Eu e a Susi estávamos num grupo de encontros, metidos naquela vida de troca de casais, quando um dia caiu uma mensagem de um cara chamado Daniel. Ele queria nos conhecer e, em troca, pagava cinco mil euros mais a conta do hotel. Naquela época a gente estava atolado em França, sem grana, e a proposta caiu como uma luva. Conversei com a Susi e ela topou na hora. O Daniel mandou mil euros de entrada direto na conta e marcamos o encontro.
Chegamos ao hotel nervosos, mas assim que vimos o Daniel ficamos mais tranquilos: ele era da nossa idade, simpático, e logo entregou o resto do dinheiro pra gente curtir as férias com ele. Na primeira vez que rolou, a Susi estava toda tímida. O Daniel começou a passar as mãos nela devagar, massageando os ombros, descendo pelas costas, sentindo a pele macia. O pau dele já endurecia dentro da calça enquanto ele apertava os seios dela.
Eu entrei na brincadeira também, comecei a massagear as coxas da Susi, subi devagar até a buceta. Abri as pernas dela, dei um bom minete, lambendo devagar, chupando o clitóris inchado, sentindo o gosto dela molhando na minha língua. Enquanto eu chupava, olhava de lado e via o Daniel tirando a roupa. A minha piroca fina de dezoito centímetros parecia pequena perto da dele: grossa, veia marcada, uns vinte e dois centímetros de rola dura e pesada.
Ele virou a Susi de quatro na cama. Segurou firme na cintura dela e enfiou tudo de uma vez. A Susi soltou um gemido alto, daqueles que parece que vai acordar o hotel inteiro. Ele começou a meter forte, socando fundo, a rola grossa abrindo ela toda, fazendo barulho de molhado enquanto ia até o fundo. A Susi gemia sem parar, como uma cadela no cio, o corpo inteiro tremendo, o rabo subindo e descendo no ritmo das estocadas. Eu ficava ali do lado, tocando a minha piroca fina, vendo a buceta dela esticando pra engolir aquela vara enorme, ouvindo ela gritar que estava gozando de novo.
Nunca tinha visto a Susi gemer daquele jeito. Parecia que o pau do Daniel a deixava completamente consumida, molhada, arreganhada. Ele gozou dentro dela, encheu a buceta de porra quente e ela ainda ficava ali, rebolando, pedindo mais. A gente ficou quinze dias naquele hotel, fodendo todo dia. A Susi virava puta do Daniel, gozava gostoso pra caralho, e eu só assistia, corno manso, adorando ver ela ser comida por aquela rola grossa.
Valeu cada centavo.