Minha nova vizinha chegou na rua e virou a maior sensação. Ela era morena, com cabelos cacheados soltos, seios enormes que mal cabiam na roupa e um bumbum empinado, daqueles que balançam a cada passo. Eu, por outro lado, sou loura, gordinha e de estatura mediana – o oposto dela em tudo. Sou casada com um cara mais velho, e ele não perdeu tempo para comentar sobre ela, com um brilho nos olhos que eu conhecia bem.
Um dia, deitados na cama pelados, ele soltou: “E se a gente experimentasse um ménage, amor? Seria um jeito de apimentar as coisas.” Eu não sou de julgar, mas aquilo me pegou de surpresa. Perguntei se ele estava insatisfeito comigo, e ele jurou que não, que me amava, mas queria dar um upgrade no nosso casamento. Falou que uma mulher para aventuras a três seria perfeito. Pensei por uns dias e acabei topando. Aí perguntei quem seria a sortuda, e ele, sem pestanejar, disse que tentaria a vizinha gostosa.
Ele se aproximou dela, puxou conversa, tentou ganhar confiança, mas ela, que se chamava Sheila – ou melhor, Lara, pra não expor ninguém –, sempre foi educada, nada mais. Nenhum sinal de interesse. No fim, ele desistiu, mas eu não. Queria fazer uma surpresa pro meu marido e, se desse certo, levar essa gata pra uma noite inesquecível. Fui até a casa dela com um bolo fresquinho, ainda quentinho do forno.
Lara abriu a porta vestindo um vestido curto e branco, de alças finas. O tecido era transparente o suficiente pra eu ver os mamilos escuros dela quase escapando, e aquilo me deixou imediatamente desconfortável, de um jeito bom. Ela notou meu olhar e me convidou pra entrar. A casa era aconchegante, com um cheiro doce no ar, e enquanto conversávamos, ela me devorava com os olhos, do cabelo aos pés.
Ela mencionou que meu marido andara soltando uns comentários sacanas, e eu não tive escolha a não ser confessar tudo: que ele e eu estávamos a fim de transar com ela, os três juntos. Lara riu alto, uma gargalhada gostosa, e me surpreendeu dizendo que não dava a mínima pro meu marido, mas tinha ficado atraída por mim desde que se mudou. Aquilo me deixou lisonjeada, o coração acelerando.
A conversa esquentou rápido, cheia de sacanagem e detalhes sobre sexo. Os mamilos dela endureceram, marcando o vestido fino, e eu senti um calor entre as pernas, ficando úmida na hora. Ela estava pegando fogo, o corpo todo vibrando de tesão. De repente, ela arrancou o vestido, revelando tudo: seios imensos com bicos marrom-escuros e inchados, uma coninha peluda e molhada brilhando, e aquele bumbum grande, liso e empinado, pedindo pra ser agarrado. Eu esqueci completamente do meu marido naquele momento – só pensava no meu prazer.
Arranquei minhas roupas às pressas, ficando nua na frente dela. Meus seios são grandes também, mas nada comparado aos dela, com mamilos rosados e duros. Minha coninha peluda encarou a dela, e foi como um ímã. Lara se jogou nos meus peitos, chupando e lambendo com força, a língua quente e voraz. Eu ganhei coragem e ataquei um dos seios dela, enchendo a boca com aquele bico enorme e rígido, que tinha um gosto salgado e delicioso. Ficamos ali, mamando uma na outra, os corpos suados e grudados.
Ela não parou por aí. Enfiou os dedos na minha virilha, acariciando a buceta toda, puxando os pêlos com delicadeza enquanto fazia movimentos de vai e vem no clitóris com três dedos. Eu encharquei tudo, gemendo alto, o prazer me deixando louca. Me ajoelhei, com a cara bem na frente da coninha dela – cheirosa, úmida e convidativa. Mergulhei a língua, lambendo de baixo pra cima, saboreando cada gota. Ela escorria tanto que eu mal conseguia parar.
Deitamos no tapete da sala e entramos num 69 selvagem. Passamos horas chupando bucetas e cusinhos, ela esfregando aquele rabão enorme na minha cara até me enlouquecer. Eu devolvia com tudo, lambendo e sugando com dedicação, o gosto dela me deixando viciada. Estávamos encharcadas, o mel escorrendo entre nós. Depois, esfregamos as coninhas uma na outra, os peles se misturando, até gozarmos forte, o corpo tremendo num êxtase brutal e delicioso.
Dormimos agarradas, os pelos se entrelaçando, e acordamos com fome uma da outra. Nossas bocas se colaram, lambendo e beijando tudo. Lara me dominou, sentando na minha cara e cavalgando a minha língua como se fosse a última vez. Nunca chupei tanto na vida, a sensação me deixando exausta e feliz.
Quando finally voltei pra casa, já passava de meia-noite. Meu marido me esperava na sala, assistindo TV, e me viu ali, descabelada e exausta, um sorriso bobo no rosto. Ele disse que sabia onde eu tinha estado, mas queria os detalhes no dia seguinte, pra se excitar mesmo sem ter conseguido o ménage. Eu entendi sua decepção, então dei um beijo de língua, pra ele sentir o gosto inesquecível daquela delícia.
A partir daquele dia, voltei várias vezes na casa de Lara. A gente transava sempre daquele jeito selvagem, e às vezes gravávamos vídeos das nossas putarias, só pra eu mostrar pro meu marido enquanto ele se masturbava. Aquilo virou nossa rotina quente e suja.