Depois de dois relacionamentos longos, aos 52 anos eu já sabia bem o que fazer pra agradar uma mulher. Morando sozinho há dois anos, tive algumas experiências bem marcantes. Na empresa sempre rola rodízio de funcionários, então eu ia conhecendo gente nova o tempo todo. Foi assim que conheci a Ana, uma morena de 30 anos com um corpo que chamava atenção pra caralho. Ela quase nunca sorria, parecia difícil de chegar perto. Até que um dia ela veio falar comigo, reclamando de dificuldade num setor. Aproveitei a brecha, me aproximei, ajudei no que podia e acabamos virando amigos. Com o tempo ela foi me contando tudo sobre a vida dela.
Um dia resolvi arriscar e chamei pra sair. Não imaginava que ela aceitaria, mas sorriu e topou na hora. No dia combinado, passei pra buscá-la em frente ao prédio. Assim que entrou no carro, deu um beijinho no meu rosto e começamos a conversar. Ela estava de vestido longo, bem colado no corpo, marcando cada curva do quadril e dos peitos. Fomos pro shopping, jantamos, tomamos uns drinks. Ela foi soltando mais, o clima esquentou. Rolou um selinho, ela olhou rindo e eu avancei num beijo de língua, bem demorado. Ela ainda estava meio tímida, mas correspondeu, gemendo baixinho contra minha boca.
Voltamos pro carro e nos beijamos de novo, mais quente. Passei a mão pela coxa dela, subindo devagar. Ana não reclamou, só abriu um pouco as pernas. Sem perder tempo, fui direto pra minha casa. Quando percebeu o caminho diferente, perguntou pra onde estávamos indo. Respondi que era pra minha casa. Ela ficou em silêncio por uns segundos, pensativa, mas não pediu pra parar.
Chegamos, entrei na garagem e desliguei o carro. Ela hesitou: “Não sei se devo entrar.” Falei que não era obrigada a nada, que só queria curtir a companhia dela. Depois de pensar um pouco, ela desceu e foi andando até a porta. Dentro de casa peguei uma cerveja, coloquei uma música e chamei pra dançar. O perfume dela invadia tudo. Com os corpos colados, a cabeça dela no meu ombro, a gente se beijava de vez em quando. Meu pau começou a endurecer rápido e encostou na coxa dela. Ana sentiu, respirou mais fundo e apertou o corpo contra o meu.
Desci a mão até a bunda, apertando devagar por cima do vestido. Ela gemeu baixinho. Beijei o ombro, o pescoço, passei a língua na pele quente. Ana segurou minha cabeça e me deu um beijo molhado, cheio de fome. Desci a boca pro decote, lambendo o vale entre os peitos. Ela jogou a cabeça pra trás, ofegante. Puxei o vestido pelos ombros, ele escorregou pro chão. Fiquei olhando o corpo bronzeado, as marcas do biquíni. Soltei o sutiã, os peitos firmes saltaram pra fora e eu chupei os mamilos duros, sugando devagar, depois mais forte. Ana gemia, segurando minha nuca, o quadril rebolando contra mim.
Tirei a camisa. Ela passou a mão pelo meu peito peludo, desceu até o cinto, abriu a calça e puxou tudo junto com a cueca. Meu pau saltou duro, latejando. Ana envolveu com a mão, masturbando devagar, depois abaixou e lambeu a cabeça. “Que pau bonito… tão grosso”, murmurou antes de engolir fundo, chupando com vontade, língua enrolando, saliva escorrendo. Eu segurava o cabelo dela, gemendo.
Levei ela pro quarto, deitei na cama e tirei a calcinha. A buceta estava molhada, brilhando. Comecei a lamber devagar, chupando o clitóris, enfiando a língua dentro. Ana arquejou alto: “Ninguém nunca fez isso assim… não para, tô quase gozando.” O corpo tremeu forte, ela gozou na minha boca, apertando minhas orelhas com as coxas.
Quando parou de tremer, pediu pra meter. Coloquei a camisinha, ela ficou olhando, mordendo o lábio. Encostei a cabeça do pau na entrada molhada. Ana fechou os olhos, segurou minha cintura e puxou devagar. Fui entrando centímetro por centímetro, abrindo ela. Ela gemeu alto quando a cabeça passou, depois mais quando o pau todo foi entrando. “Tô gozando de novo”, falou ofegante. Comecei a meter devagar, sentindo a buceta apertando, depois aumentei o ritmo. Ana gozava toda hora, gemendo meu nome, unhas cravadas nas minhas costas.
Quando senti que ia gozar, acelerei e enchi a camisinha. Ela pediu pra ficar mais um pouco dentro, gozando de novo enquanto eu pulsava. Quando tirei, Ana confessou que fazia quase um ano que não transava. Disse que tinha sido a melhor foda da vida dela.