No caminho contei tudo para João. Quando ele chegou em casa, eu estava no quintal. Ele me pegou ali mesmo, me virou, enfiou o pau na minha buceta já usada e gozou bem fundo de novo. Foi delicioso.