Conto erótico: A traição com a morena do amigo

· 2 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
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Eu e meu amigo, vamos chamar ele de Bruno, éramos daqueles caras que adoravam curtir a noite, ficar com mulheres em festas e fazer a cidade inteira. Mas Bruno estava namorando essa morena gostosa, digamos que se chamava Ana, e acabávamos indo muito pra casa dela. Eu ficava só observando, conversando besteiras, sem me meter no meio. Às vezes, eu chegava primeiro e esperava ele por lá, batendo papo com Ana sobre nada de especial. Ela era uma delícia: pele morena, cabelos ondulados caindo nos ombros, jovem e com um corpo que fazia qualquer um babar.

Um dia, eles brigaram feio, quase terminando tudo. Bruno me pediu pra ir lá defender ele, dizer que era um cara legal e convencê-la a voltar. Mas quando eu cheguei, Ana desabafou sobre as traíções dele e disse que não confiava mais em porra nenhuma. Nessa confusão, Bruno viajou e me deixou sozinho na cidade. Eu fui até a casa dela de moto e convidei pra dar uma volta. A cidade era pequena, sem muita opção, então perguntei onde ela queria ir. Ela respondeu que qualquer lugar servia, desde que fosse comigo. Eu ri e falei que o lugar que eu tinha em mente era um motel, meio de brincadeira. Pra minha surpresa, ela sorriu e disse: “Então vamos logo.”

Chegamos no motel rapidinho, e eu fiquei sentado na beira da cama, já sentindo meu pau endurecendo dentro da calça. Ana percebeu na hora, se despiu toda sem cerimônia e me empurrou pra deitar. Seu corpo nu era um convite impossível de recusar: peitos firmes, quadris curvados e aquela buceta já úmida brilhando. Ela subiu em cima de mim, sentando devagar no meu pau, que deslizou fácil dentro dela. Fodemos como animais, o quarto cheio de gemidos e o barulho molhado da sua boceta engolindo tudo. Eu sentia cada centímetro dela apertando, quente e escorregadia, enquanto ela rebolava com força, gozando forte pela primeira vez na vida, segundo ela mesma contou ofegante.

Foi tesão puro; repetimos a dose mais duas vezes depois daquele dia, sempre com ela molhada e ansiosa, eu esfregando a cabeça do meu pau na entrada da sua boceta antes de enfiar tudo de uma vez. Ela jorrava tanto que eu tinha que segurar seus quadris pra não escorregar. Depois daquela loucura, Ana voltou pro Bruno, o coitado do corno, mas toda vez que eu aparecia na casa dela, era beijo na boca e minha mão direto na sua calcinha, sentindo aquela umidade fresquinha. Ficou complicado quando eles reataram de vez; ele desconfiou de alguma coisa, mas ela nunca abriu o bico. Faz uns 12 anos disso, éramos jovens e burros, mas eu ainda fico com vontade de meter nessa morena gostosa de novo, reviver cada segundo daquela foda intensa.

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